Câncer colorretal

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Câncer colorretal por Mind Map: Câncer colorretal

1. Forma hereditária

1.1. 3 a 12 % dos casos de CCR

1.2. ocorre em indivíduos que herdaram de seus pais o gene supressor

1.3. pode ou não ter pólipos

1.4. 10 % dos casos de câncer de colorretal

2. Forma familiar

2.1. possui uma incidência alta na família

2.1.1. Mas não segue um padrão das outras doenças hereditárias

2.2. representa 20 % dos casos

3. resultado mutações no código genético de células epiteliais colônias

3.1. células neoplasicas de células epiteliais do intestino grosso

3.2. Oncogene

3.2.1. Oncogene SRC

3.2.1.1. codifica uma proteina que modifica o citoesqueleto

3.2.1.1.1. causa de Carcinogenese

3.2.2. C-MyC

3.2.3. C-ERBB2

4. Instabilidade de microssatélite ou fenótipo mutador

4.1. qualquer alteração no tamanho da sequência repetitiva de DNA por inserções e deleções

4.2. Genes com sequência repetidas são particularmente sucetíveis

4.3. Para gerar tumores com alta frequência de afinidade

4.3.1. necessário a inativação bialelica de MSH2 e MLH1

5. Câncer de colorretal hereditário sem polipose ( síndrome de lynch):

5.1. Herança autossômica dominante

5.2. Um adenoma Ou poucos pólipos

5.3. Genes de reparo - MLH1, MSH2,MSH6 e MPS2

5.4. Predomina lado direito do cólon (70 %)

5.5. Rápida evolução para câncer

5.6. Fatores de rastreio

5.6.1. - pelo menos 3 membros da família

5.6.2. No mínimo 2 gerações da família

5.6.3. - No mínimo 2 gerações da família acometida , pelo menos um parente de 1 grau

5.6.4. Câncer relacionados

5.6.4.1. adenocarcinoma de endométrio

5.6.4.2. o câncer de intestino delgado

5.7. Tumorigenese acelerada

5.7.1. mutação em um dos 4 genes de reparo por emparelhamento errôneo do DNA e transformam se rapidamente quando ocorre mutação do gene APC

6. Polipose adenomatosa familiar

6.1. Herança autossômica dominante

6.2. Menos de 1 % dos casos de CCR

6.3. Centenas de pólipos

6.4. Localização no Início do colo distal e reto

6.5. Mutação germinativa - gene APC (supressor)

7. Polipose juvenil familiar

7.1. Herança autossômica dominante

7.2. Pólipos hamartomatosos ( benignos)

7.3. Genes supressores - PTEN e SMAd4

7.4. Pólipos hamartomatosos

7.4.1. camada epitelial que recobre o pólipo fica suceptivel a mutação (APC)

7.4.1.1. adenoma

7.4.1.1.1. câncer

7.5. Pólipo - predominância de lâmina própria ( estroma)

7.6. Manifestação - ente 4 e 14 anos de idade

8. Síndrome polipose juvenil

8.1. Menos 5 pólipos juvenis no cólon ou reto

8.2. Pólipos juvenis em outras áreas do trato gastrointestinal

8.3. Rastreio

8.3.1. Qualquer número de pólipos juvenis

8.3.2. uma história familiar positiva

9. Genes modificadores

9.1. Cox-1

9.1.1. componente construtivo de células normais

9.2. Cox-2

9.2.1. gene que está associado com inflamação e Carcinogenese

9.2.2. responsável por aumentar a expressão em 43% dos adenomas e 86 % dos carcinomas.

9.2.3. regula a angiogenese e a Apoptose

9.2.4. aumentam a expressão da COX

9.2.4.1. metabolismo do ácido aractodonico

9.2.4.2. neoplasia

9.2.4.3. inflamação crônica

9.2.5. Antagonistas da COX-2 são úteis na regressão e prevenção de pólipos e PAF

9.3. O gene ppar

9.3.1. pertence a uma família de receptores nucleares que atuam como ativadores transcricionais

9.3.1.1. mediado pelo gene APC

9.3.2. com via de COX

9.4. A família dos receptores de proteina G

9.4.1. Gastrina

9.4.1.1. fator trófico da mucosa do cólon e pode atuar na tumorogenese promovendo o estado de hipergastrinemia

9.4.2. Receptores muscarideos colinergicos

9.4.2.1. ácidos da bíle se ligam a esses receptores( M3) e pode promover o crescimento de células cancerígenas

