1. Gadotti
1.1. Acredita que abrange apenas etapas da alfabetização.
2. " A legalização do direito a Educação ( Constituição de 1988), a regulamentação do EJA e a Lei das Diretrizes e Base da Educação de 1996."
3. Regulamentação
3.1. Constituição de 1988 ( CF/88)
3.1.1. Educação básico como direito de todos.
3.2. A EJA e a Educação Popular uma conexão necessária.
4. Desigualdade social.
4.1. Riquezas distribuídas de forma desigual.
4.2. Massacre das camadas menos favorecidas.
4.3. Duas classes.
4.3.1. Ricos.
4.3.2. Pobres.
4.4. Analfabetismo.
4.4.1. Processo de exclusão socioeconômico.
4.4.2. Estrutura social injusta.
5. Em 1.960
5.1. Surge a ideia de alfabetização de jovens e adultos.
5.2. Conceito de Educação Popular.
5.3. Intencionalidade política.
5.3.1. Não existe prática educativa neutra.
5.4. Pesquisas em educação.
5.4.1. Processos educativos de participação popular.
5.5. Conexão entre conhecimentos populares e acadêmicas cientifica.
5.5.1. Visando a transformação da realidade.
5.6. Prática educativa.
5.6.1. Parte da complexidade/ totalidade de conhecimento.
5.7. Método dialogo como prática educativa.
6. Introdução ao pensamento Paulo Freire.
6.1. Maior pensador pedagógico brasileiro e um dos maiores do mundo.
6.2. Nasceu em 1.921 em Recife.
6.3. Formado em direito.
6.4. Sonhava em ser professor e educador.
6.5. Em 1.960.
6.5.1. Criou o Movimento de Cultura Popular do Recife.
6.5.2. Criou o circulo de Cultura.
6.5.3. Criou o Centro de Cultura.
6.5.4. Lançou seu 1º livro "Educação como prática da liberdade".
6.6. Em 1.964.
6.6.1. Golpe militar
6.6.2. Paulo Freire exilado.
6.6.3. No exilio executou vários trabalhos em outros países.
6.7. Em 1.980.
6.7.1. Retorna ao Brasil
6.8. Em 1.989.
6.8.1. Torna-se secretário Municipal da Educação na cidade de São Paulo.
7. A EJA como figura de desordem.
7.1. Recriar espaços escolares para ingresso deste novo público.
7.2. Reelaborar a didática e a metodologia.
7.3. Desordem não deve ser confundida com bagunça.
8. Ingresso e matrícula
8.1. Diária e não por períodos.
8.2. Não existe obrigatoriedade de frequentar a escola.
8.3. Criado mecanismo de afastamento combinado.
8.4. Escola tenta se moldar a realidade do aluno.
9. Uma possível organização curricular para a Educação de Jovens e Adultos II.
9.1. Dialogo psicopedagógico.
9.1.1. Piaget e Vygostky são referenciais.
9.1.1.1. Desiquilibração cognitiva.
9.1.1.1.1. Reconstrução conceitual.
9.2. Dialogo epistemológico.
9.2.1. Empirismo pragmático positivista.
9.2.2. Formação de um pensamento dialético.
9.3. Dialogo.
9.3.1. Interfaces da cultura popular com a cultura elaborada.
9.4. Dimensões ético-crítica do dialogo na EJA.
9.4.1. Identificar situações limite.
9.4.2. Problematização do que levar em consideração.
9.4.2.1. Adequar-se a necessidades do aluno.
10. Abordagem ético-critica.
10.1. Inversão da abordagem conteudista.
10.1.1. Conteúdos de acordo com a realidade.
11. O planejamento pedagógico na Educação de Jovens e Adultos II.
11.1. Tema gerador e a construção da rede conceitual.
11.1.1. Investigação da realidade.
11.1.1.1. Como será trabalhada.
11.1.1.2. Problematizados, interpretada e contextualizado a partir da conjuntura socioeconômica.
11.2. Maior abrangência do campo de conhecimento.
11.3. Investigação das visões de mundo dos homens e os desafios.
11.4. Desdobramento em outros temas, que provocam novas tarefas.
11.5. Situações problema que diferem da visão de mundo dos educadores.
11.6. Todo tema gerador é um problema vivenciado e sua superação ainda não percebida.
12. Uma visão geral sobre processos e métodos de alfabetização.
12.1. Paulo Freire.
12.1.1. Pedagogia do oprimido (1.968).
12.1.2. Educação como prática da liberdade (1.965).
12.2. Educação bancaria.
12.2.1. Aluno nada sabe, professor detentor do conhecimento.
12.3. Pedagogia tradicional.
12.3.1. Alunos como objetos na educação.
12.3.2. Professor como detentor do saber.
12.3.3. Aula confêrencia.
12.4. Aluno dócil.
12.4.1. Medidas punitivas.
12.4.2. Sistema de submissão do aluno.
12.5. Fases do método de Freire.
12.5.1. Vocabulário.
12.5.2. Palavras geradoras. ( Fonética)
12.5.2.1. Riqueza.
12.5.2.2. Dificuldade.
12.5.3. Situações para trabalhar e desenvolver desafios para o grupo.
12.5.4. Fichas roteiro.
12.5.5. Fichas de decomposição fônica.
12.5.6. Transformações na educação.
12.5.7. Filosofia pedagógica.
13. A avaliação na Educação de Jovens e Adultos.
13.1. A avaliação na Educação de Jovens e Adultos.
13.2. Ver os resultados positivos e negativos, para tomar decisões.
13.3. Avaliação tradicional.
13.3.1. Ver se o aluno decorou a matéria.
13.4. Avaliação deve ser:
13.4.1. Participativa, global e permanente.
13.4.2. Respeitar o tempo de cada aluno.
13.4.3. o aluno deve compreender como será avaliado.
