DPOC
por Joyce Sthephanny
1. Fisiopatologia
1.1. DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica
1.2. A exposição dessas partículas por inalação (especialmente a fumaça do cigarro) pode causar inflamação das vias respiratórias e dos alvéolos.
1.3. Este processo é mediado pelo aumento da atividade da protease e diminuição da atividade antiprotease liberada pelos neutrófilos e outras células inflamatórias
1.4. Esse desequilíbrio entre a protease e a anti-protease é o principal mecanismo do componente enfisema da doença, devido a deterioração da elastina e subsequente perda de integridade alveolar, que consequentemente, causa hiperinsuflação e dificuldade de expiração
2. Diagnóstico
2.1. Sintomatologia dos Pacientes
2.2. Exames Físicos
2.3. Fundamental realizar espirometria
2.4. Raio-X de tórax
3. Referências:
3.1. PORTO, C.C. Semiologia Médica, 8ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2019.
3.2. KUMAR, V.; ABUL, K.; ABBAS, A.K.; ASTER, J.C. Robbins patologia básica. 10. ed. Elsevier, Rio de Janeiro, 2018.
3.3. CAMPOS, Hisbello S. Asma: suas origens, seus mecanismos inflamatórios e o papel do corticosteróid. Rev. Bras. Pneumol. Sanit., Rio de Janeiro , v. 15, n. 1, p. 47-60, dez. 2007 . Disponível em <http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1982-32582007000100007&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 06 abr. 2022.
4. Causas:
4.1. Tabagismo
4.2. Exposição ao fumo
4.3. Poluição do Ambiente
4.4. Gases irriantes/nocivos
5. Manifestações Clinicas:
5.1. Tosse
5.2. Dispneia
5.3. Sibilância
5.4. Expectoração Crônica
6. ASMA
6.1. Inflamação crônica das vias aéreas
6.2. Hiperreatividade
6.3. Fatores desencadeantes:
6.3.1. Alergénos inalatórios
6.3.2. Mudanças climáticas
6.3.3. Estresse/esforço fisíco
6.4. Diagnóstico:
6.4.1. Clínico
6.4.2. Espirometria
6.5. Classificação:
6.5.1. Intermitente:
6.5.1.1. Menos de uma vez na semana
6.5.2. Persistente leve:
6.5.2.1. Pelo menos uma vez na semana
6.5.3. Persistente Moderada
6.5.3.1. Diária
6.5.4. Persistente Grave:
6.5.4.1. Crises frequentes