1. QVT E ORGANIZAÇÕES QUE AOPRENDEM
1.1. • Novas exigências de atitudes e conhecimentos • Velocidade • Tecnologia • Competitividade • Estilo de Vida
1.2. • Integra socialmente. • Viabiliza ascensão econômica. • Gera credibilidade de caráter. • Dá significado para a existência
2. ADMINISTRAÇÃO DA QUALIODADE
2.1. Gestão Pela Qualidade • A preocupação com a qualidade, no sentido mais amplo dapalavra, começou com Shewhart, estatístico norte-americanoque na década de 20, tinha um grande questionamento com acom a variabilidade encontrada na produção de bens eserviços. • Shewhart desenvolveu: – Controle Estatístico de Processo (CEP). – Ciclo PDCA (Plan, Do, Check e Action), método essencial da gestão da qualidade, que ficou conhecido como Ciclo Deming da Qualidade.
2.2. HISTÓRIA DA QUALIDADEJOSEPH JURAN - INTRODUÇÃO DA IDÉIA DO PROCESSO CONTÍNUO DEMELHORIA DA QUALIDADE (1954) 1975 - OS NÍVEIS DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE NO JAPÃO ROMPERAMAS BARREIRAS DA INDÚSTRIA OCIDENTAL O MILAGRE JAPONÊS DESPERTOU UMA REVIRAVOLTA NO OCIDENTE, PORÉM LENTA E NÃO IMEDIATA
2.3. • MELHORIA CRESCENTE DOS PRODUTOS E SERVIÇOS• ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS • REDUÇÃO DE PRAZOS DE PROJETOS, PRODUÇÃO E ATENDIMENTO• SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR FINAL
2.4. ERA DA INSPEÇÃO •Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor ou consumidor •Produtos e serviços inspecionados um a um ou aleatoriamente
2.4.1. ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO •Observação direta do produto ou serviço pelo fornecedor, ao final do processo produtivo •Produtos e serviços inspecionados com base em amostras
2.4.1.1. ERA DA QUALIDADE TOTAL •Produtos e serviços definidos com basenos interesses doconsumidor •Observação de produtos e serviços durante o processoprodutivo •Qualidade garantida dofornecedor ao cliente
3. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
3.1. Competição e Estratégia Em 1934, o prof. G.F. Gause, da Univ. de Moscou, publicouresultados de experiências nas quais colocava colônias deanimais muito pequenos (protozoários) do mesmo gênero emum frasco com uma quantidade adequada de nutrientes. Se os animais fossem de espécies diferentes, conseguiamsobreviver e continuar vivos em conjunto. Se fossem da mesma espécie, não conseguiam. Essa observação conduziu ao Princípio de Gause da ExclusãoCompetitiva: duas espécies que conseguem seu sustento de maneira idêntica não podem coexistir.
3.1.1. Origem militar da estratégia (Sun Tzu). Definição, importância e atitudes; processo de planejamento; cadeia meio e fins do planejamento; planos permanentes eidentidade organizacional; planos temporários; projeções, certezas e incertezas para construção de cenários; níveis doplanejamento. Planejamento estratégico: organizando idéias; processo deplanejamento; analise de situação; principais estratégias segundo Ansoff, Porter, Miles e Snow e Certo. Níveis do planejamento estratégico
3.1.1.1. Visa preparar a organização para adaptá-la aos novos contextos ambientais
3.1.1.2. Definir novas Diretrizes / Políticas para o futuro
3.2. Estratégia é a busca de um plano de ação para desenvolver eajustar a vantagem competitiva de uma empresa. A busca é um processo que começa com o reconhecimento dequem somos e do que temos nesse momento. Seus competidores mais perigosos são os que mais se parecemcom você. As diferenças entre você e seus competidores são a base da suavantagem. O objetivo deve ser aumentar o escopo de sua vantagem, o quesó pode acontecer se alguém perder com isso.
4. ADMINISTRAÇÃO JAPONESA
4.1. A gestão japonesa versa pela preconização do processo acima da funcionalidade e consciência da unidade e da interrelação de todas as áreas da empresa (coisa que na verdade a abordagem sistémica já fazia, como vimos em aulas anteriores)
4.1.1. Influências do Modelo no Ocidente - Kaizen • Kaizen (do japonês , mudança para melhor) é uma palavra de origem japonesa com o significado de melhoria contínua, gradual, na vida em geral (pessoal, familiar, social e no trabalho). – Nos anos 50, os japoneses retomaram as idéias da administração clássica de Taylor e as críticas delas decorrentes para renovar sua indústria e criaram o conceito de Kaizen, que significa aprimoramento contínuo. – Essa prática (exprimindo uma forte filosofia de vida oriental e sendo, por sua vez também, uma filosofia, uma cultura) visa o bem não somente da empresa como do homem que trabalha nela. – As empresas são municiadas com ferramentas para se organizarem ebuscarem sempre resultados melhores. • Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje!