10. Quadro clínico

10.1. Sangue nas fezes

10.2. Alterações no hábito intestinal

10.3. Fraqueza

10.4. Anemia

10.5. Perda de peso sem causa aparente

10.6. Dor ou desconforto abdominal

10.7. Massa ( tumoração abdominal)

10.8. Alterações nas fezes ( muito finas ou muito compridas

10.9. Quanto à topografia da lesão

10.9.1. Ceco e cólon ascendente

10.9.1.1. Anemia ferropriva por sangramento insidioso e oculto.

10.9.1.1.1. Esses tumores apresentam uma perda maior de sangue em comparação a outros locais do cólon...

10.9.1.2. Pode haver melena.

10.9.1.3. Ou seja:

10.9.1.3.1. Lesões que causam ulceração e perda sanguínea crônica.

10.9.2. Cólons descendente, sigmoide e reto

10.9.2.1. Obstipação

10.9.2.1.1. Devido ao menor calibre do intestino no lado esquerdo.

10.9.2.2. Hematoquezia

10.9.2.2.1. Principalmente em CA de retossigmoide.

10.9.2.3. Ou seja:

10.9.2.3.1. Mudança de hábito intestinal.

10.9.2.3.2. Dor abdominal.

10.9.2.3.3. Tenesmo.

10.9.2.3.4. Obstrução intestinal.

11. 3 causa mais comum de mortes por câncer

11.1. Adenocarcinoma é o mais comum

12. Forma esporádica

12.1. sem nenhuma predisposição hereditária

12.2. 70 % dos casos de ca colorretal

12.3. mais comum em : pessoas com 50 anos

13. sequência adenoma-carcinoma

13.1. Proposta por Fearon e vogelstein

13.1.1. mutações nos genes supressores tumorais e oncogênese que levam ao surgimento do câncer ocorrem em ordem Específica

13.2. Mutação no gene APC

13.2.1. Hipometilacao

13.2.1.1. Mutação no gene k-RAS

13.2.1.1.1. mutação no gene DCC

13.2.1.1.2. oncogene

13.2.1.1.3. Quando mutado, ativa uma cascata de sinalização intracelular

13.2.1.1.4. O genes da família RAs

13.2.1.1.5. Terapia direcionada ao bloqueio de EGFR

13.2.1.1.6. causam aumento da metiltranferase

13.2.1.1.7. causam aumento da ciclina D1

13.2.1.1.8. Causam aumento da gastrina

13.2.2. gene supressor

13.2.3. Localizado no cromossomo 5q21-q22

13.2.4. possui 15 exons que inibe a atividade da proteina b-catenina

13.2.5. beta-1 associada com a transdução de sinal em vias envolvidas com o crescimento e proliferação celular

13.2.6. Inativação do gene APC é achado precoce no desenvolvimento CCR

13.2.6.1. Essa inativação leva a

13.2.6.1.1. perda de um alelo

13.2.6.1.2. Introdução de um códon de parada da tradução

13.2.7. Alterações do APC são detectadas em cerca de 75 % dos casos de CCR esporádico

13.2.7.1. permitindo desenvolvimento do epitélio hiperproliferativa

13.2.8. APC tem função de inibir a atividade da proteina B- Caterina

13.2.8.1. B-catenina

13.2.8.1.1. transdução de sinal associada a proliferação celular

13.2.8.2. APC e b-catenina formam um complexo para a degradação da b-catenina

13.2.8.2.1. Quando esse complexo não se forma

13.2.9. Possivelmente afeta a taxa de divisão celular ou Apoptose

14. Fatores de Risco

14.1. Dieta

14.1.1. associação

14.1.1.1. alimento de gordura animal

14.1.1.2. Carnes vermelhas

14.1.1.3. Alimentos calóricos

14.1.2. comidas preparadas a temperaturas muito altas criam substâncias químicas que podem aumentar o risco de câncer

14.2. Obesidade

14.2.1. sobretudo

14.2.1.1. Abdominal

14.2.1.1.1. Resistência insulínica

14.2.2. esse risco tende a ser mais importante nos homens

14.3. Diabetes Mellitus

14.4. Tabagismo

14.4.1. limitar o consumo de álcool a 2 doses por dia para homens e 1 dose por dia para mulheres gera um menor risco

14.4.2. mais conhecido por ser fator de risco do ca de pulmão, mas grande indutor para outros cânceres, como o colorretal

14.5. Etilismo

14.6. Colecistectomia

14.7. Endocardite infecciosa

14.7.1. por Streptococcus bovis

14.8. Radioterapia

14.9. Idade maior que 50 anos

14.10. Sedentarismo

14.11. baixo nível de vitamina D

14.12. histórico pessoal de pólipos adenomatosos ou câncer colorretal

14.12.1. principalmente se os pólipos são volumosos ou em grandes quantidades

14.12.2. as pessoas que já tiveram câncer colorretal, mesmo que já tenham sido tratadas cirurgicamente com retirada completa, são mais propensas a desenvolver novos cânceres em outras áreas do cólon e reto

