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CCNA 2 Pt1 por Mind Map: CCNA 2 Pt1

1. Module 1

1.1. Boot System Comand steps

1.1.1. Step 1 - Primeiro, o switch carrega um programa POST (Power-On Self-Test) armazenando na ROM. POST verifica o subsistema da CPU. Ele testa a CPU, DRAM e a parte do dispositivo flash que compoe o sistema de arquivos flash

1.1.2. Step 2 - Boot Loader e um processo feito logo apos o POST que nada mais e um inicializador do sistema que tambem fica armazenado na memoreia ROM

1.1.3. Step 3 - O Boot Loander inicializa os registros da CPU que controlam onde a memoria fisica e mapeada, a quantidade de memoria e sua velocidade

1.1.4. Step 4 - O boot loander inicializa o arquivo flash no sistema

1.1.5. Step 5 - O ultimo passo e onde o boot carrega como origem o sistema IOS assim dando acesso a todo o sistema

1.2. Switch SVI Configuration

1.2.1. Todas as portas sao atrubuidas à VLAN 1 por padrao

1.2.1.1. Para fins de seguranca e recomendado usar uma VLAN diferente da 1

1.3. Duplex Communication

1.3.1. - A comunicacao full-duplex aumenta a eficiencia da largura de banda permitindo que ambas as extremidades de uma conexao transmitam e recebam dados simultaneos

1.3.1.1. - Isso tambem e conhecido como comunicacao bidirecional e requer micrissegmentacao

1.3.1.1.1. - Uma LAN microsegmentada e criada quando uma porta do switch tem apenas um dispositivo conectado e esta operando no modo full-duplex. Nao há domínio de colisão associado a uma porta de switch operando no modo full

1.4. Dual Stack Topology

1.4.1. É um recurso diferenciador entre switches e roteadores para o tipo de interface especifica para cada um

1.5. Configure Switch Ports at the Physical Layer

1.5.1. - As portas do switch podem ser configuradas manualmente com configuracoes de duplex e velocidades especificas. Os respectivos comandos de configuracao de interface sao duplex e speed

1.5.1.1. As postas somente serao full duplex se forem com 1000 Mbps de velocidade,

1.5.1.1.1. A negociacao automatica e usada quando o dispositivo se conecta em uma porta desconhecida que pode ser alterada

1.6. Auto-MDIX

1.6.1. - Basicamente e um comando usado para identificar qual tipo de conexao deve ser usada entre dispositivos

1.6.1.1. - Ao usar o auto-MDIX em uma interface, a velocidade da interface e o duplex devem ser definifos como automatico para que o recurso opere corretamente

1.7. Troubleshooting Network Access Layer Issues

1.7.1. Para solucionar problemas de cenarios que nao envolvem conexao ou conexao ruim entre um computador e outro dispositivo, siga o processo geral mostrado na figura

1.7.1.1. New node

1.8. Telnet Operation and SSH Operation

1.8.1. O Telnet usa a porta 23, usa um protocolo que nao tem criptografia, nao sendo seguro

1.8.1.1. Um ator ameacador pode monitorar pacotes usando o Wireshark

1.8.2. Secure Shell SSH ultiliza a porta TCP 22, fornece uma conexao criptografada

1.8.2.1. E sempre recomendado usar SSH, sempre que for possivel

1.9. SSH Configuration

1.9.1. Step 1 - Verificar o suporte SSH

1.9.1.1. Step 3 - Gerar pares de chaves RSA

1.9.1.1.1. Step 5 - Configurar as linhas vty

1.9.2. Step 2 - Configurar o dominio IP

1.9.2.1. Step 4 - Configurar autenticacao de usuario

1.9.2.1.1. Step 6 - Ativar SSH versao 2

1.10. Boot System Comand

1.10.1. - O switch tenta inicializar automaticamente usando informacoes na variavel do Ambiente. Se esta variavel nao estiver definida, o switch carrega e executa o primeiro arquivo executavel que encontra

