1. Lógica Medieval
1.1. Idade Média (século V ao XV) a estrutura política
1.1.1. Fragmentada em diversos feudos
1.1.2. Poder fragmentado
1.2. Feudo
1.2.1. Produzir para subsistência
1.2.2. Não havia excedente de produção
2. Em direção às Cidades
2.1. 'Enclosures'
2.1.1. Cercamento
2.1.1.1. Motivou o êxodo rural
2.1.1.2. Acabando com a pequena propriedade
2.1.2. nova classe **= gentry**
2.1.2.1. criadores de carneiros
2.1.2.2. produtores de lã
2.1.2.3. "nobreza" rural
2.1.2.3.1. não definida pela linhagem de sangue
2.1.3. Leis parlamentares
2.1.3.1. Regulamentavam propriedade privada
2.1.3.2. Promoveu divisão de terras
2.1.3.3. Piores lotes a pequenos cultivadores
2.1.3.3.1. Lotes sem água e pasto
2.1.3.3.2. Obrigados a vender para os ricos
2.1.3.3.3. Migrar para as cidades
2.1.3.3.4. Vender força de trabalho aos proprietários
2.1.4. Produção tornou-se racional e rentável
2.1.4.1. Viam a agricultura como empresa
2.1.4.2. Rotação de novas plantas
2.1.4.3. Intervalos regulares entre as colheitas
2.2. Novas técnicas
2.2.1. Fundição do ferro e forja do aço
2.2.1.1. Passa a ser utilizado na construção civil
2.3. Locomotivas a vapor
2.3.1. Estabelecimento de linhas férreas
2.4. Atraiu exército de trabalhadores para as cidades
2.5. Aglomeração em cortiços
2.5.1. Ambientes lotados, úmidos e fuliginosos
2.5.2. Alta taxa de mortalidade
3. Efeitos Econômicos
3.1. Sai do artesanal
3.1.1. Passa para industrial
3.2. Relação produção x lucro
3.2.1. Estimulou a concorrência
3.2.1.1. Época anterior prevalecia monopólio
3.2.2. Estimulou aumento da produtividade
3.3. Barateou bens de consumo
3.4. Desenvolvimento de ferrovias e navios
3.5. Solidificou mercados internos e externos
3.5.1. Guerra por novos mercados
3.5.2. Mercado local para internacional
4. Mobilização de Capitais
4.1. Investimento (comum) era em bens imóveis
4.1.1. Casas e terras
4.2. Necessidade expandir ferrovias
4.2.1. Necessário grande mobilização de capital
4.3. Formação de sociedades anônimas
4.3.1. Partes dessa sociedade eram as 'ações'
4.3.2. Compradas e vendidas na 'Bolsa de Valores' mobiliários
4.3.3. Rendiam melhor que terras
4.3.4. Lei de 1844
4.3.4.1. Responsabilidade limitada
4.3.4.2. Falência - acionista perderia apenas o capital investido
4.3.5. Vantagens para acionista
4.3.5.1. Recebia dividendos
4.3.5.2. De acordo com a prosperidade da empresa
5. Causas e Consequência
5.1. Alteração no modo de produção
5.1.1. Novas tecnologias
5.1.1.1. Máquina a Vapor
5.1.2. Transformação nas relações sociais
5.1.3. Dominação sobre a natureza
5.1.3.1. Impacto de novas tecnologias
5.1.4. Capitais mobilizados para o lucro
5.1.4.1. Transferência do campo para a cidade
5.1.5. Burguesia possuidora dos MEIOS DE PRODUÇÃO
5.1.5.1. Máquinas
5.1.5.2. Terras
5.1.5.3. Instalações industriais
5.1.5.4. Função de gerar renda por meio do trabalho
5.2. Características geográficas
5.2.1. Área de abrangência