14.12.2.1. as chances de isso acontecer são maiores se o primeiro câncer colorretal foi diagnosticado quando a pessoa era mais jovem

14.13. histórico pessoal de doença inflamatória intestinal

14.13.1. pessoas que apresentam doença inflamatória intestinal

14.13.1.1. como colite ulcerativa e doença de Crohn, com evolução de longa data, têm maiores chances de desenvolver câncer colorretal

14.13.2. a doença inflamatória intestinal é diferente da síndrome do intestino irritável, que não aumenta o risco de desenvolvimento da doença

14.13.3. Mutação

14.13.3.1. Linhagem germinativa

14.13.3.1.1. polipose adenomatosa familiar

14.13.3.2. Linhagem somática

14.13.3.2.1. câncer esporádico

14.14. histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos adenomatosos

14.15. síndromes hereditárias

14.15.1. Síndrome de Lynch

14.15.2. FAP

14.15.2.1. Polipose Adenomatosa Familiar

15. Rastreio

15.1. exames

15.1.1. pesquisa de sangue oculto nas fezes

15.1.1.1. teste mais barato

15.1.1.2. mais utilizado

15.1.1.3. especificidade afetada pelo...

15.1.1.3.1. uso de AINEs

15.1.1.3.2. divertículos

15.1.1.3.3. hemorroidas

15.1.1.3.4. outras fontes de sangramento do TGI

15.1.1.3.5. consumo de carne vermelha e alguns vegetais

15.1.2. retossigmoidoscopia flexível

15.1.2.1. examina até 60 cm do reto e cólon distal

15.1.2.2. especificidade de quase 100%

15.1.2.3. método de visualização mais barato

15.1.2.3.1. desconforto associado à preparação intestinal

15.1.2.4. desvantagens

15.1.2.4.1. desconforto associado ao próprio procedimento

15.1.2.4.2. incapacidade de observar lesões mais proximais

15.1.2.5. pode ser realizada no consultório do médico de tratamento primário

15.1.3. clister opaco com duplo contraste

15.1.3.1. método radiológico para detecção de CCR

15.1.3.2. método de visualização mais seguro

15.1.3.3. exige preparação intestinal

15.1.3.4. apresenta maior sensibilidade para pópilos >0,6cm

15.1.3.5. desvantagem

15.1.3.5.1. necessita de endoscopia para biopsia das lesões identificadas

15.1.4. colonoscopia

15.1.4.1. padrão ouro para a detecção de CCR

15.1.4.2. desvantagem

15.1.4.2.1. associada à maior taxa de complicação

15.1.4.2.2. maior custo

15.2. o CCR é adequado para rastreio

15.2.1. pois a detecção precoce está associada a melhor sobrevida

15.3. os testes de rastreamentos disponíveis também têm sensibilidade e especificidade aceitáveis

15.4. recomenda-se a realização de rastreio mais cedo se houver fatores de risco associados

16. Fatores de proteção

16.1. uso de AINES (Anti-Inflamatório Não Esteroidal)

16.1.1. Pois agem bloqueando

16.1.1.1. COX-1 e COX-2(principalmente)

16.1.1.1.1. Pois assim irá diminuir a cascata da inflamação

16.2. cessar com etilismo e tabagismo

16.3. manter dieta rica em fibras, cálcio, verduras e cereais

16.4. priorizar alimentos in natura ou minimante processados

16.5. prática regular de exercícios físicos para manutenção do peso corporal adequado

17. Genes de reparo de DNA

17.1. HMLH1

17.1.1. proteínas MLH1 e hPMS2 são responsáveis pela retirada de nucleotídeo errados presentes na fita recém-sintetizada

17.2. Hmsh2

17.2.1. liga-se com a hMSH6 e esse complexo detecta erros na incorporação , inserção e deleção de um nucleotídeo

17.3. Hmsh3

17.3.1. liga se hmsh2 e esse complexo detecta deleções ou inserções de 2 a 4 pares de bases

17.4. Hmsh6

17.5. Hpms1

17.6. HPMS2

17.7. A inativação desse sistema pode promover a formação de tumor

17.8. São genes responsáveis pela substituição dos nucleotídeos que podem ser pareados de forma ERRADA

17.8.1. Logo, se ocorrer erros nesses genes

17.8.1.1. Pode ser criada novas sequências genéticas e predispor a cél. ao processo de Carcinogênese