1.10.2. - O sistema operacional IOS inicializa as interfaces usando os comandos do Cisco IOS encontrados no arquivo startup-config. O arquivo startup-config e chamado config.text e esta localizacao em flash

1.10.3. - No exemplo, a variavel de ambiente BOOT e definida usando o comando boot system mode de configuracao global. Observe que o IOS esta localizado em uma pasta distinta e o caminho da pasta e especifica. Use the command show boot para ver o arquivo IOS boot

1.11. Switch LED Indicators

1.11.1. Normalmente os switchers possuem LEDs que indicam o momento de trocar alguma pessa ou algo do tipo

1.12. Recovering frim a System Crash

1.12.1. Quando o software nao carrega, é possivel accesar o sistema operacional atrazes de um cabo console "carregador de inicializacao"

1.12.1.1. Step 1 - Conecte um PC pelo cabo do console a porta do console do switch. controle o software de emulacao de terminal para conectar-se ao comutador

1.12.1.2. Step 2 - Desconecte o cabo de alimentacao do switch

1.12.1.3. Step 3 - reconecte o cabo de alimentacao ao switch e dentro de 15 segundos, pressione e mantenha pressionando o botao modo.

1.12.1.4. Step 4 - Continue pressionando o botão Modo ate que o LED do sistema fique brevemente

1.12.1.5. Step 5 - o Boot loader switch: prompt aparece na emulacao do terminal no software do computador.

1.13. Switch Management Access

1.13.1. - Para preparar um switch para acesso de gerenciamento remoto, o switch deve ser configurado com um endereco IP e uma mascara de sub-rede.

1.13.2. - Para gerenciar o switch a partir de uma rede remota, o switch deve ser configurado com um gateway padrao. Isso e muito semelhante das informacoes de endereco IP em dispositivos host.

2. Comandos

3. Exemplo: S1(config)# boot system flash:/c2960-lanbasek9-mz.SE/c2960-lanbasek9-mz.SE.bin

4. OBS: Existem varios tipos diferentes para cada modelo

5. OBS: A linha de comando boot loader aceita comandos para formatar o sistema de arquivos flash, reinstalar o software de sistema operacional e recupera-lo no caso de senhas perdidas ou esquecidas. Por exemplo o comando DIR pode ser usado para ver a lista de arquivos com direcoes especificas para dispositivos

6. Demonstracao

6.1. - O SVI no S1 deve receber um endereco IP.

6.2. - O SVI e uma interface virtual, nao uma porta fisica no switch.

6.3. - Um cabo de console e usado para se conectar a um PC para que o switch possa ser configurado inicialmente.

7. Comandos

8. Comandos

9. Comandos

10. Step 3

11. Step 1

12. New node

12.1. Configuracoes da porta do Switch

13. Step 2

14. O switch deve ser configurado com um gateway padrao se for gerenciado remotamente a partir de redes que nao estao diretamente conectadas.

14.1. Como ele receberá suas informacoes de gateway padrao de uma mensagem de anuncio de roteador (RA), o switch nao requer um gateway padrao IPv6

15. OBS: O recurso e ativado por padrao nos switches 2960 e 3560 porem nao sao definidos por padrao nos 2950 e 3550 (mais antigos)

15.1. Para examinar a configuracao MDIX para uma interface especifica, use o comando "show controllers ethernet-controller" com a palavra chave "phy". Para limitar a saida as linhas que fazem referencia ao Auto-MDIX, use o filtro include Auto-MDIX

16. Os comandos show ip interface brief e show ipv6 interface breaf sao úteis para determinar o status das interfaces fisicas e virtuais. A saida mostrada confirma que a interface VLAN 99 foi configurada com um endereco IPv4 e IPv6

16.1. OBS: Um endereco IP aplicado ao SVI é apenas para acesso de gerenciamento remoto ao switch; isso nao permite que o switch roteir pacotes da Camada 3

