1. RM
1.1. Com o desenvolvimento de técnicas avançadas de RM, esse método tem assumido um papel de destaque na avaliação do câncer de próstata
1.2. Permite a avaliação da próstata com resolução espacial e de contraste superior aos outros métodos
1.3. Pode ser empregada
1.3.1. no estadiamento locorregional
1.3.2. na detecção, na caracterização e na localização do câncer de próstata
1.3.3. no acompanhamento do paciente em vigilância ativa
1.3.4. na estratificação de risco e na recorrência do tumor
2. TC
2.1. É utilizada principalmente na avaliação de doença avançada para detecção de linfonodomegalias e de metástases a distância (sobretudo ósseas)
2.2. Não deve ser empregada no estadiamento local da doença
2.2.1. Pois apresenta baixa resolução de contraste na pelve, resultando em baixa sensibilidade para demonstrar extensáo extraprostática da lesáo e invasáo das vesículas seminais
3. Os métodos de imagem mais utilizados na avaliação dos órgãos do sistema reprodutor masculino, são a US e a RM
4. US
4.1. A avaliação ultrassonográfica da próstata é extremamente limitada
4.2. Apresenta baixa acurácia no diagnóstico e no estadiamento do tumor
4.3. Duas considerações anatômicas relevantes ao desenvolvimento do CaP são
4.3.1. Heterogeneidade, sua distribuição regional na próstata e sua origem multicêntrica
4.3.1.1. Esses fatores têm importância tanto do ponto de vista de diagnóstico (clínico e radiológico), quanto de tratamento
4.4. As principais indicações para realização da US endorretal nos pacientes com câncer ou quando há suspeita de câncer de próstata sáo
4.4.1. A presença de exame de toque retal anormal
4.4.2. Marcadores prostáticos séricos com valores aumentados
4.4.3. Sinais ou sintomas que sugiram doença metastática
4.4.4. Avaliação e controle de tratamento de câncer prostático
4.4.5. Para guiar biópsias