SEGURANÇA DO PACIENTE: Aspectos Historicos

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SEGURANÇA DO PACIENTE: Aspectos Historicos por Mind Map: SEGURANÇA DO PACIENTE: Aspectos Historicos

1. 1910

1.1. Ernest Codman

2. 1960

2.1. Controle de Qualidade Hospitalar (CQH)

2.2. Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP)

2.2.1. propósito: satisfação do cliente

3. 1919-2001 - Avedis Donabediam

3.1. Cuidado de alta qualidade: tipo de cuidado com a qualidade esperada ou bem-estar do paciente (medida incluída), após considerado o balanço entre os ganhos e expectativas em todas as etapas do processo de cuidado.

3.2. Sete pilares:

3.2.1. Eficacia

3.2.2. Efetividade

3.2.3. Eficiência

3.2.4. Otimização

3.2.5. Aceitabilidade

3.2.6. Legitimidade

3.2.7. Equidade

4. 2001

4.1. Hospitais Sentinela

4.1.1. Ampliar e sistematizar a vigilancia de produtos utilizados em serviçõs de saúde

5. 2005 - Desafio Global para Segurança do Paciente

5.1. ANVISA

5.2. Aliança mundial para segurança do paciente

5.3. PREVENÇÃO E REDUÇÃO DAS INFECÇÕES RELACIONADAS A ASSISTENCIA A SAÚDE (IRAS)

5.4. Higienização das mãos

5.5. Segurança em cirusrgias

6. 2009

6.1. Instituto de pratica segura no uso de medicação

6.2. Inclusão do paciente em sugestões para sua própria segurança

7. 2011

7.1. Ministério da Saúde

7.2. “Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica” – PMAQ

8. 2013

8.1. Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)

8.2. Portaria MS/GM nº 529

8.3. Núcleo de Segurança do Paciente

9. 1999

9.1. Notoriedade Global

9.2. Institute of Medicine (IOM) nomeado To Err is Human (Errar é humano)

10. Década de 90 no Brasil

10.1. Movimento das instituições públicas e privadas

10.2. Programa de qualidade hospitalar

11. Metas Internacionais de Segurança do Paciente

12. Florence Nightingale

12.1. Século XIX

12.2. Mudança dos cuidados/ Melhoria da segurança do paciente

12.3. Mudanças simples na higiene e alimentação dos soldados

12.4. Suas não foram bem acolhidas pela maioria da classe médica (Lopes 2010)

13. É a redução dos atos inseguros nos processos assistenciais e o uso das melhores praticas descritivas de forma a alcançar os melhores resultados possiveis para o paciente.