Produção, Tecnologia e Fisiologia de sementes

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Produção, Tecnologia e Fisiologia de sementes por Mind Map: Produção, Tecnologia e Fisiologia de sementes

1. Condicionamento fisiológico das sementes

1.1. Processo para condicionar a semente através de um conjunto de fatores

1.1.1. Germinação

1.1.2. Sanidade

1.1.3. Desenvolvimento de plântulas

1.1.4. Interfência nas relações sementes e ambiente

1.1.5. Aprimoramento das características físicas

1.2. Procedimentos

1.2.1. Hidrocondicionamento

1.2.1.1. Tratamento pré-germinativo

1.2.1.2. Imersão das sementes em água

1.2.1.3. Temperatura pré-estabelecida

1.2.2. Matricondicionamento

1.2.2.1. Hidratação com baixo potencial hídrico

1.2.2.1.1. Solutos orgânicos e inorgânicos

1.2.2.2. Embebição das sementes em meio sólido

1.2.3. Osmocondicionamento

1.2.3.1. Equilibrio osmótico

1.2.3.2. Emergência rápida e sincronizada

1.2.3.3. Pré-embebição das sementes

1.2.3.4. Absorção de água

1.3. técnica / propagação / controle

1.3.1. Controle de hidratação

1.3.2. Ativação dos processos metabólicos

1.3.3. Controle a protrução da raíz primária

2. Secagem

2.1. Funcionamento da secagem

2.1.1. Antecipação da colheita

2.1.2. Prolongar o armazenamento de sementes

2.1.3. Manter a germinação

2.1.4. Redução de perdas

2.2. Tipos de secagem

2.2.1. Secagem natural

2.2.1.1. Secagem a campo

2.2.2. Secagem artificial

2.2.2.1. Secagem estacionária

2.2.2.1.1. Forçar o ar através de uma massa de semente que permanece sem se movimentar

2.2.2.2. Secagem de fluxo contínuo

2.2.2.2.1. Secagem e resfriamento através da passagem contínua de semente

2.2.2.3. Secagem de fluxo intermitente

2.2.2.3.1. Passam com intervalos com e sem ar, após a secagem inicia-se o processo novamente

2.3. A secagem de sementes é o processo de remoção de úmidade contida na semente para preserva-lá

2.3.1. Aparência

2.3.2. Viabilidade

2.3.3. Qualidade nutritiva

3. Armazenamento

3.1. Preservar a qualidade e vigor das sementes

3.1.1. Temperatura

3.1.1.1. 15°C a 25°C dependendo da umidade relativa

3.1.2. Umidade relativa do ar

3.1.2.1. 12% - 15%

3.1.3. Circulação do ar

3.1.3.1. Uso de climatizadores

3.1.4. Limpeza do local

3.1.4.1. Local arejado e coberto

3.1.5. Organização

3.1.5.1. Uso de palets e empilhamento das sementes

4. Tratamento de sementes

4.1. Utilização de produtos e substâncias para o aumento de desempenho da semente no campo

4.1.1. Porque tratar?

4.1.1.1. O tratamento é uma técnica que potencializa e protege o desenvolvimento da semente a campo

4.1.1.1.1. Aplicação de

4.2. Termoterapia

4.2.1. Tratamento térmico com calor seco ou úmido para eliminar patógenos

5. Beneficiamento

5.1. Recepção e amostragem

5.1.1. Caracterização e identificação dos lotes de sementes que são recebidos na UBS.

5.1.2. Data

5.1.3. Pureza do produto

5.1.4. Espécie da cultivar

5.2. Pré-limpeza e operações especiais

5.2.1. Remoção de impurezas na pré-limpeza

5.2.1.1. Folha

5.2.1.2. Palha

5.2.1.3. Sementes de plantas daninhas

5.2.1.4. Ramos

5.2.2. Operações especiais

5.2.2.1. Desbulha

5.2.2.2. Descascamento

5.3. Limpeza de sementes

5.3.1. Separção de sementes deterioradas / danificadas

5.3.1.1. Tamanho

