1. COMPASSO: Traçar circunferências ou arcos; formato triangular, uma ponta uma agulha (ponta seca) e um grafite na outra.
1.1. GABARITOS: elementos vazados, que permitem a reprodução desses nos desenhos. Para curvas de raio variável usa-se a “curva francesa
1.1.1. REGUA PARALELA: linhas horizontais paralelas entre si no sentido do comprimento da prancheta, base para os esquadros; pouco menor que prancheta
1.1.1.1. PRANCHETA: em madeira, com inclinação do seu tampo, onde se fixam os papéis para os desenho
1.1.1.1.1. PRANCHA: folha na qual o projeto arquitetônico será apresentado; sempre dobrada no tamanho A4
2. ETAPAS DO PROJETO *Programa de necessidades do projeto; *Levantamento/Visita ao local; *Estudo preliminar; *Anteprojeto; *Projeto legal; *Projeto executivo.
2.1. Informações técnicas que devem estar presentes nas pranchas: o conjunto de plantas, cortes, fachadas, detalhamentos, orientação geográfica, cotas, áreas.
2.1.1. carros, figura humana, vegetação: auxiliar para a compreensão da escala do projeto, não são informações técnicas.
2.1.1.1. COTA: comprimentos, larguras, alturas e profundidades; raios e diâmetros; ângulos; coordenadas; etc.- cotas parciais e as cotas totais
2.1.1.1.1. ESCALA: permite reproduzir, Proporcionalmente, objetos em diferentes tamanhos em elação as suas dimensões reais, mantendo a sua proporção original.
3. GRAFITE: varia conforme a combinação de números e letras. Série B: traço mais grosso e sujo - desenho artístico e gráfico. Grau do grafite: de 9H (extremamente duro) a 6B (extremamente macio); quanto mais áspero o papel, mais duro o grafite; quanto mais dura a superfície, mais macio o grafite; alta umidade tendem a aumentar a dureza aparente do grafite
3.1. PAPEL: Quanto mais áspero, mais duro deve ser o grafite.
3.1.1. LÁPIS-LAPISEIRA: permite o lançamento de ideias e concepções,tipos de traços e espessuras, onde cada um tem um significado.
3.1.1.1. ESQUADROS: formato triangular retangular, com ângulos de 30°, 45°, 60° e 90°; utilizados para linhas verticais e outros ângulos, combinados também com a régua paralela
3.1.1.1.1. ESCALIMETRO: marcação de medidas na escala do desenho.
4. NBR6492:1994 - Representação Projetos de Arquitetura NBR 16.280:2015 - Reforma em Edificações. NBR 9050: 2015 - Acessibilidade NBR 15575:2013 - Edificações habitacionais – Desempenho. NBR 13532:1995 - Elaboração de projetos de edificações
4.1. DESENHO TECNICO TRADICIONAL: utiliza lápis (grafite); caneta nanquim; réguas; esquadros; compassos; escalímetros; papel (pranchas) em diferentes tamanhos, tipos e gramaturas (espessuras)
4.1.1. Com as mudanças tecnológicas instrumentos manuais foram alterados para softwares, mantêm as mesmas características e a representação por meio dos softwares
4.1.1.1. PROJETO ARQUITETONICO SEGUNDO SILVA: uma proposta de solução para um particular problema de organização do entorno humano, através de uma determinada forma construível, bem como a descrição desta forma e as prescrições para sua execução