1. “Novo jornalismo”
1.1. A crise do conceito de objetividade;
1.2. Desenvolvimento histórias de “interesse humano”;
1.3. Separação do departamento de notícias e as editorias ;
1.4. Editoriais
1.4.1. Marcados por processos de construções simbólicas por parte de seus integrantes.
1.5. Jornalismo
1.5.1. Autor, protagonista de fatos de interesse público.
1.5.1.1. Investigação e da prática de um jornalismo interpretativo.
2. Jornalismo como "campo de produção de sentidos"
2.1. Sentidos a partir do que de fato ocorreu
2.2. Tendência moderna
2.2.1. Interna (valores, cultura);
2.2.2. Externa (condições e organização do veículo de comunicação, etc).
2.3. Sistema de codificação e produção da realidade
2.4. Mídia
2.4.1. Mediadora entre os mais variados campos sociais;
2.4.2. Legitimação e consolidação do real através da visibilidade proporcionada aos outros campos.
2.5. Valor-notícia
2.5.1. O jornalista age sobre a realidade social
2.6. Cada jornal produz o seu acontecimento singular com base em metodologias próprias.
2.7. Os sentidos não podem ser estabelecidos pelo jornal
2.7.1. Relação entre o dispositivo e o leitor.
2.7.1.1. Interpretação a partir de suas culturas, história de vida, ideologias, desejos, etc.
3. Dispositivo de produção de sentidos
3.1. Onde se constrói e se faz uma oferta da própria atualidade.
3.2. Realizada no interior de um campo que não é reprodutor da realidade.
4. Técnica de registro e de veiculação da realidade
5. Jornalismo como "lugar de passagem"
5.1. Era Vargas
5.1.1. Menor adjetivação, maior precisão com matérias mais enxutas.
5.2. Segundo essa nova postura, o jornalista deveria esquecer seus valores, sua história, seus princípios e fixar-se apenas nos fatos para narrá-los com precisão.
6. Manuais de Redação
6.1. Notícia de forma linear
6.1.1. Simplificação da notícia, a pouca criatividade;
6.1.2. A falta de investigação na apuração e a inexpressiva presença de interpretação.