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ORTODONTIA por Mind Map: ORTODONTIA

1. MATURIDADE ESQUELÉTICA

1.1. Na dentadura decídua e mista vou utilizar a ortodontia preventiva e interceptiva e na permanente vou usar a corretiva

1.2. Excesso ou falta do crescimento de mandíbula e maxila vai levar a má oclusão

1.3. DIREÇÕES DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO CRANIOFACIAL

1.3.1. TRANSVERSAL

1.3.1.1. O sentido transversal poderemos ter a mordida cruzada posterior

1.3.1.2. TRATAMENTO

1.3.1.2.1. disjuntor de Haas

1.3.2. ANTERO-POSTERIOR

1.3.2.1. é a desarmonia de maxila e mandíbula causada pela classe ll e lll

1.3.2.2. TRATAMENTO

1.3.2.2.1. aparelhos ortopédicos funcionais, como o bionator de alters, aparelho extra bucal (infância) e na fase adulta vou usar a movimentação ortodôntica ou cirurgia ortognática

1.3.3. VERTICAL

1.3.3.1. no sentido vertical podemos ter a mordida aberta anterior

1.3.4. CLASSE II ESQUELÉTICA

1.3.4.1. PODE TER 3 COMBINAÇÕES

1.3.4.1.1. maxila normal e mandíbula retrognata

1.3.4.1.2. maxila protruída e mandíbula normal

1.3.4.1.3. maxila protruída e mandíbula normal

1.3.5. CLASSE III ESQUELÉTICA

1.3.5.1. maxila retruída e mandíbula normal

1.3.5.2. maxila normal e mandíbula retruída

1.3.5.3. maxila retruída e mandíbula protruída

1.4. Como ocorre o crescimento das estruturas craniofaciais?

1.4.1. Acontece uma remodelação óssea, processo o qual as estruturas tomam forma e tamanho, crescendo simultaneamente

1.5. MECANISMO DE CRESCIMENTO ÓSSEO

1.5.1. CRESCIMENTO APOSICIONAL

1.5.1.1. Por meio de deposição e reabsorção óssea

1.5.1.2. É produzido pela deposição, aposição (+) de osso novo em um dos lados da lâmina cortical, com reabsorção do lado oposto (-)

1.5.2. CRESCIMENTO SUTURAL

1.5.2.1. Maxila cresce pra cima e pra trás e desloca para baixo e para frente

1.5.2.2. É mais ou menos com a chegada dos segundos molares e a troca dos dentes posteriores que a mandíbula começa ter o surto de crescimento mandibular no sentido ântero-posterior

1.5.2.3. O desenvolvimento da mandíbula é a partir da cartilagem de meckel

1.5.2.4. O condilo mandibular cresce e desenvolve para cima e para trás e desloca pra frente e para baixo

1.6. TEORIAS DO DESENVOLVIMENTO MANDIBULAR

1.6.1. 1. Desenvolvimento do Tecido Mole que leva a mandíbula para frente e para baixo, e o côndilo completa o espaço resultante

1.6.2. 2. Apresenta uma direção de crescimento oblíqua para cima e para trás deslocando toda a mandíbula para frente e para baixo

1.7. MECANISMO DO BUCINADOR

1.7.1. O mecanismo do bucinador é o equilíbrio entre, língua, bucinador direito e esquerdo e orbicular do lábio

1.8. como detectar o pico de crescimento da mandíbula?

1.8.1. Osso sesamóide (aparece 12 meses antes do pico de crescimento mandibular)

1.8.2. Características sexuais secundárias (aparece após o pico de crescimento, mais ou menos 6 meses)

1.8.3. Radiografias carpais

1.9. ESTÁGIOS DE OSSIFICAÇÃO

1.9.1. 1. Crescimento lateral da epífise

1.9.2. 2. Largura da epífise igual a da diáfise

1.9.3. 3. Capeamento (nessa fase que vamos utilizar o aparelho funcional e também ocorre o pico de crescimento mandibular e satural)

1.9.4. 4. Início da fusão da epífise

1.9.5. 5. Fusão completa (nessa fase que é feita a cx ortognática

2. MORDIDA ABERTA ANTERIOR

2.1. é definida como má oclusão sem contato na região anterior dos arcos dentários, apenas dentes posteriores em oclusão

2.2. é diferente de overjet (dente p/frente, sobressaliência), overjet não é mordida aberta