17. New node

17.1. Comandos de verificacao de interface do switch

18. O comando "show running-config" pode ser usado para verificar se o switcher foi carregado corretamente. A partir da saida abreviada da amostra em S1, algumas informacoes importantes sao mostradas na figura:

18.1. New node

18.1.1. - A interface Fast Ethernet 0/18 configurada com a VLAN de gerenciamento 00

18.1.2. - A VLANN 99 configurada com um endereco IPv4 172.17.99.11 255.255.255.0

18.1.3. - Default gateway set to 172.17.99.1

19. O comando show interfaces é outro comando comumente usado, que exibe informacoes e estatisticas nas interfaces de rede do switch. Usado ao configurar e monitorar dispositivos de rede

19.1. New node

19.1.1. A primeira linha de saida para o comando show interfaces FastEthernet 0/18 indica a interface FastEthernet 0/18 esta up/up, o que significa que esta operacional. Mas abaixo, a saida mostra que o duplex esta cheio e a velocidade e de 100 Mbps.

19.1.1.1. Show interface vai indicar se a parte fisica do dispositivo esta funcionando

20. New node

20.1. Este comando mostra as falhas na comunicacao, provendo informacoes de colisoes e muito mais

21. New node

22. Configuration

22.1. Comandos para switch

23. Para habilitar o SSH e necessario verificar se o switch esta usando a vercao correta do IOS

23.1. Um nome de arquivo IOS que inclui a combinacao "k9" suporta recursos criptografados

23.1.1. Comando para ver a versao "show version"

24. New node

24.1. Em um PC, um cliente SSH, como PuTTY, é usado para se conectar a um servidor SSH. PuTTY suponha que o seguinte esteja configurado

24.1.1. - SSH está habilitado no switch S1

24.1.2. - Interface VLAN 99 (SVI) com endereco IPv4 172.172.17.99.1 no switch

24.1.3. - PC1 com endereco IPv4 172.17.99.21

25. New node

25.1. Para exibir a versao e os dados de configuracao para SSH no dispositivo que voce conecta a um servidor SSH

25.2. use o comando "show ip ssh". No exemplo, SSH versao 2 esta habilitado

26. New node

26.1. Configuracoes basicas de um Roteaador

26.2. It was just misding the baanner

27. Padra para configurar interfaces de um Roteador

27.1. - Configura-lo com pelo menos um endereco IP

27.2. - Ativar a interface - Por padrao todas as interfaces vem desativadas, estao use o comando "no shutdown" para ativalas

27.3. -Description - nao e obrigatorio, mas voce pode fazer uma descricao entre conexoes de interfaces dizendo o que é

28. New node

28.1. Comandos para roteador

29. IPv4 Loopback Interfaces

29.1. E uma interface que nao esta conectada com nada logico, é usada para testes, tambem e possivel fazer testes com ela mesmo que nao esteja conectado com uma rede

29.2. Esta interface tambem constuma ser ultilizada para fins de laboratorio criando varias interfaces adcionais.

30. New node

31. Interface Verification Commands

31.1. - show ip interface brief and show ipv6 interface brief - Eles exibem um resumo de todas as interfaces, incluindo o endereco IPv4 ou IPv6 da interface e o status operacional atual

31.1.1. - show running-config interface "interface ID" - exibe os comandos aplicados aquela interface em especifico

31.1.1.1. - show ip route and show ipv6 route - exibe a tabela de roteamento armazenado na RAM

32. New node

33. Verify IPv6 Link Local and Multicast Addresses

33.1. "show ipv6 interface" brief é o comando ultilizado para demonstrar o endereco ipv6 configurado para a interface

33.1.1. O endereco que comeca com FE80 sempre sera o link-local

33.1.1.1. Uma interface de rede IPv6 e necessaria para ter um endereco link local, mas nao necessariomente um endereco unicast global

34. Verify IPv6 Link Local and Multicast Addresses

34.1. "show ipv6 interface" brief é o comando ultilizado para demonstrar o endereco ipv6 configurado para a interface

