Período Regencial

Este Mapa Mental visa tratar sobre o Período Regencial. Educando: Jonatha de Melo Freitas Professor: José Alexandre

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Período Regencial por Mind Map: Período Regencial

1. A retirada de qualquer indivíduo do poder, era possível fazer um período de transição em que o país seria governado por regentes, segundo a Constituição de 1824. Entretanto, Dom Pedro II substituiu por um golpe parlamentar.

2. Fases: Regência Trina Provisória; Regência Trina Permanente; Regência Una de Feijó; Regência Una de Araújo Lima.

2.1. A Regência Trina Provisória foi rápida, pois a política estava havendo uma série de problemas pelo país e era necessário uma Regência Trina Permanente.

2.1.1. Quando iniciou-se o Período Regencial, o Brasil foi governado por uma regência trina (3), por: Francisco de Lima, Nicolau Pereira e José Joaquim. As medidas por essa regência foram restaurar ministros que tinham sido demitidos por Dom Pedro I.

2.2. Foram eleitos da Regência Trina Permanente: José da Costa, João Bráulio e Francisco de Lima.

2.2.1. Durante essa Regência, teve três acontecimentos marcantes. A criação da Guarda Nacional, reforma no Poder Moderador e o embate político entre José Bonifácio e o padre Feijó.

2.2.2. Essa regência também não teve força para controlar os rumos da polícia nacional. Os conflitos entre Moderados, Exaltados e Restauradores eram permanentes.

2.3. A Regência Una de Feijó foi conhecida pela Cabanagem, no Pará, e também, pela Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul.

2.3.1. A Regência Una de Araújo Lima, existiu o crescimento dos políticos conversadores, a mistura entre Liberais Moderadores e Restauradores e tentativas de retirar liberdades garantidas pelas províncias colocadas pelo Ato.

3. Quando iniciou-se o Período Regencial, o Brasil foi governado por uma regência trina (3) provisória, por: Francisco de Lima, Nicolau Pereira e José Joaquim. As medidas por essa regência foram restaurar ministros que tinham sido demitidos por Dom Pedro I.

4. Com as tensões contínuas, deixava evidente choque entre o governo e as províncias, envolvendo a questão da centralização do poder no governo contra o desejo das províncias brasileiras de poderem alcançar maior autonomia.

4.1. Para atender as demandas das províncias e colocar a situação política em controle, foi aceito o Ato Adicional de 1834, uma lei que fazia alterações na Constituição de 1824.

4.1.1. Com o Ato Adicional, as mudanças foram: fim do poder moderador durante o Período Regencial; fim do Conselho de Estado; criação de Assembleias Legislativas provinciais, expansão dos poderes dos presidentes da província e a substituição da regência pela una.

5. Com as mudanças implantadas pelo Ato Adicional, concedeu as províncias um grau de autonomia. Ademais, a eleição de um regente para poder governar o Brasil, aproximava-se de um cenário republicano.

5.1. Eleições foram coordenadas, sendo os candidatos: padre Feijó e Holanda Cavalcanti. Sendo eleito o padre Feijó. Entretanto, por Feijó ter humor explosivo e por encarar forte oposição, essa oposição fez ele pedir afastamento do cargo.

5.1.1. Houve uma nova eleição agora, entre: Pedro de Araújo Lima e Holanda Cavalcanti. Sendo assim, Pedro venceu.

6. O fim resultou em disputa política entre liberais e conversadores. Os liberais descontentes com a regência de Pedro Araújo, um conservador, defenderam a antecipação da maioridade do príncipe, Dom Pedro II. Conseguiram conquistar o apoio da maioria do senado e conseguiu realizar o Golpe da Maioridade.

7. Com a saída de Dom Pedro I, o sucessor era seu filho Pedro de Alcântara, conhecido como Dom Pedro II, porém, ele possuía 5 anos e, por lei, não seria permitido até que chegasse a maioridade.

8. Entre 1831 - 1840

8.1. .

9. Foi um momento de transição entre o 1º e o 2º Reinado.

9.1. .

10. Deu-se início quando o imperador Dom Pedro I abandonou o trono em favor de seu filho em 1831.

11. Esse período sucedeu da forma como terminou o 1º Reinado; época em que o Brasil foi governado por Dom Pedro I.

12. Lembrado pelo autoritarismo do imperador e pelos conflitos entre os brasileiros e portugueses, esses foram alguns dos motivos para que o imperador saísse do trono brasileiro em 1831.

13. Política: Girava em torno de três grupos políticos, que logo se dividiram em dois partidos políticos, os partidos liberais e o partido conservador.

13.1. Liberais Moderados: Monarquistas defendiam a limitação do poder do imperador. Defendiam uma monarquia constitucional e tinha o padre Feijó como representante.

13.2. Liberais Exaltados: Defensores do federalismo, ampliação da autonomia das províncias.

13.3. Restauradores: Defensores do retorno de D. Pedro I ao trono.

14. A grande marca desse Período foram as revoltas provinciais, por insatisfações políticas, como a pobreza e a desigualdade.

15. Cabanagem: Rebelião que aconteceu no Grão-Pará pela insatisfação popular com a pobreza e a desigualdade e por disputas políticas.

16. Balaiada: Rebelião que aconteceu no Maranhão, resultando as disputas políticas locais.

17. Sabinada: Rebelião separatista que desejava institui uma república na Bahia.

18. Revolta dos Malês: Rebelião de escravos que ocorreu em Salvador.

19. Guerra dos Farrapos: Revolta pelas elites locais insatisfeitos com o governo por causas políticas e econômicas.