2.3. requer intervenção imediata após 5 anos de idade

2.4. diagnóstico e tratamento precoce

2.5. FATORES ETIOLÓGICOS

2.5.1. Ambiente (hábitos deletérios [chupeta, chupar dedo], respiração bucal, traumatismos)

2.5.2. Genética ( padrão de crescimento, patologias)

2.6. Porque a partir dos 5 anos de idade o habito de sucção passa a ser considerada um habito deletério?

2.6.1. Acarreta em implicações morfológicas e funcionais negativas e com possibilidade de auto correção cada vez menor

2.7. SUCÇÃO DIGITAL

2.7.1. acarreta na inclinação vestibular dos incisivos superiores e inclinação lingual dos incisivos inferiores

2.7.2. EFEITOS

2.7.2.1. mordida aberta anterior causada por sucção digital (mais larga)

2.7.2.2. mordida aberta anterior causada por sucção de chupeta (mais arredondada)

2.8. INTERPOSIÇÃO LINGUAL OU POSICIONAMENTO LINGUAL ATÍPICO

2.8.1. PODE SER CLASSIFICADO EM

2.8.1.1. primário

2.8.1.1.1. quando é o fator desencadeante (ela que causa a mordida aberta)

2.8.1.2. secundário

2.8.1.2.1. quando se adapta a uma condição morfológica pré-estabelecida (quando a mordida aberta é causada por outros hábitos)

2.9. CLASSIFICAÇÕES DA MORDIDA ABERTA ANTERIOR

2.9.1. dentária

2.9.1.1. quando o hábito de dedo e chupeta está causando uma obstrução da irrupção normal dos dentes anteriores, sem o envolvimento do processo alveolar (está impedindo o dente de terminar sua irrupção). Aparelhos que vou utilizar: esporão colado e grade palatina

2.9.2. dentoalveolar

2.9.2.1. existe um compromentimento do desenvolvimento ósseo, pois o fator está bloqueando o seu curso normal de desenvolvimento (já tenho um comprometimento do processo alveolar)

2.9.3. esquelética

2.9.3.1. existe uma displasia craniofacial, não tem haver com dentes e sim com osso, tem que fazer cirurgia

2.10. TRATAMENTO

2.10.1. Grade palatina: vou usar quando for dentária ou dentoalveolar

2.10.2. Bite block: quando for esquelética

2.10.3. Aparelho extrabucal tração alta

2.10.4. Esporão lingual colado (ortodontia corretiva, dentadura mista ou permanente)

2.11. APARELHOS PARA MORDIDAS ABERTAS DENTÁRIAS

2.11.1. ESPORÃO COLADO

2.11.1.1. È utilizado nos incisivos como tratamento da deglutição atípica por pressionamento lingual, podendo ser aplicado tanto no arco superior como no inferior

2.11.1.2. A vantagem de seu uso é ser uma método rápido

2.11.2. GRADE PALATINA

2.11.2.1. Restrito aos incisivos agindo somente como um obstáculo mecânico impedindo a sucção de dedos ou chupeta e mantendo a língua em posição

2.11.2.2. REMOVÍVEL

2.11.2.2.1. PLANEJAMENTO

2.11.2.3. FIXA

2.11.2.3.1. PLANEJAMENTO

2.12. MORDIDA ABERTA ESQUELÉTICA

2.12.1. CARACTERÍSTICAS

2.12.1.1. Excesso vertical maxilar

2.12.1.2. Irrupção excessivas dos dentes posteriores

2.12.1.3. Rotação anti horária do processo palatino

2.12.1.4. Aumento na altura facial anterior inferior

2.12.1.5. Rotação horária da mandíbula

2.12.1.6. Ramo mandibular curto

2.12.1.7. Ângulo goníaco obtuso

2.12.2. TRATAMENTO

2.12.2.1. bite block

2.12.2.1.1. Aparelho removível

2.12.2.1.2. É um bloco de mordida com grade (não necessariamente)

2.12.2.1.3. Constitui de um bloco de acrílico cuja função é interpor o apoio oclusal entre os dentes posteriores

2.12.2.1.4. A espessura do bite block excede o espaço livre de 3 a 4 mm

2.12.2.2. aparelho extrabucal tração alta

2.12.2.2.1. Controla a extrusão dos dentes posteriores

2.12.2.2.2. Para efeito ortopédico pode ser usado por 12 a 14h

2.12.2.2.3. PRINCIPIO DE AÇÃO

2.13. oclusão normal

2.13.1. esqueleto facial equilibrado

2.13.2. harmonia no crescimento entre maxila e mandibula

2.13.3. bom posicionamento dentario

3. CONCEITO PADRÃO III

3.1. Padrão I: equilíbrio entre as bases ósseas (maxila e mandíbula), apresenta perfil mais agradável, perfil mais reto com uma leve convexidade

