1. RISCO
1.1. uma função da probabilidade de um efeito adverso e seu impacto negativo
1.2. percebido de forma diferente, conforme a cultura a que o indivíduo pertença.
1.3. igual ao perigo X exposição
1.4. utilizado de forma abrangente
1.4.1. engloba situações
1.4.1.1. devem ser
1.4.1.1.1. representadas através de outros conceitos
1.5. consequências
1.5.1. com o dimensionamento incerto ou que não há conhecimento algum das superveniências
2. DETERMINISMO CIENTIFICO
2.1. limites
2.1.1. eliminar a incerteza em relação aos eventos supervenientes na natureza
2.1.1.1. três proposições interligadas
2.1.1.1.1. - o universo é um sistema aberto, logo não há como antecipar todas as interações possíveis;
2.1.1.1.2. - as consequências epistemológicas do teorema de Gödel, ou seja, o problema da inompletude do conhecimento;
2.1.1.1.3. - a incapacidade de fazer previsões a respeito de sistemas nos quais o próprio previsor intervém.
2.2. a estrutura do mundo
2.2.1. tal que qualquer acontecimento pode ser racionalmente previsto
3. INDETERMINISMO CIENTIFICO
3.1. abriu caminho
3.1.1. controvérsias sobre as consequências incertas dos dispositivos tecnológicos
3.1.1.1. o que estrutura o debate sobre ciência, tecnologia e risco na esfera pública
3.1.2. a politização dos riscos
4. MODERNIDADE
4.1. (é) a proliferação de controvérsias tecnocientíficas na esfera pública.
4.2. distingue duas situações
4.2.1. um estágio
4.2.1.1. (onde) os efeitos e autoameaças produzidas pela sociedade industrial
4.2.1.1.1. (são) tomados como ‘riscos residuais’, controláveis a partir das suas instituições
4.2.2. uma situação
4.2.2.1. (onde) as instituições da sociedade industrial
4.2.2.1.1. (tornam-se) os produtores e legitimadores das ameaças que não conseguem controlar.
4.3. incerteza e descontrole
4.4. riscos
4.4.1. imanentes
4.5. natureza paradoxal do risco
4.5.1. uma das características centrais dessa época, segundo Beck