34.2. O endereco que comeca com FE80 sempre sera o link-local

34.3. Uma interface de rede IPv6 e necessaria para ter um endereco link local, mas nao necessariomente um endereco unicast global

35. New node

36. Verificar a configuracao da interface

36.1. A saida do comando "show running-config interface" exibe os comandos atuais aplicados especificadamente para uma interface

36.1.1. - show interfaces- Exibe informacoes da interface e pacotes de flow

36.1.2. - show ip interface e show ipv6 interface - Exibe as informacoes relacionadas ao IPv4 e IPv6 para todas as interfaces em um roteador

37. New node

38. Verify Routes

38.1. A saida dos comandos show ip route e show ipv6 route revelam as tres entradas de rede diretamente conectadas as tres entradas de interface de rota de host local, conforme mostrado no exemplo.

38.1.1. A rota do host local tem uma distancia administrativa de 0. Tambem tem uma mascara de /32 para IPv4 e uma mascara de /128 para IPv6. A rota do host local e para rotas no roteador que possui o endereco IP. É usada para permitor que o roteador processe os pacotes destinados a esse IP.

39. New node

40. comando terninal

40.1. No comando "terminal lenght" voce pode mudar a exibicao de quando usado um show config de uma interface

40.1.1. Para ativar o comando de filtragem, insira o caractere (|) depois do comando (show) e, em seguida, insira um parametro de filtragem e uma expressao de filtragem

40.1.1.1. O comando de Filtragem podem ser usados para mostrar secoes epecificas

40.1.1.1.1. - Secrion

40.1.1.1.2. - Include

40.1.1.1.3. - Exclude

40.1.1.1.4. - Begin

41. O recurso de historico de Comandos

41.1. Usando o comando (Ctrl+P) ou tecla (Seta para cima), Exibira os ultimos comandos ultilizados

41.1.1. Por padrao e possivel armazenar apenas 10 comandos, mas e possivel usar o comando (terminal history size) para aumentar ou diminuir

42. show running-config | section line con show ip interface brief | include down show ip interface brief | exclude up show running-config | begin line

43. Module 2

43.1. Encaminhamento de quadro

43.1.1. Um switch encaminhado com base na interface de entrada e no endereco MAC de destino

43.1.1.1. Um switch usa sua tabela de enderecos MAC para tomar decisoes de encaminhamento

43.1.1.1.1. - Entrada - entrando na interface

43.1.1.1.2. - Saída - saindo da interface

43.2. A tabela de enderecamentos MAC do switch

43.2.1. Um switch usara o endereco MAC de destino para determinar a interface de saida

43.2.1.1. Antes que um switch possa tomar essa decisao, ele deve saber qual interface o destino esta localizado .

43.2.1.1.1. Um switch cria uma tabela de enderecos MAC, tambem conhecida como uma tabela CAM (Content Addressable Memory), gravando o endereco MAC de origem na tabela juntamente com a porta recebida.

43.3. O switch usa um processo de duas etapas:

43.3.1. Step 1- Aprender - Examina o endereco de origem

43.3.1.1. -Adciona o MAC de origem se nao estiver na tabela

43.3.1.2. - Redefine a definicao de tempo de intervalo para 5 minutos se a origem estiver na tabela

43.3.2. Step 2. Encaminhar - examina o endereco de destino

43.3.2.1. - Se o MAC de destino estiver de enderecos MAC, ele sera encaminhado para a porta especifica

43.3.2.2. - Se um MAC de destino nao estiver na tabela, ele sera inundado todas as interfaces, exeto a que foi recebida.