13.4.4. Aprendizado.
13.4.5. Autoavaliação.
13.4.6. Conselho ativo.
14. O analfabetismo não deve ser tratado como doença ou peste.
14.1. Buscar a cura nos projetos nacionais de alfabetização.
14.1.1. Propostas bem delimitadas.
14.1.1.1. Erradicar o analfabetismo.
14.1.1.1.1. Expressão da pobreza.
14.1.1.1.2. Combater as causas.
14.1.1.1.3. Busca por uma transformação real.
15. Alfabetização de jovens e adultos é:
15.1. Crucial.
15.2. Não é o único objetivo.
15.3. Não levam em consideração aspectos relevantes:
15.3.1. Visam apenas a erradicação do analfabetismo.
15.3.2. Cidadania.
15.3.3. Cultura.
15.3.4. Corporiedade.
15.3.5. Arte.
15.3.6. Política.
15.4. Disponibilidade de horário reduzido.
15.4.1. Jornada de trabalho extensa.
15.4.2. Saúde.
15.4.3. Lazer.
15.4.4. Família.
16. Sessão V da LDB , art 37 e 38.
16.1. Educação básica.
16.2. Visa a realidade dos alunos.
17. Educação Popular.
17.1. Reconhecimento de tensões existentes.
17.2. Mudar condições sociais postas.
18. Alguns pontos sobre a Escola Pública e a Educação Popular.
18.1. Educação com setores populares.
18.1.1. Educação.
18.1.1.1. Sujeito popular no sistema sociopolítico vigente.
18.1.2. Educação Participante.
18.1.2.1. Sujeito e grupos populares em movimentos sociais.
18.1.3. Educação Popular.
18.1.3.1. Apoio a movimentos populares.
18.2. Educação Popular e movimentos populares.
18.2.1. Sucessão de estratégias de ruptura do sentido rotineiro da Educação.
18.3. Relações afetivas.
18.3.1. Não é um nível.
18.3.2. Não é uma modalidade de trabalho pedagógico.
18.3.2.1. A) 1ª etapa definida como " Parte e instrumento de movimento de cultura popular."
18.3.2.2. B) 2ª etapa, nega ser escola, realizada por meio de unidades como "igreja, agência de saúde..."
18.3.2.3. C) Educação popular classificada como movimentos sociais.
18.4. Pontos importantes.
18.4.1. Não existe educação neutra.
18.4.2. Educação Popular é o referencial teórico pedagógico.
18.4.3. Educação Popular e a EJA lutam por uma transformação democrática da sociedade.
19. Pontos fundamentais na organização de uma escola para adultos.
19.1. Gestão de cuidados.
19.1.1. Instância do diálogo.
19.1.2. Cultura do acolhimento e gestão de cuidado.
19.1.3. Planejamento, participação do coletivo e distribuição de responsabilidade para todos.
19.1.4. Imprinting cultural.
19.1.5. Diálogo intercultural.
19.1.6. Não há espaços para punição.
19.1.7. Todos devem participar da construção de normas e regras.
19.1.8. Escola conectada com a vida dos alunos.
19.1.9. Compreender a dinâmica vivida pelos alunos.
19.1.10. Fatores como dinheiro, família, trabalho, podem ocasionar o distanciamento do adulto do ambiente escolar.
19.1.11. O ensino fundamental torna-se uma figura de desordem.
20. Uma possível organização de uma escola para adultos.
20.1. Em 1.989
20.1.1. Porto Alegre ( RS)
20.1.1.1. SEJA
20.1.1.1.1. Inspirada na Educação Popular.
20.1.1.1.2. Acabar com o preconceito em relação ao repetente.
20.1.1.1.3. Avaliação
21. Uma possível organização curricular para a Educação de Jovens e Adultos I.
21.1. Diálogo importante.
21.2. Agente ativo no processo de construção curricular.
21.3. Ideias de alunos são estimuladas .
21.4. Conteúdo escolar de acordo com a realidade.
21.5. Conscientização para transformara realidade.
22. Uma outra possibilidade de organização curricular.
22.1. Realidades contextualizadas.
22.2. Conteúdo prescrito.