4.2. CCQ – Circulo de Controle da Qualidade • O que são? – Grupo de funcionários que se reúnem regular e voluntariamente. – A idéia é empreender projetos relacionados ao trabalho desenvolvido para fazer a empresa avançar, melhorar as condições de trabalho e estimular o autodesenvolvimento mútuo • Como surgiram? – Nasceram no Japão depois da Segunda Guerra Mundial, através da idéia levada pelos cientistas americanos Edward Deming e Josephy Juran – Destacou-se Dr. Kaoru Ishikawa – Iniciaram no Brasil em 1971, desde então diversas empresas vem adotando esse programa. • O que motiva? – Satisfação pessoal – A participação em grupos de CCQ é um grande facilitador para o sucesso emocional, profissional e social dos integrantes da organização. – Os funcionários sentem que estão colaborando na empresa como um todo, o acaba os colocando como parte da estratégia principal da corporação.
4.2.1. • A palavra Kanban, em japonês, possui vários significados, tais como cartão, símbolo ou painel. De modo geral, Kanban é um sistema de controle da produção. • O Kanban é uma ferramenta gerencial de controle da produção através do uso de cartões, onde quem determina fabricação do lote de um centro produtivo é o consumo das peças realizado pelo centro produtivo subsequente. • O objetivo do Kanban é minimizar os estoques do material em processo, produzindo em pequenos lotes somente o necessário, com qualidade, produtividade e no tempo certo.
4.3. Modelo Japones • Característica Básica – Flexibilidade: Racionalização do espaço, equipamentos de utilidade geral eversáteis, layout celular, nivelamento e sequenciamento da produção empequenos lotes, redução de estoques, quadro de trabalhadores qualificados eflexíveis. – Recursos humanos: A ênfase é no trabalho em grupo, na cooperação noaproveitamento da potencialidade humana. Nas grandes empresas existeestabilidade no emprego, distribuição de bônus e outros benefícios. – Manutenção: Os operadores são responsáveis pela manutenção básica, dispondo de autonomia para interromper um processo errado. – Limpeza e arrumação: São responsabilidades de todos, visando a manutençãodo ambiente e a facilitação da administração dos recursos. – Relação com fornecedores e distribuidores: A subcontratação externa, práticaantiga no Japão, mantém-se e é reforçada pela formação dos Keiretsu, evoluindo para uma relação de apoio técnico e financeiro, cooperação econfiança. – Cultura organizacional: Procura-se estabelecer um clima de confiança eresponsabilidade, baseado no respeito a hierarquia, na participação, nas decisões consensuais e na harmonia das relações.
5. ABORDAGEM SISTÉMICA
5.1. Abordagem sistémica é uma metodologia que busca conjugar conceitos de diversas ciências a respeito de determinado objeto de pesquisa. É baseada na idéia de que um determinado objeto de estudo possui diversas dimensões e facetas que podem ser estudadas e entendidas por diversas ciências e que conceitos e princípio semana dos de diferentes ciências podem serem pregados no estudo e compreensão de determinado fenómeno por determinada ciência.
5.1.1. Segundo essa teoria, os sistemas não podem ser compreendidos plenamente apenas pela análise separada e exclusiva de cada uma de suas partes. • Ela se baseia na compreensão da dependência recíproca de todas as disciplinas e da necessidade de sua integração. Assim, os diversos ramos do conhecimento - até então estranhos uns aos outros pela intensa especialização e isolamento consequente -passaram a tratar seus objetivos de estudos como sistemas.
5.2. O biólogo alemão Ludwig von Bertalanffy elaborou uma teoria interdisciplinar para transcender os problemas exclusivos de cada ciência e proporcionar princípios gerais (sejam físicos, biológicos, sociológicos, químicos etc.), de modo que as descobertas efetuadas em cada ciência pudessem ser utilizadas pelas demais. Essa teoria interdisciplinar – Teoria Geral dos Sistemas (TGS) –demonstra a interação entre os conhecimentos, permitindo o preenchimento dos espaços vazios entre ciência. A TGS é essencialmente totalizante. A TGS se baseia em três princípios básicos: a) Expansionismo; b) Pensamento sintético; c) Teleologia
5.2.1. Abordagem Clássica: • Reducionismo - todas as coisas podem ser decompostas e reduzidas... raciocínio formado dentro de escaninhos... jaulas mentais. • Pensamento analítico - decompor o todo em quantas partes forem possíveis analisá-las... para entender o todo. • Mecanicismo - baseia-se na relação de causa e efeito entre dois fenómenos... chamamos de sistema fechado
5.2.2. Abordagem Sistémica: • Expansionismo - todo o fenómeno é parte de um todo maior... Abordagem sistémica. • Pensamento sintético - é o fenómeno que se pretende explicar... Explica o papel que desempenha o sistema maior... Abordagem sistémica busca juntar as coisas do que separá-las. • Teleologia - a causa é uma condição necessária, mas nem sempre suficiente para que surja o efeito