43.4. Cut-Through Switching

43.4.1. - O corte encaminhado o quadro imediatamente após determinar o MAC de destino

43.4.2. - Fragment (Frag) método livre ira verificar o destino e garantir que o quardro é pelo menos 63 Bytes. Isso eliminara os anoes

43.5. Broadcast Domains

43.5.1. Um dominio se estende por todos os dispositivos da Camada 1 ou da Camda 2 em uma LAN

43.5.1.1. Os switch sao dispositivos que propagam o broadcast, assim fazendo com que uma rede grande possa se congestionar

43.5.1.1.1. Aumentando com um dispositivo de camada 3 (roteador) e possivel divir em dois dominios de broadcast, fazendo com que a rede flua melhor

44. OBS: Um switch nunca permitira que o trafego seja encaminhando para fora da interface que recebeu o trafego

45. OBS: Este endereco e um unicast, e feito uma inundacao de unicast, ele repete o mesmo quadro por todas as portas ativas

46. Os switches usam software em circuitos integrados especificos de aplicativos (ASICs) para tomar decisoes muito rapidas

46.1. Um switch usará um dos dois métodos para tomar decisoes de encaminhamento depois de receber um quadro

46.1.1. - Comutacao da Store-and-Forward: Recebe todo o quadro e garante que o quadro é valido. A comutacao de armazenamento e encaminhamento e o metodo de comutacao preferido da Cisco

46.1.2. - Switching cut-through - Encaminha o quadro imediatamente após determinar o endereco MAC de destino de um quadro de entrada e a porta de saida

47. Store-and-Foward

47.1. Store-and-Foward tem duas caracteristicas principais:

47.1.1. - Verificacao de erros - O switch verificará a Sequencia de Verificacao de Quadros (FCS) para erros de CRC. Quadros ruins serao descartados.

47.1.2. - Buffering - A interface de entrada armazenará o porta-retratos enquando verifica o FCS. Isso tambem perite que o switch se ajuste a uma diferenca de potencial nas velocidades entre as portas de entrada e saida

48. Conceitos de comutacão

48.1. - É apropriado para switches que precisam de latencia abaixo de 10 microsegundos

48.2. - Não verifica o FCS, para que ele possa propagar erros

48.3. - Pode levar problemas de largura de banda se o switch propagar muitos erros

48.4. - Não é possivel suportar portas com velocidades diferentes que vao da entrada a saida

49. Redes com VLAN

49.1. Com VLANs, o trafego unicast, multcast e broadcast é confinado a uma VLAN. Sem um dispositivo de camada 3 para conectar as VLANs, os dispositivos em VLANs diferentes nao podem se comunicar

50. Dominios de Colisão

50.1. Os switches eliminam dominios de colisao e reduzem o congestionamento.

50.1.1. - Quando há full duplex no link, os dominíos de colisao sao eliminados.

50.1.2. - Quando tiver mais que um dispositivo em Half duplex na rede, havera dominío de colisao na rede

50.1.2.1. (Havera disputa pela largura da banda)

50.1.2.2. (Colisoes agora sao possiveis)

50.1.3. - A maioria dos dispositivos, incluindo a automatica com configuracao padrao para duplex e velocidade

51. Verificar informacoes da VLAN

51.1. Use o comando show vlan. A sintaxe completa é:

51.2. show vlan [brief|id vlan-id|name vlan-name|summary]

52. New node

53. Exemplo de VLAN de dados de voz

53.1. - Queremos criar e nomear VLANs de voz e dados

53.2. - Alem de atribuit a VLAN de dados, tambem atribuiremos a VLAN de Voz e ativaremos QoS para trafego de voz para a interface

53.3. - O switch catalisador mais recente cria automaticamente a VLAN, se ela ainda nao existir, quando for atribuida a uma interface.

