1.1. Cotidiano: povo seminômades, não se organizavam em cidades, sem construção pública de monumentos ou templos; desempenhavam na agricultura e pecuária enquanto estavam fixados na região; uso coletivo das ferramentas (fornos, moinhos, dentre outros) para a transformação dos metais (utensílios) e produção de alimentos; desconheciam o conceito de propriedade privada, todos eram donos de tudo; desempenhavam também a apicultura e utilizavam as plantas como temperos medicinais; tecidos feitos com lã, como exemplo o feltro.
1.2. Religiosidade: Politeísmo;
1.3. Mitologia: Asgard, reino dos Deuses
1.4. Principal Deus: Woton ou Odin (Deus da vida, da morte, da guerra, sabedoria e magia); Thor (Deus do Trovão, protetor da humanidade e poderes da cura; seu martelo tem o nome de Mjolnir); Tyr (Deus das lutas, da luz e do céu); Freya (Deusa do amor, da beleza, da música e das flores); Frey (Irmão de Freya, Deus da prosperidade, tempo, da paz e da agricultura); Loki (Deus do fogo);
1.5. Cultos eram realizados em bosques e clareiras nas florestas.
1.6. Ragnarok – batalha dos deuses.
1.7. Crença na valhalla – paraíso para onde iria os guerreiros mortos nas batalhas conduzidos pelas Valquírias.
1.8. Localização: ao Norte do Império Romano denominado Germânia.
1.9. Características: seminômades; possui pequenas propriedades agrícolas e independentes; semelhança de crenças e costumes entre subgrupos e clãs; comandados por um líder escolhido por suas habilidades de guerreiro; sociedade patriarcal baseada na família; mulheres com funções destacadas: preservação das tradições, crenças e cultos religiosos; dominava a escrita(runas) com símbolos únicos e utilizada nos rituais religiosos como forma de se comunicar com deuses; habitação com edificações estruturadas em madeira, material que dificultou os estudos dos arqueólogos pela escassez de vestígios de moradia e povoados.
2. Hunos: povo originário da Mongólia que se estabeleceu na Europa na região chamada Panônia (Hungria). O mais violento entre todos os povos Bárbaros, invasores do império romano. Eles venceram tanto os povos romanos quanto os povos germânicos. Destaque da igreja como força política ajudando com os acordos entre os povos germânicos e romanos. Os germânicos tediam a ter mais respeito com o líder da Igreja do que pelos líderes do Império. Hunos ganharam mais força por se reunir sob o comando de Átila em 447 d.C e continuaram sua caminhada pela Europa até o Norte da Gália, onde estão hoje a França e a Bélgica. Hunos conseguiram chegar à Península Itálica atacando os povos germânicos. O povo germânico não conseguiu atacar os hunos pois a região já não tinha mais como organizar a sua defesa.
3. Átila e seus guerreiros entraram em Roma e para não ser tão violento foi liderado pela igreja na figura do Papa Leão I. Os hunos iriam se retirar se eles fossem pagos anualmente. Átila morre deixando os hunos sem liderança. O império Romano do Ocidente continuou se desagregando e se modificando. Outros povos germânicos entraram em Roma aproveitando da fragilidade do exército Romano. Os imperadores só ocupavam cargos e não controlava realmente o dia a dia em todo território. Os germanos Hérulos tomaram o governo de Roma, nomeando seu chefe, Odacro, imperador. O ocidente não existia mais como unidade com único governante. Esse evento marcou o fim da Antiguidade e o início da idade média Os territórios que os germanos passaram a ocupar deram origem a reinos.
4. Apesar dos romanos ignorarem a cultura dos germânicos, considerando-os como Bárbaros, isto é "como não romanos", inferiores e incivilizados, eles foram influenciados pelos costumes germânicos no que diz respeito à alimentação, vestimenta, divindades cultuadas, língua falada e utensílios do dia a dia.
4.1. Com a decadência do exército romano, as principais cidades do Império tornaram-se mais acessíveis fazendo com que outros povos se estabelecessem em suas fronteiras e, em outros casos, promovessem invasões, promovendo um clima de instabilidade na Europa ao final do século IV, levando à saída de pessoas da cidade para as regiões rurais (ruralização). Esses povos eram denominados bárbaros, estrangeiros que não falavam latim e tinham costumes diferentes dos romanos.
5. Povos conquistados e romanizados: Gauleses (França); Bretões e Celtas (Inglaterra); Eslavos -Búlgaros, Sérvios, Eslovenos, Russos e Polacos (Leste Europeu); Germanos – Godos, Visigodos, Burgúndios, Lombardos, Alanos e Hérulos, Vândalos, Francos e Saxões (Norte Europeu); Vikings e Normandos (Escandinavas) e Unos (Ásia).
5.1. Depois de um tempo, após ao fim do primeiro milênio, povos não europeus passaram a ser denominados de bárbaros como exemplo podemos citar: Turcos, Otomanos, Tártaros, Mongóis, Árabes e os indígenas das Américas, na época da colonização.
6. Queda de Romana Crise política - Disputas entre grupos políticos com conspirações e assassinatos; Crise financeira – desvio das riquezas por senadores e funcionários corruptos Imperador Diocleciano (285 d.C.) - Tetrarquia – divide o império em quatro partes administrativa, cada uma delas contendo um governador subordinado ao imperador, possibilitando a contenção dos germanos por algum tempo. Imperador Constantino (décadas depois) - Reunificou o império e no ano 330 transferiu a capital romana para Bizâncio (atual Istambul na Turquia), principal rota do comércio marítimo do Mediterrâneo, sendo chamada de Constantinopla.
7. - Declínio da cidade de Roma, primeira capital: queda da população, falta de alimentos, doenças. Nesse período, o império romano se estendia por uma vasta região: boa parte da Europa, parte da Ásia, oriente médio e norte da África, além dos povos localizados fora das fronteiras, aliados que eram chamados de federados Expansão e economia: Povos romanizados – eram aqueles povos que mesmo conservando parte de suas leis e costumes deviam obediência, impostos e parte de sua produção econômica ao império romano em troca da proteção militar. No lugar onde não havia proteções naturais, como rios e montanhas, o império construiu fortificações como muralhas e torres, chamados “os limes”. Com o fim da expansão e das conquistas romanas, houve o declínio da mão de obra, por falta de novos escravos, tanto nas construções quanto nos campos, fazendo com que os romanos iniciassem contatos com os germanos estabelecendo um sistema de trocas. Assim, os limes, embora exercesse a função de barrar a entrada de povos germânicos em busca de melhores condições de vida em terras férteis, tornaram-se pontos de contato e trocas comerciais entre os povos germânicos e romanos. Germanos – peles, cereais, madeiras; Romanos – vinhos, tecidos e objetos de luxo.
8. Resultado: maior contato e integração entre os dois povos, tanto que nas fronteiras com a diminuição dos números de soldados, os chefes militares romanos decidiram aceitar germanos em seus exércitos, além disso Roma cedeu parte de suas terras para a produção de alimentos em troca de parte da produção, acentuando a integração cultural entre os dois povos. Com o tempo os romanos passaram a fazer acordo com os germanos para combater outros povos bárbaros considerados ameaçadores que não tinham intenção de estabelecer acordos ou aliança com um deles.