5.3.1.2. Peso

5.3.1.3. Forma

5.3.1.4. Cor

5.4. Classificação das sementes

5.4.1. Mesa de gravidade para classificação de sementes / separador de cilindro alveolado / transportadores

5.4.1.1. Cor

5.4.1.2. Densidade

5.4.1.3. Umidade

5.4.1.4. Peneira

5.4.1.5. Tamanho

5.5. Tratamento de sementes durante o armazenamento

5.5.1. Contra insetos e micro organismos

5.6. Transporte de sementes

5.6.1. Carregamento das sementes beneficiadas através de

5.6.1.1. Bags

5.6.1.2. Caminhão

5.6.1.3. Empilhadeiras

5.7. Planejamento de UBS

5.7.1. Deve ser organizada

5.7.1.1. Pré-limpeza

5.7.1.2. Secagem

5.7.1.3. Limpeza e classifcação

5.7.1.4. Tratamento

5.7.1.5. Embalamento

5.7.1.6. Armazenamento

6. Testes de germinação

6.1. Objetivo

6.1.1. Testes de germinação realizado em laboratório para saber a capacidade germinativa de determinado lote

6.1.2. Possibilitar o cálculo correto da quantidade de sementes para a semeadura

6.2. Testes realizados

6.2.1. Realizado em condições ótimas / controladas (água, luz e temperatura) seguindo as metodologias padronizadas

6.3. Materiais utilizados

6.3.1. Sementes

6.3.2. Papel germinativo

6.3.3. Água destilada

6.3.4. Germinador / BOD

6.3.5. Metodologia padrão para determinada cultura (soja e milho)

6.4. Interpretação do teste

6.4.1. Separação das plântulas e sementes

6.4.1.1. Plântulas normais

6.4.1.1.1. Plântulas que apresentam potencial para continuar o seu desenvolvimento e dar origem a plantas normais

6.4.1.2. Plântulas anormais

6.4.1.2.1. Plântulas que não apresentam potencial para continuar o seu desenvolvimento e dar origem a plantas normais, mesmo em condições favoráveis

6.4.1.3. Sementes não germinadas

6.4.1.3.1. Sementes duras, dormentes e mortas

6.4.1.3.2. Causas para anormalidade

6.4.2. Resultados

6.4.2.1. Expresso em porcentagem, % do número de sementes que produziram plântulas classificadas como normais, em condições e períodos especificados nas RAS

7. Teste de vigor

7.1. Objetivo

7.1.1. Complementam as informações obtidas no teste de germinação

7.1.2. Retratam comportamento das sementes sob ampla faixa de condições ambientais

7.1.3. Garantir bom estabelecimento das plântulas no campo.

7.1.4. Simulam amplas condições de campo

7.1.5. Indicam com maior segurança o potencial fisiológico dos lotes de sementes

7.2. Recomendação

7.2.1. Lotes ≥ 80% de germinação

7.2.2. Não predizem o n° exato de plântulas que irão emergir e sobreviver no campo, porem apresentam a % de vigor expressada no teste

7.3. Testes

7.3.1. Primeira contagem da germinação

7.3.2. Teste de frio

7.3.3. Teste de tetrazólio (soja)

7.3.4. Envelhecimento acelerado

7.3.5. Condutividade elétrica

7.3.6. Deterioração controlada

7.3.7. Índice de velocidade de germinação/emergência

7.3.8. Comprimento e massa seca de plântulas

7.3.9. Emergência de plântulas em campo/areia

7.3.10. Classificação do vigor de plântulas

7.4. Avalia o comprimento das plântulas normais: -20 sementes no terço superior do papel -Cuidado com a orientação das sementes no substrato -Teste conduzido como o teste de germinação -Realizar teste no escuro Medir as plântulas normais após período indicado

7.4.1. Como é feito: Avaliação Plântulas com maior comprimento são as mais vigorosas