1. EVOLUÇÃO EM DIREÇÃO À VIRULÊNCIA
1.1. SELEÇÃO DIRETA
1.1.1. O Fator de Virulência é selecionado e adquirido no mesmo nicho onde exerce sua função de interesse (ambiente hospedeiro), podendo também causar a doença.
1.1.2. O grau de dano infligido durante a exploração do hospedeiro, é diretamente proporcional à virulência do patógeno.
1.2. EVOLUÇÃO COINCIDENTE
1.2.1. Os Fatores de Virulência que foram selecionadas em um nicho podem exercer um fenótipo de interesse no outro nicho.
2. TEORIA DA EVOLUÇÃO (EVT)
2.1. VIRULÊNCIA
2.1.1. Descreve a redução da aptidão do hospedeiro causada pelo patógeno.
2.1.2. Pode ser um traço adaptativo.
2.1.3. Pode melhorar a aptidão do patógeno (circunstâncias).
2.2. Questiona por que a virulência evolui (ou desaparece).
2.3. A aptidão do patógeno e do hospedeiro está no centro do palco
2.3.1. A aptidão do patógeno tem a função de exploração e transmissão do hospedeiro.
2.3.2. Trade-off entre os danos e a replicação no hospedeiro, está no centro da exploração do hospedeiro + evolução da virulência.
3. AMBAS ESCOLAS DE PENSAMENTO
3.1. Desenvolvem experimentos para sondar a propagação em populações hospedeiras.
3.2. Questionam como a virulência funciona e por que evolui.
3.3. Incorpora dinâmica de aquisição, manutenção e expressão de virulência.
4. PERDA DE VIRULÊNCIA
4.1. Necessário para que um patógeno otimize a interação com:
4.1.1. Hospedeiro
4.1.2. Transmissão
4.1.3. Características que garantam a sobrevivência em reservatórios ambientais ou colonização de hospedeiros secundários.
4.2. Fatores de virulência são perdidos por mutantes trapaceiros.
4.2.1. Têm aptidão reduzida se FV´s, que expressam células do tipo selvagem estiverem ausentes do nicho.
4.3. Perda de FV´s pode ajudar a estabelecer uma coabitação de longo prazo com o hospedeiro.
4.3.1. Ex: Infecções crônicas.
4.4. Mudança do nicho replicativo principal dentro do hospedeiro.
4.4.1. Normalmente associada à degradação de genes de FV que se tornam obsoletos.
5. BIOLOGIA DA INFECÇÃO MOLECULAR (MIB)
5.1. Concentra-se nos mecanismos básicos da interação patógeno-hospedeiro.
5.2. Questiona como funciona a virulência
5.2.1. VIRULÊNCIA
5.2.1.1. Medida quantitativa da gravidade da doença, explicada pelas fatores de virulência do patógeno.
5.2.2. FATORES DE VIRULÊNCIA
5.2.2.1. Qualquer atributo genético que aumenta a chance de causar doenças em um hospedeiro.
5.2.3. DOENÇA
5.2.3.1. Explicada pelo repertório dos fatores de virulência de um patógeno e pelas respostas imunológicas do hospedeiro.
5.3. Os Fatores de virulência e as respostas do hospedeiro estão no centro do palco.
6. LIMITAÇÕES ATUAIS
6.1. Falta de ensaios que quantifiquem a aptidão do patógeno em todo o ciclo de vida.
6.2. Inventário incompleto das etapas relevantes do ciclo de vida.
6.3. Inventário incompleto de Fatores de Virulência
6.4. A escolha do sistema de ensaio requerida influencia a quantificação da virulência.
7. ECOLOGIA
7.1. Mudança ambientais podem impactar a aptidão de um determinado patógeno e a evolução de sua virulência.
7.2. Fatores : parâmetro que afete a frequência, gravidade, transmissão ou exploração do hospedeiro.
7.2.1. Clima
7.2.2. Fome
7.2.3. Distribuição de vetores
7.2.4. Densidade populacional do hospedeiro...
7.3. Essas alterações podem ser de origem antropogênica ou não.
8. EVOLUÇÃO PARA O AUMENTO DA VIRULÊNCIA
8.1. EVOLUÇÃO MÍOPE
8.1.1. Pode originar mutantes altamente virulentos
8.1.1.1. Entram no sangue hospedeiro.
8.1.1.2. Possuem vantagem em ambientes sem competidores.
8.1.1.3. A população desses mutantes é perdida devido a transmissão defeituosa.
8.2. RESISÊNCIA À COLONIZAÇÃO
8.2.1. Conferido pela competição pelo mesmo nicho.
8.3. AUMENTO DA DENSIDADE DO HOSPEDEIRO
8.3.1. É capaz de permitir que o patógeno maximize a virulência.
8.3.1.1. Alta taxa de mortalidade do hospedeiro.
8.4. ANTIBIÓTICOS
8.4.1. Podem potencializar a transferência horizontal de genes de resistência e fatores de virulência.
8.4.2. Seleção de fenótipos de virulência.
8.4.2.1. Ex: Seleção de clones de patógenos capazes de invasão do tecido do hospedeiro.