22.3. Educação não é neutra.
23. O planejamento pedagógico na Educação de Jovens e Adultos I.
23.1. Planejamento coletivo envolve.
23.1.1. Socialização nas decisões.
23.1.2. Levantamento da realidade local.
23.1.3. Escolha das situações.
23.1.4. Redução temática.
23.1.5. Construção da programação e preparação das atividades.
23.2. Pesquisa sócio antropológica: Conhecendo a realidade.
23.2.1. 1º Passo, planejamento do coletivo.
23.2.1.1. Investigar a realidade do aluno.
23.2.2. Relação nos diversos espaços em que os alunos convivem.
23.3. Processo de pesquisa dividida em duas etapas:
23.3.1. 1º Todos participam e dão a sua opinião.
23.3.2. 2º Todos pesquisam a realidade do local.
23.3.3. Estabelecer a dialética entre o local, global e vice e versa.
23.3.4. Resultado desse processo obtêm as situações limites, que se tornam questões pedagógicas.
24. Metodologia e organização dos conhecimentos a partir do tema gerador.
24.1. Estudo da realidade problematização inicial.
24.1.1. Situações reais retirada de pesquisas.
24.1.1.1. Atividades relacionada ao tema.
24.1.1.2. Exposição de situações significativas.
24.2. Apreensão e compreensão do posicionamento do aluno referente a pauta.
24.3. Professor tem uma função mais voltada para levantar questionamento.
24.4. Fazer o aluno sentir a necessidade de aquisição de conhecimento.
24.5. Organização do conhecimento.
24.5.1. Orientação do professor para compreensão do tema.
24.5.2. Atividades variadas.
24.6. Aplicação do conhecimento.
24.6.1. Instigar os alunos a articular os conhecimentos.
24.6.2. Estrutura de conhecimento científico.
24.7. Algumas diferenças e semelhanças entre alfabetizar adultos e crianças.
24.7.1. Diferença:
24.7.1.1. O adulto tem consciência da necessidade social de sei uso e sente falta da alfabetização.
24.7.1.2. Não é permeado pelo lúdico.
24.7.1.3. Tentativa de escolarização anterior pode interferir positivamente ou negativamente.
24.7.1.4. Adulto é mais fácil de identificar a fase do grafismo.
24.7.2. Semelhanças:
24.7.2.1. Na fase de desenvolvimento da aquisição da escrita e da leitura.
25. A educação de Jovens e Adultos e o Mundo do trabalho.
25.1. Trabalho.
25.1.1. Existência humana.
25.1.2. Realização do ser humano.
25.1.3. Processo homem x natureza.
25.2. Taylorismo.
25.2.1. Até a década de 1.970.
25.2.2. Trabalho especializado.
25.2.3. Trabalho científico x Trabalho prático.
25.2.4. Problemas.
25.2.4.1. Pessoas como parte da máquina.
25.2.4.2. Processo de alienação.
25.2.4.3. Produção esmagando a criatividade e o prazer.
25.2.4.4. Individualização.
25.2.4.5. Concorrência.
25.3. Economia solidaria x economia popular.
26. A corporeidade na Educação de Jovens e Adultos.
26.1. Como o cérebro reconhece e utiliza o corpo como instrumento relacional com o mundo.
26.2. Traz a compreensão da complexidade humana.
26.3. Corpo consciente.
26.4. Paulo Freire na Guiné Bissau.
26.5. Expressão corporal relacionado a cultura.
26.6. A corporeidade é uma linguagem completa.
26.7. Ser biopsicossocial.
26.7.1. Relação consigo, com o outro, com o ambiente.
26.7.1.1. Interações com os sentidos.
26.8. Trabalho em grupo.
26.8.1. Valoriza a auto estima e a imagem do aluno.
26.8.2. Soluções em grupo.
26.8.3. Aprendem a se comunicar.
26.8.4. Explorar o conflito.
26.9. Jogos corporativos.
26.9.1. Jogos que promovam a reflexão em grupo.
26.9.2. Cooperação de todos.
26.9.3. Atitudes que reforçam o respeito.