Técnicas Histológicas

mapa mental etapas técnicas histológica

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Técnicas Histológicas por Mind Map: Técnicas Histológicas

1. 1 PASSO: LÂMINAS DEVEM SER IDENTIFICADAS, LAVADAS E SECADAS

2. 7 PASSO: LEVAR OS CORTES PARA A ESTUFA ( MÍN. 2HORAS)

2.1. 8 PASSO: PASSAR OS BLOCOS NA PARAFINA PARA CORRETO ARMAZENAMENTO

3. OS BLOCOS SERÃO SECCIONADOS EM FATIAS FINAS PERMITINDO A VISUALIZAÇÃO DAS CÉLULAS E ELEMENTOS EXTRACELULARES

3.1. 2 PASSO: RETIRAR O EXCESSO DE PARAFINA DO BLOCO COM UMA NAVALHA VELHA

3.1.1. 3 PASSO: RESFRIAR O BLOCO PARA O CORTE

3.1.1.1. 4 PASSO: FAZER OS CORTES COM UMA NAVALHA NOVA

3.2. PROFISSIONAL TREINADO E EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS

3.2.1. CUIDADOS DE EXECUÇÃO DE CORTE DE QUALIDADE

4. PEÇAS CIRÚRGICAS

5. NÚCLEO EM AZUL E CITOPLASMA EM RÓSEO

5.1. MECANISMO FÍSICO

5.2. MECANISMO QUÍMICO

5.2.1. HEMATOXILINA E EOSINA

5.2.1.1. HEMATOXILINA DE HARRIS

5.2.1.1.1. COLORAÇÃO REGRESSIVA QUE NECESSITA DE DIFERENCIAÇÃO

5.2.1.2. HEMATOXILINA DE MAYER

5.2.1.2.1. COLORAÇÃO PROGRESSIVA QUE NÃO NECESSITA DE DIFERENCIAÇÃO

6. Coleta

6.1. AMOSTRAS DE ORGANISMO VIVO OU MORTO

6.1.1. RETIRADA DE PARTE DOS TECIDOS

6.1.1.1. NECRÓPSIA

6.1.1.2. BIÓPSIAS

7. Fixação

7.1. PRESERVAÇÃO DOS TECIDOS

7.1.1. MANTER AS BIOMACROMOLÉCULAS O MAIS PRÓXIMO DA SITUAÇÃO "IN VIVO"

7.1.2. EVITAR AUTÓLISE E PROLIFERAÇÃO BACTERIANA

7.1.2.1. FIXAÇÃO FÍSICA

7.1.2.1.1. AQUECIMENTO

7.1.2.1.2. RESFRIAMENTO

7.1.2.2. FIXAÇÃO QUÍMICA

7.1.2.2.1. AÇÃO DE AGENTES QUÍMICOS

7.2. PARAR O METABOLISMO CELULAR

7.3. PRESERVAR A IDENTIDADE DAS CÉLULAS

7.4. MELHORAR A DIFERENCIAÇÃO ÓPTICA

7.5. PRESERVAR ANTÍGENOS

8. Clivagem

8.1. REDUÇÃO DE TAMANHO E ESPESSURA DOS FRAGMENTOS FIXADOS (CORTES UNIDIRECIONAIS)

8.1.1. PENETRAÇÃO DO FIXADOR E MELHOR DIFUSÃO DOS REAGENTES

8.1.1.1. RETIRA A AMOSTRA DO FIXADOR E PROCEDE A LAVAGEM ADEQUADA

8.2. Descalcificação

8.2.1. IMERSÃO DO TECIDO ÓSSEO EM DESCALCIFICADORES, SOLUBILIZANDO O CÁLCIO

8.2.1.1. ÁCIDOS FRACOS

8.2.1.1.1. EM TECIDOS DE MATRIZ ÓSSEA MENOS DENSA

8.2.1.2. ÁCIDOS FORTES

8.2.1.2.1. EM TECIDOS DE MATRIZ ÓSSEA MAIS DENSA; COM AÇÃO RÁPIDA MAS CAUSA DANOS AO TECIDO

8.2.1.3. HISTOQUÍMICOS

8.2.1.3.1. EDTA - NÃO CAUSA DANOS AO TECIDO

9. Processamento

9.1. SUBSTITUIR A ÁGUA QUE SE ENCONTRA NOS TECIDOS POR UM MEIO MAIS SÓLIDO (PARAFINA)

9.1.1. DESIDRATAÇÃO

9.1.1.1. COMPLETA REMOÇÃO DA ÁGUA POR AGENTES DESIDRATANTES

9.1.1.1.1. ETANOL

9.1.2. CLARIFICAÇÃO

9.1.2.1. RETIRADA DO ETANOL COM XYLOL

9.1.2.1.1. PENETRAÇÃO DA PARAFINA COMPLETAMENTE NO INTERIOR DOS TECIDOS

9.1.3. INFILTRAÇÃO

9.1.3.1. SATURAÇÃO DAS CAVIDADES DOS TECIDOS E CÉLULAS POR MEIO INFILTRANTE

9.1.3.1.1. PARAFINA LÍQUIDA

9.2. MANUAL

9.2.1. MONITORAR A CONCENTRAÇÃO DOS REAGENTES PERIODICAMENTE

9.3. AUTOMÁTICO

9.3.1. OTIMIZAÇÃO DO TEMPO

9.3.1.1. 2 TIPOS

9.3.1.1.1. O CARROSSEL

9.3.1.1.2. E O DE TRANFERÊNCIA DE FLUÍDO

10. Inclusão

10.1. TECIDO INSERIDO EM MOLDE COM PARAFINA FUNDIDA PARA A SOLIDIFICAÇÃO DO MESMO

10.1.1. 2 MÉTODOS

10.1.1.1. MANUAL

10.1.1.1.1. PARAFINA RETIRADA DA ESTUFA

10.1.1.2. EQUIPAMENTO

10.1.1.2.1. CENTRAIS DE INCLUSÃO

11. Microtomia

12. Coloração

12.1. OS CORTES DEVEM SER CORADOS PARA TORNÁ-LOS VISÍVEIS AO MICROSCÓPIO

12.1.1. SOLUÇÕES CORANTES

12.1.2. 1 PASSO: DESPARAFINAÇÃO

12.1.2.1. 2 PASSO: HIDRATAÇÃO

12.1.2.1.1. 3 PASSO: COLORAÇÃO

13. Selagem

13.1. ACONDICIONAR AS LÂMINAS EM UM MEIO PERMANENTE

13.1.1. GOMA DE DAMAR

13.1.1.1. E RECOBRIR A LÂMINA COM UMA LAMÍNULA PARA TORNAR A SUPERFÍCIE PLANA

14. Observação ao microscópio

14.1. TODAS ETAPAS DEVEM SER BEM FEITAS PARA QUE AS LÂMINAS ESTEJAM PREPARADAS PARA SUA LEITURA NO MICROSCÓPIO

15. 5 PASSO: COLOCAR AS FITAS EM BANHO FRIO

15.1. 6 PASSO: TRANSFERIR AO BANHO MARIA

16. MICRÓTOMO COM CORTES DE 1 A 60 MICRÔMEROS

16.1. NAVALHAS DE

16.1.1. DESCARTÁVEIS

16.1.1.1. MELHOR QUALIDADE

17. AÇO PERMANENTE

17.1. DURABILIDADE