3.2. Padrão II: perfil bem convexo, a mandíbula é curta

3.3. Padrão III: face com mandíbula grande, anb menor que 2

3.4. ETIOLOGIA

3.4.1. Deficiência maxilar (maxila pobre)

3.4.2. Prognatismo mandibular

3.4.3. Combinação das duas

3.5. CARACTERISTICAS DO PACIENTE

3.5.1. Volume do lábio inferior maior que o superior

3.5.2. Altura do terço inferior é aumentada nos casos de prognatismo mandibular e normal nos casos de deficiência maxilar

3.5.3. Mento marcado nos casos de prognatismo mandibular

3.5.4. De lado, perfil reto ou concavo

3.5.5. Projeção zigomática normalmente deficiente

3.5.6. Linha queixo pescoço boa nos casos de deficiência maxilar e aumentada nos caos de prognatismo

3.5.7. Lábio inferior a frente do superior

3.6. TRATAMENTO

3.6.1. Mordida cruzada anterior FUNCIONAL: projênico

3.6.1.1. Minimiza a classe III incipiente

3.6.1.2. Indicado para incisivo superior lingualizado, incisivo inferior vestibularizado

3.6.2. Mordida cruzada anterior ESQUELÉTICA (retrognatismo maxilar): tração reversa da maxila com os aparelhos disjuntor de HAAS + máscara facial

3.6.2.1. Melhor época para utilizar esse tratamento é dos 6 aos 9 anos

3.6.2.2. Efeitos esqueléticos: aumento do ângulo sna, rotação da mandíbula no sentido horário, redução do ângulo snb

3.6.2.3. Efeitos dentários: inclinação vestibular dos inc sup, inclinação lingual dos inc inf e movimento mesial dos molares sup

4. MANTEDORES E RECUPERADORES DE ESPAÇO

4.1. MANTEDORES

4.1.1. os mantedores de espaço são utilizados quando ocorre perda prematura de dente decíduo sem perda de espaço na arcada dentária

4.1.2. INDICAÇÕES

4.1.2.1. Perda de um ou mais dentes decíduos

4.1.2.2. Quando não há perda do perímetro do arco

4.1.3. TIPOS

4.1.3.1. FUNCIONAL

4.1.3.1.1. perda de dentes anteriores e posteriores, restabelece função mastigatória, estética, fonética. Desvantagem: cooperação do paciente, quebras e perdas

4.1.3.2. COROA ALÇA

4.1.3.2.1. utilizado para perda de um dente decíduo, região posterior. É cimentado e tem boa resistência. Desvantagem: não restabelece mastigação

4.1.3.3. BANDA ALÇA

4.1.3.3.1. utilizado quando ocorre perda unitária do 1 ou 2 molar decíduo. Cimentado e boa tolerância. Desvantagem: risco de cárie, não restabelece mastigação

4.1.3.4. ARCO LINGUAL DE NANCE

4.1.3.4.1. cimentado, é indicado nos casos de perda prematura unilateral ou bilateral de molares decíduos ou perda prematura de canino decíduo uni ou bilateral. Fácil confecção, barato. Desvantagem: risco de cárie, não restabelece mastigação

4.1.3.5. BOTÃO PALATINO DE NANCE

4.1.3.5.1. cimentado, perda unitária

4.2. RECUPERADORES

4.2.1. INDICAÇÕES

4.2.1.1. Recuperar espaço perdido pela perda ou extração prematura do segundo molar decíduo e consequente inclinação do primeiro molar permanente

4.2.1.2. Quando a perda é até 3mm

4.2.2. TIPOS

4.2.2.1. PENDULO DE HILGERS (FIXO)

4.2.2.2. PLACA DE MOLA DE BENAC (REMOVÍVEL)

4.2.2.2.1. indicado quando há perda dos segundos molares decíduos com inclinação mesial dos primeiros molares permantes, pacientes colaboradores. Contra indicado em pacientes com alergia ao acrílico e metal. Controle de 15 a 21 dias

4.2.2.3. PLACA LÁBIO ATIVA (REMOVÍVEL)

4.2.2.3.1. ): seus efeitos são a vestibularização dos incisivos inferiores, aumento transversal do arco e inclinação distal dos molares

