1. A retirada de qualquer indivíduo do poder, era possível fazer um período de transição em que o país seria governado por regentes, segundo a Constituição de 1824. Entretanto, Dom Pedro II substituiu por um golpe parlamentar.
2. Fases: Regência Trina Provisória; Regência Trina Permanente; Regência Una de Feijó; Regência Una de Araújo Lima.
2.1. A Regência Trina Provisória foi rápida, pois a política estava havendo uma série de problemas pelo país e era necessário uma Regência Trina Permanente.
2.1.1. Quando iniciou-se o Período Regencial, o Brasil foi governado por uma regência trina (3), por: Francisco de Lima, Nicolau Pereira e José Joaquim. As medidas por essa regência foram restaurar ministros que tinham sido demitidos por Dom Pedro I.
2.2. Foram eleitos da Regência Trina Permanente: José da Costa, João Bráulio e Francisco de Lima.
2.2.1. Durante essa Regência, teve três acontecimentos marcantes. A criação da Guarda Nacional, reforma no Poder Moderador e o embate político entre José Bonifácio e o padre Feijó.
2.2.2. Essa regência também não teve força para controlar os rumos da polícia nacional. Os conflitos entre Moderados, Exaltados e Restauradores eram permanentes.
2.3. A Regência Una de Feijó foi conhecida pela Cabanagem, no Pará, e também, pela Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul.
2.3.1. A Regência Una de Araújo Lima, existiu o crescimento dos políticos conversadores, a mistura entre Liberais Moderadores e Restauradores e tentativas de retirar liberdades garantidas pelas províncias colocadas pelo Ato.
3. Quando iniciou-se o Período Regencial, o Brasil foi governado por uma regência trina (3) provisória, por: Francisco de Lima, Nicolau Pereira e José Joaquim. As medidas por essa regência foram restaurar ministros que tinham sido demitidos por Dom Pedro I.
4. Com as tensões contínuas, deixava evidente choque entre o governo e as províncias, envolvendo a questão da centralização do poder no governo contra o desejo das províncias brasileiras de poderem alcançar maior autonomia.
4.1. Para atender as demandas das províncias e colocar a situação política em controle, foi aceito o Ato Adicional de 1834, uma lei que fazia alterações na Constituição de 1824.
4.1.1. Com o Ato Adicional, as mudanças foram: fim do poder moderador durante o Período Regencial; fim do Conselho de Estado; criação de Assembleias Legislativas provinciais, expansão dos poderes dos presidentes da província e a substituição da regência pela una.
5. Com as mudanças implantadas pelo Ato Adicional, concedeu as províncias um grau de autonomia. Ademais, a eleição de um regente para poder governar o Brasil, aproximava-se de um cenário republicano.
5.1. Eleições foram coordenadas, sendo os candidatos: padre Feijó e Holanda Cavalcanti. Sendo eleito o padre Feijó. Entretanto, por Feijó ter humor explosivo e por encarar forte oposição, essa oposição fez ele pedir afastamento do cargo.
5.1.1. Houve uma nova eleição agora, entre: Pedro de Araújo Lima e Holanda Cavalcanti. Sendo assim, Pedro venceu.