1. CONCEITO DE SAÚDE
1.1. Descrição filosófica com o passar do tempo
1.1.1. Platão, Sócrates, Aristóteles, Descartes, Kant
1.2. Hospitais perdendo posto de exclusão e se tornando lugares de cura
1.2.1. Ciência evoluindo no estudo das Doenças e Bactérias
1.3. Definição da OMS sobre saúde
1.3.1. saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade
1.3.2. Oposição de pesquisadores
1.3.2.1. "Impossível se conceituar bem estar visto que é subjetivo, não existe "vida perfeita"."
1.3.3. ONU e OMS definem 4 deveres que o Estado deve dar ao povo para garantir saúde
1.3.3.1. disponibilidade financeira, acessibilidade, aceitabilidade e qualidade do serviço de saúde pública do país.
1.4. Diferentes conceitos de saúde estruturado por estudiosos
1.4.1. Saúde como Fenômeno Natural
1.4.1.1. Termos de Positividade ou Negatividade da existência, como em relação ao nível do referencial do indivíduo
1.4.2. Saúde como Equilíbrio
1.4.2.1. Perfeito equilíbrio entre 4 humores e 4 elementos constituintes do mundo, Água, Fogo, Terra e Ar
1.4.3. Saúde como Funcionalidade
1.4.3.1. Baseado na funcionalidade "normal" do corpo, sem limitações físicas logo, saudável
1.4.4. Saúde como Ausência de Doenças
1.4.4.1. Visão voltada a Biologia onde define a saúde como a ausência da doença (patologia)
1.4.4.1.1. Negativa que gera a Sick Role - saúde como função social, estado de capacidade para desempenho efetivo de tarefas sociais, permitido pela ausência de enfermidades
1.4.5. Saúde-Doença como Processo Biológicos
1.4.5.1. Homem passando pelo processo da evolução patológica da doença, emitindo uma resposta ao estimulo gerando defeito, invalidez, reocupação ou morte
1.4.6. Saúde como Medida Quantitativa de Indivíduos
1.4.6.1. Impossível medir em dados quais indivíduos são saudáveis partindo do ideal de que cada individuo pode ser saudável individualmente de formas divergentes
1.5. Conceito de saúde aceito por todos sendo inexistente devido a Subjetividade dos aspectos (físico, mental e social)
2. PROMOÇÃO DA SAÚDE
2.1. * Conceito polissêmico
2.2. * 2 Eixos: Prevenção de Doenças: Concepções biomédicas x Conceito Ampliado de Saúde: Escolhas Saudáveis
2.3. * É uma tarefa coletiva: Envolvimento Comunitário
2.4. * 5 concepções: Biomédica – saúde como ausência de doença; Mudança de Comportamentos; Educacional – estilo de vida; Empoderamento coletivo e Transformação Social por meio de construção participativa de políticas públicas saudáveis