4.2.2.4. PLACA DE HAWLEY COM MOLAS DIGITAIS

4.2.2.4.1. : utilizado para recuperar espaço nas regiões anterior (ex: incisivos laterais), posterior, superior e inferior, contra indicado em pacientes não colaboradores

4.2.3. Quais fatores podem quebrar esse equilíbrio do perímetro do arco dentário

4.2.3.1. cárie dentária

4.2.3.2. erupção ectópica

4.2.3.3. anquilose de dente decíduo

4.2.3.4. traumatismos

5. ANÁLISE FACIAL NORMA FRONTAL

5.1. 1. SIMETRIA

5.1.1. ausência de assimetrias significativas

5.2. 2. TIPO FACIAL

5.2.1. dentre os diferentes tipos faciais, há equilíbrio entre os terços faciais (nenhum tão menor ou tão maior que o outro

5.3. 3. RELAÇÃO LABIAL

5.3.1. em repouso, os lábios devem estar em contato ou ligeiramente afastados (3mm)

5.4. 4. MENTO

5.4.1. a projeção do mento deve ser adequada de modo a compor adequadamente o terço inferior da face

6. ANÁLISE FACIAL NORMA LATERAL

6.1. 1. PERFIL

6.1.1. o perfil normal é suavemente convexo

6.1.2. o ângulo de convexidade = 12 graus

6.2. 2. PROJEÇÃO ZIGOMÁTICA

6.2.1. complementada pela normal oblíqua (45 graus)

6.3. 3. ÂNGULO NASOLABIAL

6.3.1. o normal varia de 90 a 110 graus

6.4. 4. SULCO MENTOLABIAL

6.4.1. profundidade normal de 4mm

6.5. 5. ÂNGULO E LINHA QUEIXO-PESCOÇO

6.5.1. o comprimento da linha queixo-pescoço é proporcional ao tamanho mandibular

6.5.2. a inclinação da linha queixo-pescoço deve ser paralela ao plano de camper

6.5.3. o ângulo formado entre a linha do pescoço e a linha queixo-pescoço deve der próximo a 90 graus

7. MORDIDA CRUZADA ANTERIOR

7.1. causa

7.1.1. 1. FATORES DENTÁRIOS

7.1.1.1. Trauma na dentadura decídua

7.1.1.2. Perda prematura do dente decíduo

7.1.1.3. Retenção prolongada do dente decíduo

7.1.1.4. Dentes supranumerários

7.1.2. 2. FATORES ESQUELÉTICOS

7.1.2.1. Desarmonia entre crescimento de maxila e mandíbula

7.1.2.2. Distúrbio no crescimento da pré-maxila

7.1.2.3. Algumas das combinações que podem causar essa mordida cruzada anterior são:

7.1.2.4. Retrognatismo maxilar e mandíbula normal

7.1.2.5. Maxila normal e prognatismo mandibular

7.1.2.6. Maxila retrognata e mandíbula prognata

7.2. tipos

7.2.1. DENTÁRIA OU DENTOALVEOLAR

7.2.1.1. só ocorre cruzamento de dentes, maxila e mandíbula são normais

7.2.1.2. Vou saber se ela é mordida cruzada dentária através desses requisitos:

7.2.1.2.1. Mandíbula e maxila bem relacionadas entre si

7.2.1.2.2. Apresenta classe I de Angle nos molares

7.2.1.2.3. Mal posicionamento de um ou mais dentes

7.2.1.3. TRATAMENTO

7.2.1.3.1. Quanto antes tratar melhor (fase precoce)

7.2.1.3.2. Placa de hawley com molas digitais

7.2.2. FUNCIONAL OU PSEUDO CLASSE III (FALSA CLASSE III)

7.2.2.1. base óssea está normal , paciente morde de topo a topo se manipulado, mas a musculatura faz com que a mandíbula fuja do contato prematuro

7.2.2.2. Vou saber se ela é mordida cruzada funcional através desses requisitos:

7.2.2.2.1. Equilíbrio entre maxila e mandíbula

7.2.2.2.2. Equilíbrio facial

7.2.2.2.3. Se eu manipular em relação cêntrica e os incisivos estabelecer uma relação de topo a topo é uma mordida cruzada funcional