5.2.1.1. Continente europeu e EUA
5.2.2. Inglaterra assume a dianteira
5.2.2.1. Capital acumulado
5.2.2.2. Grandes proprietários de terra
5.2.2.2.1. Cercamento de terras (enclousures)
5.2.2.2.2. Criação de carneiros
5.2.2.3. Investido em novas tecnologias
5.2.3. Crescimento Populacional
5.2.3.1. XVII viveu períodos de fome
5.2.3.2. XVIII novas técnicas agrícolas aumentaram a produção
5.3. Acaba as guildas e corporações
5.3.1. Manufatura passa a ser abandonada
5.3.2. Exige domesticação de corpos e almas
5.3.2.1. Jornada de trabalho em espaços confinados
5.3.2.2. Hábitos desconhecidos antes
5.4. Trabalhadores
5.4.1. Não possuem mais seus instrumentos de trabalho
5.4.2. Apenas a força de trabalho
5.4.3. Nasce o 'proletariado'
6. Nova Divisão Social do Trabalho
6.1. Novas formas de produção
6.2. Guildas e Corporações
6.2.1. Produção de uma mesma unidade
6.2.2. Todos trabalhavam até o término
6.2.2.1. Cada um fazendo sua parte
6.3. Jornada de trabalho
6.3.1. 12, 14 ou 16 horas
6.3.2. Não havia distinção entre adulto e criança
6.3.3. Ambientes insalubres
6.3.3.1. Doenças pulmonares
6.3.3.2. Morte por exaustão
6.3.4. Divisão da vida em minutos
6.3.4.1. Camponês deixa de seguir ritmo da natureza
6.4. Leis "Reguladoras"
6.4.1. Lei 1601
6.4.1.1. Obrigação da paróquia garantir mínimo vital
6.4.1.2. Dos que viviam em seu território
6.4.2. Lei 1662
6.4.2.1. Direito de devolver os pobres a paróquia de origem
6.4.3. Lei do Senhor e do Empregado
6.4.3.1. Permitia prisão do operário que abandonasse o trabalho
7. A Reação às Máquinas
7.1. Ludismo
7.1.1. Atacar e destruir as máquinas
7.1.1.1. Cidades inglesas
7.1.2. Ned Ludlam
7.1.2.1. Deu origem ao movimento
7.1.2.2. Quebrou o tear do patrão
7.1.3. Movimento se espalhou
7.1.3.1. Duramente perseguido
7.1.3.2. Condenados a morte ou deportação (1812)
7.1.4. Antecede o movimento sindical
7.1.5. Queria voltar tudo 'como antes'
7.1.5.1. Industrialização era irreversível
8. Início do Movimento dos Trabalhadores
8.1. Lei Fabril de 1833
8.1.1. Nasce uma jornada 'normal'
8.1.2. Jornada começava as 5h30
8.1.3. Terminava 20h30
8.1.4. Adolescentes - Máximo 12h
8.2. Associação Trabalhadores Londrinos
8.2.1. Acaba ilegalidade
8.2.1.1. Lutar por melhores condições
8.2.2. Movimento Cartista
8.2.2.1. Carta do Povo - Enviada ao parlamento
8.2.2.2. Sufrágio universal masculino
8.2.2.3. Voto secreto
8.2.2.4. Eleições anuais
8.2.2.5. Igualdade de direitos eleitorais
8.2.2.6. Participação operária no Parlamento
8.2.2.6.1. Só proprietários poderiam ser eleitos
8.2.3. (1842) Greve Geral
8.2.3.1. Promulgada pelo Parlamento
8.2.3.2. Leis que beneficiavam os trabalhadores
9. O Trabalho, a Máquina a Vapor
9.1. Primeira máquina a Vapor 1698
9.1.1. Usada para tirar água das minas de carvão
9.2. Foi adaptado em outros nichos produtivos
9.2.1. Indústria têxtil
9.2.1.1. Tear mecânico
9.2.2. Agricultura
9.2.2.1. Descaroçador de algodão