3. PROCESSO SAÚDE-DOENÇA
3.1. Existência de uma constante busca por definições flexíveis, não limitantes e dicotômicas
3.1.1. SAÚDE
3.1.1.1. Conceito OMS
3.1.1.1.1. Completo bem-estar
3.1.1.2. Não é a ausência de doença
3.1.1.3. Saúde como componente da qualidade de vida
3.1.1.3.1. Bem comum
3.1.1.3.2. Direito Social
3.1.2. DOENÇA
3.1.2.1. Abrande fatores pessoais subjetivos
3.1.2.2. Forte influências dos aspectos sociais
3.2. MODELO BIOMÉDICO
3.2.1. compreensão de fatores que promovem a saúde e que adoecem
3.2.1.1. Atuação preventiva na causa-raiz de doenças
3.2.1.1.1. Propostas de saneamento básico
3.2.1.1.2. Mudança de hábitos
3.2.1.1.3. Vacinas
3.2.1.1.4. Atuação da Medicina preventiva para casos onde falha o modelo biomédico.
3.3. PRÁTICAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE
3.3.1. Capacita pessoas a aumentar o controle sobre sua saúde e melhorá-la
3.4. CID
3.4.1. Criado pela OMS
3.4.1.1. Facilita a classificação de doenças e organiza o conhecimento
3.5. EPIDEMIOLOGIA
3.5.1. Estudo dos indicadores de saúde
3.5.1.1. Indicadores que traduzem diretamente a saúde
3.5.1.2. Indicadores que referem às condições do meio
3.5.1.3. Indicadores que medem recursos materiais e humanos relacionados às atividades de saúde
4. História da Psicologia da Saúde
4.1. Educação em/para Saúde
4.1.1. Segundo o Ministério da Saúde, educação em saúde define-se como:
4.1.1.1. - Construção de conhecimento através de um processo educativo com a participação da população - Autonomia e liberdade para as pessoas no seu cuidado - Debate com os profissionais e gestores da área, afim de organizar um pensamento mais crítico e participativo dos usuários.
4.2. Os profissionais de saúde:
4.2.1. valorizam a prevenção de doenças; valorizam a promoção da saúde.
4.3. Os gestores em saúde:
4.3.1. apoiam as equipes de profissionais que atuam junto à população.
4.4. A população
4.4.1. agrega seus conhecimentos prévios aos novos; aumenta a autonomia dos cuidados individuais e coletivos
4.5. Aspectos integrativos ao conceito de saúde ampliado (SCHALL; STRUCHINER, 1999):
4.5.1. físicos e mentais — por meio da ausência de doenças nesses campos;
4.5.2. ambientais — por meio do ajustamento do ambiente de forma a ser, também, provedor de bem-estar saudável;
4.5.3. pessoais e emocionais — por meio de situações que promovam a autorrealização do indivíduo nos campos pessoais e afetivos;
4.5.4. socioecológicos — por meio do comprometimento individual com a igualdade social e a preservação do meio ambiente como forma de prover boa saúde e bons hábitos
4.6. De acordo com o Ministério da Saúde (2007a, 2007b), os objetivos gerais da educação em saúde são:
4.6.1. - encorajamento da população pela busca - manutenção de padrões de vida sadios; - de utilização assertiva e cuidadosa dos serviços de saúde que são colocados à disposição da população; - de capacitação populacional para as tomadas de decisão, individuais e coletivas, visando à melhoria das próprias condições de saúde e das condições de saúde ambientais.
4.7. Educação em saúde como processo político pedagógico:
4.7.1. Desenvolvimento do pensamento crítico e reflexivo que promova a compreensão de projetos de sociedades e atualizações sobre as visões de mundo.
4.8. Década de 1940 Expansão da medicina preventiva pelo Brasil
4.8.1. - SESP ( Serviço Especial de Saúde Pública) - Tecnicistas - Biologistas
4.8.2. Ações Verticais - mudar hábitos de vida - indivíduos como únicos responsáveis pela saúde
4.9. Educação e Saúde
4.9.1. Educação para saúde - Verticalização dos métodos e práticas educativas: população sendo ensinada sobre o cuidado da saúde, buscando uma melhora com novos hábitos.
4.9.2. Movimentos Sociais – Educação Popular 1960 - Influencia nas práticas de educação em saúde - Processos educativos mais democráticos
4.9.3. Educação Popular em Saúde - Inicialmente com profissionais de saúde -Busca por práticas menos mercantilizadas e repetitivas - Atenção as camadas mais necessitadas
4.9.4. Educação Popular em Saúde 2 - Envolvimento de outros grupos sociais (espaços comunitários) - Fomentação de movimentos sociais locais - Entendimento de saúde como prática social e global
4.9.5. Educação Popular em Saúde 3 - Busca contínua por integração de práticas mais acessíveis e ligadas as realidades sociais. - Informação e comunicação como aliados aos processo de saúde. - Maior participação popular e social.