7.2.2.3. TRATAMENTO:

7.2.2.3.1. Feito na fase precoce

7.2.2.3.2. Usado o aparelho Progenico com arco vestibular de eschler

7.2.3. ESQUELÉTICA OU CLASSE III VERDADEIRA

7.2.3.1. quando existe discrepância entre maxila e mandíbula

7.2.3.2. Vou saber se ela é mordida cruzada esquelética através desses requisitos:

7.2.3.2.1. Desequilíbrio entre maxila e mandíbula

7.2.3.2.2. Desequilíbrio facial

7.2.3.2.3. Potencial dento-alveolar compensatório

7.2.3.3. TRATAMENTO:

7.2.3.3.1. Se for paciente jovem vamos utilizar disjuntor de haas + máscara facial

7.2.3.3.2. Na adolescência ou adulto vamos fazer camuflagem ou procedimento cirúrgico

7.3. alterações obtidas com o uso da máscara facial

7.3.1. Movimenta a maxila no sentido ântero posterior e levemente para baixo da maxila e dos dentes superiores

7.3.2. Rotação horária da mandíbula

7.3.3. Redução do Ângulo SNB e da proeminência do pogônio

7.3.4. A correção da mordida cruzada anterior deve ser feita na fase precoce, para evitar problemas periodontais, desvios no crescimento maxilar e mandibular e desgastes nas faces vestibulares dos incisivos superiores

8. MORDIDA CRUZADA POSTERIOR

8.1. etiologia

8.1.1. Obstrução das vias aéreas superiores (respirador bucal)

8.1.2. Hábito de sucção do polegar: causa mordida cruzada posterior e mordida aberta anterior. Os efeitos dentários desse hábito são: vestibularização dos incisivos superiores e lingualização dos incisivos inferiores. Efeitos esqueléticos: retroposicionamento da mandíbula, atresia do arco

8.1.3. Hábito de sucção de chupeta

8.1.4. Perda precoce ou retenção prolongada dos dentes decíduos

8.1.5. Hiperfunção do bucinador

8.1.6. Posicionamento lingual atípico

8.1.7. Fator genético

8.2. classificação

8.2.1. DENTÁRIA

8.2.1.1. pode ser um dente isolado ou mais, e pode ser também unilateral direita ou esquerda (cruzamento de canino pra trás)

8.2.2. ESQUELÉTICA

8.2.2.1. pode ser unilateral (pode ser funcional ou muscular), bilateral ou total

8.2.3. mordida cruzada posterior dentária -dentes isolados

8.3. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

8.3.1. 1. NUMERO DE DENTES ENVOLVIDOS

8.3.1.1. na dentária um dente estará envolvido

8.3.1.2. na esquelética do canino para trás estará envolvido

8.3.2. 2. INCLINAÇÃO DOS DENTES PÓSTERO-SUPERIORES

8.3.2.1. Na dentária: a largura do palato é normal

8.3.2.2. Na esquelética : a largura do palato é mais estreita

8.3.3. 3. FORMA DO ARCO DENTÁRIO SUPERIOR

8.3.3.1. Na dentária: o arco é mais parabólico (mais redondo)

8.3.3.2. Na esquelética: o arco é mais triangular

8.4. ABORDAGEM TERAPÊUTICA

8.4.1. CASOS DENTÁRIOS

8.4.1.1. devolução da inclinação axial dos dentes posteriores - expansão lenta

8.4.1.2. Aparelho para expansão lenta: placa de Hawley com parafuso expansor

8.4.2. CASOS ESQUELÉTICOS

8.4.2.1. crescimento vertical menor que o horizontal, musculatura mais forte, não desenvolvem muito a mordida cruzada posterior por conta da musculatura forte (rosto mais achatado)

9. CONCEITO PADRÃO II

9.1. etiologia

9.1.1. Protrusão maxilar (rara)

9.1.2. Retrusão mandibular

9.2. 3 combinações para determinar o padrão ll

9.2.1. Maxila protruída + mandibula normal

9.2.2. Maxila normal + mandíbula retrognata

9.2.3. Maxila protruída + mandíbula retruída

9.3. CARACTERÍSTICAS DOS PACIENTES

9.3.1. VISTA FRONTAL

9.3.1.1. Relação dos lábios depende do posicionamento dentáiro

9.3.1.2. Altura do terço inferior normal (prog maxilar) ou diminuída (def mandibular)

9.3.1.3. Proporção lábio e mento normal (prog maxilar) ou aumentada nos def mandibular

9.3.2. VISTA LATERAL

9.3.2.1. Perfil muito convexo

9.3.2.2. Linha de implantação do nariz oblíqua

9.3.2.3. Ângulo nasolabial 90 a 120 graus

9.3.2.4. Linha queixo e pescoço curta

9.3.2.5. Mento pobre

9.3.3. anb maior que 4 é padrão 2

9.4. relação dos arcos dentários

9.4.1. Relação dos caninos (dentadura mista e decídua)

9.4.2. Relação de pré molares (dentadura permanente)

9.5. atipos de má oclusão classe ii de algle (dentária)