54. Alivio de consestionamento de rede

54.1. Os switches usam a tabela de enderecoas MAc e full-duplex para eliminar colisoes e evitar congestionamentos

54.2. As caracteristicas do switch que aliviam o congestionamento sao as seguintes:

55. Exemplo de cessao de portas VLAN

55.1. Podemos atribuir a VLAN a interface de porta.

55.1.1. - Assim que o dispositivo recebe a VLAN, o dispositivo final precisara das informacoes de endereco IP para essa VLAN

55.1.1.1. New node

56. obs: Nao e recomendado ultilizar esta VLAN para todas as funcoes e sim dividilas por uma questao de seguranca

57. VLAN de dados

57.1. - Dedicado ao trafego gerado pelo usuario (e-mail)

57.2. - A VLAN 1 é a VLAN de dados padrao porque todas as interfaces sao atribuidas a essa VLAN

58. Identificacao VLAN com uma tag

58.1. É uma tag criada no cabecalho de 4 bytes contendo o IEEE 802.2Q

58.1.1. Quando a tag é criada, o FCS deve ser recalculado

58.1.1.1. Quando enviado para dispositivos finais, essa tag deve ser removida e o FCS recalculado de volta ao seu numero original

58.1.1.1.1. New node

59. Sempre o ultimo switch retira a tag e recalcula para as configuracoes originais

60. - O telefpne pode nao marcar quadros do PC

60.1. New node

61. New node

61.1. VLANs configuradas por padrao

62. Comandos de criacao

62.1. Os detalhes da VLAN sao armazenados no arquivo vlan.dat. Voce cria VLANs no modo de configuracao global

63. New node

64. Exemplo de criacao de VLAN

64.1. - Se o PC Student estiver na VLAN 20 criaremos a VLAN primeiro e, em seguida, nomieá-la

64.2. - Se voce nao o nomear, o Cisco IOS fornecera um nome padrao de vlan e o numero de quatro digitos de vlan da VLAN. Por exemplo, vlan0020 para VLAN 20

65. New node

66. Beneficios de um Design VLAN

66.1. New node

66.1.1. New node

67. New node

68. New node

69. New node

70. VLANs de voz e dados

70.1. Uma porta de acesso so pode ser atribuida a um VLAN de dados. No entanto, ela tambem pode ser atribuida a uma VLAN de voz para quando um telefone e um dispositivo final estiverem desligados da mesma porta de comutacao

71. New node

72. VLAN de Voz

72.1. - Capacidade de evitar congestionamento

72.2. - Atrasar menos de 150 ms da origem para o destino

72.3. - Toda a rede deve ser projetada oara suportar voz

73. Voice VLAN exemplo de verificacao

73.1. New node

74. Module 3

74.1. Definicoes VLAN

74.1.1. A coloxaxao de dispositivos em varias VLANs tem as seguintes caracteristicas

74.1.1.1. VLANs sao conexoes logicas com outros dispositivos semelhantes

74.1.1.1.1. - Fornece segmentacao dos varios grupos de dispositivos nos mesmos switches

74.1.1.1.2. - Fornece uma organizacao mais gerenciavel

74.1.1.1.3. - Transmussoes, multcasts e unicasts sao isolados na VLAN individual

74.1.1.1.4. - Cada VLAN terá sua própria gama exclusiva de enderecamento IP

74.1.1.1.5. - Dominios de transmissao menores

74.2. Há varias maneiras de alterar a associacao a VLAN

74.2.1. - Reinsira o comando switchport access vlan vlan-id

74.2.2. - Usar a vlan sem switchpory access para colocar a interface de volta a VLAN 1

74.3. Verificar a configuracao do trunks

74.3.1. Defina o modo tronco e a vlan nativa

74.3.2. Observe o comando "sh int fa0/1 switchport:

74.3.2.1. - Está definido como tronco

74.3.2.2. - É definido como tronco operacionalmente (funcionando)

74.3.2.3. - O encapsulamento é dot1q

74.3.2.4. - Native VLAN set to VLAN 99

74.3.2.5. - Todas as VLANs criadas no switch passarao o trafego nesse tronco

74.4. Introducao ao DTP

74.4.1. Dynamic Trunking Protocol é um protocolo CIsco proprietario.

74.4.1.1. As caracteristicas DTP sao as seguintes

74.4.1.1.1. - Ativado por padrao nos switches

74.4.1.1.2. - Dynamic-Auto é padrao nos switches

74.4.1.1.3. - Pode ser desativado com o comando nonegotiate

74.4.1.1.4. - Pode ser ativado novamente configurando a interface para dynamic-auto

