1. Capitalismo em sociedade escravista: a era Mauá
1.1. • O Brasil entrava na era da informação rápida e a distância
1.2. • Em 30 de abril de 1854, a primeira ferrovia foi inaugurada
1.3. • Os anos de 1850 á 1860 ficaram conhecidos como era Mauá pelos vários empreendimentos do empresário
2. Os projetos de imigração
2.1. • A necessidade de buscar uma opção para substituir os escravos surge
2.2. • Na década de 1840, os imigrantes europeus foram trabalhar nas lavouras cafeeiras do oeste paulista
3. A lei de terras e a política imigrantista
3.1. • Em 18 de setembro em 1850, a lei das terras é criada
3.2. • A lei determinava que a ocupação das terras públicas só poderiam ocorrer por meio da compra
3.3. • Caso a terra fosse livre, os imigrantes poderiam pequenos lavradores com mão de obra familiar, caso pudesse pagar pela terra
4. Expansão da cafeicultura escravista
4.1. • O café vira um novo hábito de consumo dos europeus no século XVIII
4.2. • As cafeterias viram salões literários
4.3. • Em 1830, o café ultrapassa o açúcar na pauta de exportação do Brasil
5. Colônias de parceiras
5.1. • As colônias de parceria seriam “escolas normais agrícolas”, onde os colonos se adaptariam e aprenderiam
5.2. • o senador obtém permissão para trazer famílias de imigrantes para trabalhar em sua fazenda e assim fornece imigrantes a outros fazendeiros
6. Decadência do vale
6.1. • A partir de 1870, com a diminuição de escravos, os fazendeiros pressionam o governo por uma política eficaz de imigração e trabalhadores livre
6.2. • A relutância d.Pedro II em atender aos cafeicultores ajudou a fragilizar o império
7. O café do vale
7.1. • No século XIX, o vale do Paraíba, chamando de caminho do ouro, era ocupada por sítios de produção de alimentos e abastecia os viajantes e suas tropas
7.2. • Os produtores do vale eram, em sua maioria, posseiros
7.3. • Em 1808, as terras do vale foram concebidas os cafeeiros pelo sistema sesmaria
8. Indígenas no Brasil
8.1. • A escravidão indígena proibia desde o diretório pombalino de 1755
8.2. • A “Política civilizatória” planejava integrar os indígenas no mercado de trabalho
8.3. • No século XIX, o índio ganha espaço em novelas, romances e pinturas
9. Cafeicultura e concentração da riqueza
9.1. • Em 1850, a lei das terras é promulgada
9.2. • Regime sesmaria é abolido por d.Pedro I em 1822
9.3. • Os grandes proprietários substituíram “senhor de engenho” por “Barões do café” e a expressão “Brasil é o vale” foi criada
10. As novas terras do café
10.1. • Na metade do século XIX, novas fazendas cafeeiras foram instaladas no oeste paulista
10.2. • Ocorreu depois do fim do tráfico atlântico de escravos
11. O problema da mão de obra: imigrantismo
11.1. • A proibição do tráfico atlântico de escravos gerou o tráfico intraprovincial
11.2. • Proprietários de áreas menos dinâmicas e pequenos senhores venderam seus escravos para os grandes cafeicultores
12. A experiência fracassa
12.1. • Em meados de 1850, já haviam mais de 60 colônias de parceira em São Paulo
12.2. • A divisão de lucros entre colonos e fazendeiros não era cumprida
12.3. • Os colonos eram obrigados a seguir regulamentos, o que causou um problema de convivência
13. O malogro do sistema de parceria
13.1. • Endividados, os colonos se vinculavam a um único fazendeiro por anos até saldar sua dívida
13.2. • As colônias de parceria foram importantes para o sucesso do sistema de colonato