1. trata-se em mudar a atençao do paciente do que pode ser considerado como desagradavel.
1.1. sem contradições.
1.1.1. pergunta-se sobre aguem ou alguma coisa importante para a criança.
1.1.2. pode ser contado historias ou fazer uso de fones de ouvido direcionada a crianças ja condicionadas.
1.2. manejo bastante usado em anestesia.
1.2.1. a criança pode permanecer com o brinquedo desde que não atrapalhe o procedimento.
2. falar- mostra- fazer
2.1. iniciar a demonstração dos instrumentais pelo que gera menos ansiedade.
2.1.1. crianças com menos de 3 anos, ou com experiência negativa podem ficar sobre o colo da mãe ao entrar no consultório.
3. tecnica da distraçao
4. Controle da voz
4.1. e uma alterçao controlada do volume, tom e ritmo usada para influenciar o comportamento da criança.
4.1.1. a instruçao deve ser repassada de forma clara e consisa, deve-se fornecer comandos de maneira docil para estabelecer o comportamento guiado.
4.1.1.1. criacas menres de 3 anos nao sao competentes na linguagem verbal e nao verbal, e nao tem desenvolvimento cognitivo e so entende afirmaçoes diretas ou pedidos sobre objetos presentes.
5. tecnia da modelagem
5.1. tecnica de aprendizado pela observaçao ode a crianca apreensiva assiste outras crinaças ja condicionada sendo atendida.
5.1.1. modelo in vivo ou indireto
5.1.2. e impprtante que seja algem de admiraçao da criança ex: irmao primo.
5.1.2.1. faixa etaria de 3-13 anos.
5.1.2.2. o profissional deve ter conhecimento prévio da criança.
6. coação moral.
6.1. controle da voz- objetivas
6.2. desviar a atenção da criança
6.3. voz alta repentinamente , expressão facial, contenção física.
7. abordagem farmacologica
8. sedação consciente
8.1. monitoração
8.2. visual
8.3. saturaçao
8.4. frequência cardíaca
8.5. pressão sanguínea
8.6. Vias de administração
8.6.1. Enteral, inalatoria, parenteral, anestesia geral.
9. consiste em apresentar de forma gradativa a criança alguns elementos de consultório, oferecendo-lhes explicações verbais dos procedimentos numa linguagem simples.
9.1. lidar com o medo da criança frente a situações desconhecidas , ensinando-lhes aspectos importantes do tratamento e modelando suas respostas por meio da essencialização
9.1.1. familiarizar a crianca com instrumentos e objetos antes do procedimento propriamente dito.
10. Abordagem linguística
10.1. utilizada universalmente para pacientes cooperativos e não cooperativos.
10.1.1. com objetivo de promover um tratamento odontológico de excelência ajudando o paciente a ter atitude positiva em relação a saúde oral.
11. comunicaçao não verbal
11.1. reforçar o entendimento com um abraço
11.1.1. essa tecnica e usada para melhorar efeito das outras tecnicas.
11.1.1.1. não há contradições
11.1.1.2. pode-se transmitir muitas informações, desde agradado a desagradável.
12. comunicaçao verbal
12.1. onde o dentista deve falar com a criança e realizar o comando de reforço positivo.
12.1.1. ex: vamos la voce consegue!
12.1.1.1. olha que legal, você chorou mais deixou.
13. reforço positivo
13.1. gratificação da criança quando ela tem atitudes ou comportamento positivo, motivando a sua repetiçao.
13.1.1. deve ser realizada logo apos a atitude positiva.
13.1.1.1. frases na 1 pessoa
13.1.1.1.1. deixe seus braços quentinhos para que eu possa deixar seus dentes branquinhos.
14. falar - mostra - fazer
15. abordagem física
15.1. objetivo. obter a atençao da criança,
15.2. eliminar comportamentos de fuga e esquiva.
15.3. aumentar a autoconfiança da criança a coopera com o atendimento.
15.4. garantir a segurança durante a aplicação dos cuidados odontológicos.
15.4.1. Mao sobre a boca
15.4.2. Contenção física
15.4.3. usada em pacientes que nao colaboram no atendimento.(urgências consentida pelos pais.
16. Abordagem farmacológicos
16.1. Nível mínimo de depressão da consciência que mantém a habilidade do paciente de manter uma via aérea e responder apropriadamente a estimulos fisicos e verbais e que é produzido por um método farmacológico ou não farmacológico ou por uma combinação de ambos.
16.2. Conforto do paciente
16.2.1. Controlar o medo, ansiedade, vômito.