1. FENOMENOLOGIA
1.1. Subjetividade
1.1.1. O sujeito tem que dar um sentido ao objeto, senão ele (objeto) não existirá
1.1.1.1. Eu sou um corpo.
1.1.1.1.1. NOEMA = fenômeno, parte objetiva.
1.1.1.1.2. NOESIS = parte subjetiva da relação da cosnciência.
1.2. Alteridade
1.2.1. Reconheço meu EU no outro. Quando eu vejo o outro, não vejo SÓ o outro, eu vejo a psique do outro. Sem o outro não há EU. Possibilidade de se reconhecer no outro.
1.3. Temporalidade
1.3.1. Tempo na consciência (Kant) O pensamento kantiano tem a pobreza de uma forma a priori concebida de modo especulativo. Husserl tem a riqueza de uma forma igualmente a priori, mas descoberta da experiência natural.
1.4. Corporeidade
1.4.1. Para Husserl somos um corpo. É uma razão encarnada desse corpo e vivemos ele como um todo. Presentificação.
1.5. Narrativa
1.5.1. Manifestação descritiva da existência. Estratégia quelitativa de pesquisa fenomenológica. É atualizável.
2. Influências do desejo, ilusão, recordação, imaginação, percepção.
3. O EU transcendental é um retorno a Kant, é uma versão refinada da teoria kantiana. Colocar o mundo entre aspas é impossível, porque a consciência está no mundo (é como pular a própria sombra).
4. NOESIS = parte subjetiva da relação da consciência.
5. O desafio da fenomenologia é tentar explicar de forma "simplificada", compreensível, sobre elementos muito abstratos. REALISMO X IDEALISMO O fenômeno é a aparição do objeto. Toda teoria pode ser fenomenológica desde que ela esteja aberta para pensar sobre ela mesma. A vivência preenche a experiência!
6. PLATÃO: O significado das coisas está dentro de nós. Era mais existencialista, a mudança viria por iluminação, conhecimento interno. ARISTÓTELES: O significado das coisas está no objeto (está fora). A mudança vem do meio, da consciência de se conhecer e saber que é impossíivel mudar.
7. O QUE é o ser?
7.1. Agostinho x Aquino Agostinho defende Platão. Aquino defende Aristóteles.
8. O QUE é o homem?
8.1. Husserl
8.1.1. Intencionalidade da consciência
8.1.1.1. Evidência Apodítica
8.1.1.1.1. Intenção = Significar intensionalmente um objeto Intuição = è o preenchimento da intenção
8.1.2. Lebenswelt - mundo da vida
8.1.2.1. A forma que o homem lida com a realidade está sempre ligada com a sua percepção de mundo da vida com suas vivências.
8.1.2.1.1. Objeto categorial Representa a unidade de muitos vividos de correlação entre aquilo que é atual e aquilo que é inatual.
8.2. Descartes
8.2.1. Bifurcação cartesiana
8.2.1.1. Res Cogitans - Sujeito permanente Res Extensae - Substancia que não pensa
8.3. Kant
8.3.1. Inversão copernicana
8.4. Kant começa ler Newton, acha as Leis da Física incriveis: - Espaço Absoluto - Tempo Absoluto - Causalidade (causa e efeito) Afima que as estruturas da nossa consciencia é que nos faz perceber as Leis da Causalidade
8.5. Hume
8.5.1. Entende Newton, concorda, mas questiona: Onde estão essas leis? O que define um tempo absoluto?
9. QUEM é o homem?
9.1. Surge o terceiro caminho: Fenomenologia Realidade e Consciência caminham juntos para um lugar chamado VIDA HUMANA. Razão Vital, o homem é uma razão instalada na vida. Tem interferência do seu EU nas coisas.
9.1.1. Ortega y Gasset
9.1.1.1. Ortega faz crítica direta ao positivismo. Os 3 movimentos: - CERA: Consciência carimbada pela realidade (pelo meio) - O QUE É O SER? - CONTIDO Mente regula a realidade. - O QUE É O HOMEM? - DII CONSENTES Deuses Romanos (nasciam e morriam juntos). - QUEM É O HOMEM?
9.1.1.2. Raciovitalismo Filosofia da razão vital. A razão encarnada na vida Separar a vivência da consciência para ver o mundo real.
9.1.2. FENOMENOLOGIA
9.1.2.1. Percepção consciência mundo
9.1.2.1.1. NOEMA = fenômeno, parte objetiva.
9.1.2.2. Epochè
9.1.2.2.1. Reduzir o fenômeno, exercício de desconstrução, Analisar cada movimeno da vivência do fenômeno. Eidos - exame filosófico fenomenológico. Essência.