9.5.1. DIVISÃO 1

9.5.1.1. Vestibularização dos incisivos superiores

9.5.1.2. Falta de selamento labial

9.5.1.3. Excessiva irrupção dos incisivos inferiores

9.5.1.4. Perfil comprometido

9.5.2. DIVISÃO 2

9.5.2.1. Incisivos centrais sup inclinados para lingual e incisivos laterais apinhados e vestibularizados

9.5.2.2. Sobremordida profunda

9.5.2.3. Bom perfil

9.5.3. SUBDIVISÃO

9.5.3.1. Relação molar de classe II de um lado e classe I do outro

9.5.3.2. Linha média do rosto desviada

9.6. TRATAMENTO

9.6.1. Para prognatismo maxilar: ortopedia mecânica (aparelho extra bucal AEB)

9.6.2. Para retrognatismo mandibular: ortopedia funcional (aparelho bionator)

9.6.3. Para problema dentário: ortodontia (aparelho extra bucal AEB ou distalizadores

10. EXPANSÃO LENTA / RÁPIDA DA MAXILA

10.1. expansão lenta

10.1.1. APARELHO

10.1.1.1. PLACA DE HAWLEY

10.1.1.1.1. placa de de hawley com parafuso expansor, porter, bihélice, quadrihélice (para pacientes não colaboradores). Vou fazer expansão lenta quando o paciente apresentar mordida cruzada posterior e arco parabólico

10.1.1.1.2. Placa de Hawley com parafuso expansor é constituída por: placa de resina acrílica, grampos de retenção e parafuso expansor

10.1.1.1.3. APARELHO MÓVEL

10.1.1.1.4. INDICAÇÕES

10.1.1.1.5. CONTRA-INDICAÇÕES

10.1.1.1.6. EFEITOS PRODUZIDOS

10.1.1.2. QUADRIHÉLICE

10.1.1.2.1. arco palatino com 4 helicóides, soldado ás bandas dos 16 ou 55

10.1.1.2.2. aparelho FIXO, movimento lento

10.1.1.2.3. INDICAÇÕES

10.1.1.2.4. cuidados

10.1.1.2.5. VANTAGENS

10.2. expansão rapida

10.2.1. APARELHO

10.2.1.1. DISJUNTOR DE HAAS

10.2.1.1.1. pode ser usado tanto na dentadura mista quanto na permanente, disjuntor de haas com grade, disjuntor tipo hyrax . A expansão rápida da maxila é feita na fase precoce e nos adultos, assistida cirurgicamente

10.2.1.1.2. ETAPAS PARA CONFECÇÃO

10.2.1.1.3. PROTOCOLO DE ATIVAÇÃO DO HAAS

10.2.2. EFEITOS

10.2.2.1. ORTOPÉDICO

10.2.2.1.1. abertura do palato em forma triangular com base voltada para região dos incisivos centrais superiores. A abertura ocorre menos nos molares devido ao processo zigomático

10.2.2.2. ORTODONTICO

10.2.2.2.1. diastema é um sinal clínico de que a expansão está acontecendo, inclinação alveolar e de longo eixo dos molares superiores para vestibular, aumento da distância inter molar e inter canina

10.2.3. CUIDADOS

10.2.3.1. fratura da tábua óssea vestibular

10.2.4. SINTOMATOLOGIA

10.2.4.1. leve desconforto durante a fala e deglutição, dor nos ossos e suturas circundantes (ossos nasais, sutura naso-maxilar....)

10.2.5. INTERCORRÊNCIAS

10.2.5.1. dor, edema, lesões

10.2.6. INDICAÇÕES

10.2.6.1. paciente com constrição maxilar bilateral

10.2.6.1.1. Paciente com constrição maxilar bilateral apresenta uma mordida cruzada posterior esquelética, sua característica é o arco triangular

10.2.6.2. Disjunção para igualar largura da maxila em pacientes com retrognatismo mandibular

10.2.6.3. Dificuldade respiratória (respirador bucal)

10.2.6.4. Classe III com retrognatismo maxilar