74.4.1.1.5. - Definir um switch para um tronco estatico ou acesso estatico evitara problemas de negociacao com o tronco do modo switchport ou os comandos switchport mode access

74.5. Tipos de VLANs

74.5.1. VLAN padrao

74.5.1.1. - VLAN de origem

74.5.1.2. - VLAN nativa de origem

74.5.1.3. - VLAN de gerenciamento

74.5.1.4. - Nao pode ser excluida

74.6. Definindo troncos VLAN

74.6.1. Um tronco é um link ponto a ponto entre dois dispositivos de rede.

74.6.1.1. - Permite mais de uma VLAN

74.6.1.2. - Estenda a VLAN em toda a rede

74.6.1.3. - Por padrao, suporta todas as VLANs

74.6.1.4. - Suporta entroncamentos 802.1Q

74.7. VLAN Ranges nos Switches Catalyst

74.7.1. Os switchs suportam mais de 4000 VLANs

74.7.1.1. New node

75. Voice VLAN tagging

75.1. O telefone VoIP é um swith de tres portas

75.1.1. - O switch usara CDP para informar o telefone da VLAN de voz

75.1.2. - O telefone marcara seu proprio trafego (Voz) e pode definir Cost of Service (CoS)

76. VLAN de gerenciamento

76.1. - Isso e usado para trafego SSH/Telnet VTY e nao deve ser transportado com trafego de usuario final.

76.2. - Normalmente, a VLAN que é o SVI para o switch de Camada 2

77. VLANs nativas e 802.1Q Tagging

77.1. New node

77.1.1. - Normalmente, a marcacao é feita em todas as VLANs

77.1.2. - O uso de uma VLAN nativa foi projetada para uso herdado, como o hub no exemplo

77.1.3. - A menos que seja alterado, VLAN1 é a VLAN nativa

77.1.4. - Ambas as extremidades de um link de tronco devem ser configuradas com a mesma VLAN nativa

77.1.5. -Cada tronco é configurado separadamente, portanto, é possivel ter VLANs nativas diferentes em troncos separados

78. VLAN nativa

78.1. - Isso e usado somente para links de tronco '

78.2. - Todos os quadros sao marcados em um link de tronco 802.1Q, exceto aqueles na VLAN nativa

79. Redes sem VLAN

79.1. Sem VLANs, todos os dispositivos conectados aos switches receberao todo o trafego unicast, multcast e broadcast

80. Module 4

80.1. O que é roteamento entre VLANs

80.1.1. As VLANs sao usadas oara segmentar redes de Camda 2 comutadas por uma variedade de razoes

80.1.2. Independentemente do motivo, os hosts em uma VLAN nao podem se comunicar com hosts em outra VLAN, a menos que haja um roteador ou um switch de camada 3 para fornecer servicos de roteamento

80.1.3. O roteamento entre VLANs é o processo de encaminhamento de trafego de rede de uma VLAN para outra VLAN

80.2. Legacy Inter-VLAN Routing

80.2.1. A primeira solucao entre rotemanto inter-VLAN dependia do uso de um roteador com varias interfaces Ethernet. Cada interface de roteador foi conectada a uma porta de switch entre VLANs diferentes. As interfaces do roteador serviram como gateways padrao para os hosts locais na sub-rede VLAN

80.2.1.1. - O roteamento inter-VLAN herdado usando interfaces fisicas funciona, mas possui uma limitacao significativa. Nao é rasoavelmente escalavel porque os roteadores tem um numero limitado de interfaces fisicas. A exigencia de uma interface de roteador fisico por VLAN esgota rapidamente a capacidade de interface fisica de um roteador

80.2.1.1.1. OBS: Esse metodo de roteamento entre VLAN nao e mais implementado em redes comutadas e é incluido apenas para fins de explicacao

80.3. Operacao de roteamento enre VLANs

80.3.1. O metodo de roteamento inter-VLAN "router-on-a-stick" supera a limitacao do metodo de roteamento inter-VLAN herdado. Ela requer apenas uma interface Ethernet para rotear o trafego entre varias VLANs em uma rede.

