1. Entrou em vigor em 16 de fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em, novembro de 2004
2. Condição para este entrar em vigor: necessitou da ratificação por 55 países, que juntos, produzem 55% das emissões de gases do efeito estufa ocorridas no ano de 1990.
3. Conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Kyoto. Foto: Toru Yamanaka/AFP
4. As metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, fixando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases, prevendo, a redução, para a União Européia em 8%, EUA em 7% e Japão em 6%
5. Países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil, México, Argentina, Índia e principalmente a China, não receberam, por ora, metas de redução
5.1. Porém, deverão manter a ONU informada sobre o nível de suas emissões, buscando o desenvolvimento de alternativas para a mudança do clima
6. * Reformar os setores de energia transportes; * Promover o uso de fontes energéticas renováveis;
7. Estabelece um calendário pelo qual os Países - membros tem a obrigação de reduzir a emissão de gases poluentes em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990, no período entre 2008 e 2012.
8. Firmado em 1997 na cidade de Kyoto no Japão
9. Trata-se de um acordo entre os países industrializados, que consiste no compromisso das diminuição de gases que provocam o efeito estufa
10. A redução das emissões dos gases poluentes deverá acontecer em várias atividades econômicas, sendo os países estimulados a cooperarem entre si, através de ações como:
11. *Eliminar mecanismos financeiros e de mercado inapropriados; *Limitar as emissões de metano no gerenciamento de resíduos e dos sistemas energéticos; e, *Proteger florestas e outros sumidouros de carbono.
12. Contudo, ante o rápido crescimento econômico de países emergentes, cuja base energética é dependente da queima de combustíveis fósseis, o aumento nas emissões de gás carbônico parece inevitável para as próximas décadas, frustrando os objetivos do Protocolo de Kyoto.