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CONSENSO SSA por Mind Map: CONSENSO SSA

1. Avaliação do paciente

1.1. -

1.2. -

1.3. Anamnese

1.4. História do Uso de Álcool

1.4.1. -

1.4.2. Comorbidades clínicas ou psiquiátricas

1.4.2.1. Serviços especializados

1.4.3. Diagnóstico da gravidade da SAA

1.4.3.1. -

1.4.3.2. NÍVEL 1: comprometimento é LEVE/MODERADO

1.4.3.3. NÍVEL 2: comprometimento é GRAVE

2. -

3. Bases biológicas

3.1. -

3.2. SAA e Monoaminas

3.2.1. Os sintomas e sinais da SAA estão relacionados à alteração nos níveis de liberação de noradrenalina e dopamina.

3.3. -

3.4. -

3.5. SAA e Aminoácidos Neurotransmissores

3.6. SAA e Canais de cálcio

3.6.1. Com a exposição crônica ao etanol, há uma alteração nos canais de cálcio do tipo L, um dos vários canais de cálcio mais conhecidos.

4. Diagnóstico

4.1. Critérios diagnósticos

4.1.1. -

4.1.2. Síndrome de abstinência

4.1.2.1. Tremores, ansiedade, insônia, náuseas e inquietação.

4.1.2.2. Sintomas mais severos: febre baixa, taquipnéia, tremores e sudorese profusa; convulsões; delirium tremens (DT), caracterizado por alucinações, alteração do nível da consciência e desorientação.

4.1.3. -

4.1.4. -

4.1.5. Síndrome de abstinência com delirium tremens (DT)

4.2. Diagnóstico diferencial

4.2.1. Infecções (pneumonia, meningite, encefalite) Traumatismo crânio-encefálico, hematoma subdural Encefalopatia hepática, má nutrição Efeitos adversos de outros medicamentos Com convulsões: tumor, alterações minerais ou hidroeletrolíticas, traumatismo craniano. Com DT: outras causas de delirium.

5. Orientação familiar

5.1. -

5.2. Precisa ser informada e encaminhada para um tratamento mais intensivo, se necessário.

5.3. Trabalhar a autoestima e a importância da desintoxicação, assim como a prevenção da recaída, são estratégias a serem adotadas nesta fase inicial do tratamento, não só com o paciente, como também com seu sistema familiar e social.

5.4. -

6. -

7. Pareamento

7.1. -

7.2. Diferenciar os tratamentos e parear os indivíduos de acordo com suas peculiaridades podem melhorar o resultado da intervenção

7.3. -

8. Comorbidades

8.1. SNC

8.2. -

8.3. Sistema Gatrointestinal

8.4. Sistema ósteo-muscular

8.5. -

8.6. -

8.7. Sistema cardiovascular e anormalidades hematológicas

8.8. Sistema endócrino e alterações metabólicas

8.9. -

8.10. -

8.11. Renal

8.12. Dermatológico

8.13. Alterações nutricionais

9. Avaliação laboratorial

9.1. -

9.2. Os exames indicados são: o volume corpuscular médio (VCM); os níveis das enzimas hepáticas (TGO,TGO,GGT) e eletrólitos, como o magnésio, o sódio e o potássio.

10. -

11. -

12. Tratamento

12.1. -

12.2. Farmacológico

12.2.1. benzodiazepínicos (BZD) são a medicação de primeira escolha para o controle dos sintomas da SAA.

12.3. -

12.4. Não farmacológico

12.4.1. monitoramento frequente do paciente; tentativas de propiciar um ambiente tranquilo, não estimulante, com luminosidade reduzida; fornecimento de orientação ao paciente (com relação a tempo, local, pessoal e procedimentos); limitação de contatos pessoais; atenção à nutrição e reposição de fluidos; reasseguramento dos cuidados e encorajamento positivo.

12.5. Tratamento ambulatorial

12.5.1. a atitude do profissional de saúde deve ser acolhedora, empática e sem preconceitos

12.6. Internação domiciliar

12.6.1. O paciente deve permanecer restrito em sua moradia, com a assistência dos familiares.

12.7. Internação hospitalar.

12.7.1. Esta modalidade é reservada aos casos mais graves, que requerem cuidados mais intensivos. Doses mais elevadas de BZDs são geralmente necessárias e sua prescrição deve ser baseada em sintomas avaliados de hora em hora.