80.3.1.1. - Uma interface Ethernet do roteador Cisco IOS é configurada como um tronco 802.1Q e conecta a uma porta de tronco em um switch de camada 2. Especificamente, a interface do roteador é configurada usando subinterfaces para identificar VLANs roteaveis

80.3.1.1.1. - As subinterfaces configuradas sao interfaces virtuais baseadas em software. Cada um esta associado a uma unica interface Ethernet fisica. As subinterfaces no software em um roteador. Cada subinterface e configurada independentemente com um endereco IP e atribuicao de VLAN. As subinterfaces sao configuradas para diferentes sub-redes que correspondem a sua atribuicao de VLAN. Isso facilita o roteamento logico.

80.4. Router-on-a-stick Cenario

80.4.1. - Na figura, a interface Gg o/o/1 R1 esta conectada a porta S1 FE 0/5. A porta S1 FE 0/1 esta conectada a porta S2 FE 0/1. Esses sao links de tronco que sao necessarios para encaminhar o trafego dentro e entre VLANs

80.4.1.1. - Para rotear entre VLANs, a interface R1 gg 0/0/1 é dividida logicamente em tres subinterfaces, conforme mostrado na tabela. A tabela tambem mostra as tres VLANs que serao configuradas nos switches.

80.4.1.1.1. - Suponha que R1, S1 e S2 tem configuracoes basicas iniciais. Atualmente PC1 e PC2 nao podem efetuar ping entre si porque estao em redes separadas. Somente S1 e S2 podem fazer ping uns aos outros, mas eles sai inalcansaveis por PC1 ou PC2 porque eles tambem estao em redes diferentes

80.5. Configuracao de subinterface R1 de roteamento interVLAN

80.5.1. O metodo roteador no stick exige que voce crie uma subinterface para cada VLAN a ser roteada.

80.5.1.1. Uma subinterface e criada usando o comando interface (interface_id) (subinterface_id).

80.5.1.1.1. A sintaxe de subinterface e a interface fisica seguida por um ponto e um numero de subinterface.

80.6. Roteamento inter-VLAN de camada 3

80.6.1. Os recursos de um switch de camada 3 incluem a capacidade de fazer o seguinte:

80.6.1.1. - Encaminhe de uma VLAN para outra usando varias interfaces virtuais comutadas (SVIs)

80.6.1.1.1. - Converta uma porta de comutacao de Camada 2 em uma interface de Camada 3 (ou seja, uma porta roteada). uma porta roteada é semelhante a uma interface fisica em um roteador Cisco IOS

80.7. Configuracao de switches de Camada 3

80.7.1. -1 Crie as VLANs. No exemplo, as VLANs 10 e 20 sao usadas

80.7.2. -2 Crie as interfaces VLAN SVI. O endereco IP configurado servira como default-gateway padrao para hosts na respectiva VLAN

80.7.3. -3 Configure portas de acesso Atribua a porta apropriada a VLAN necessaria

80.7.4. -4 Hbailite o roteamento IP

80.8. Troubleshoot Inter-VLAN Routing

80.8.1. Ha uma serie de razoes pelas quais uma configuracao inter-van pode nao funcionar. Todos estao relacionados a problemas de conectividade. Primeiro, verifique a camada fisica para resolver quaisquer problemas de conectividade. Primeiro, verifique a camada fidica para resolver quaisquer problemas em que um cabo possa estar conectado a porta errada. Se as conexoes estiverem corretas, use a lisra na tabela por outros motuvos comuns pelos quais a conectividade entre VLAN pode falhar

80.8.1.1. New node

81. Roteamento entre VLANs em um switch de camada 3

81.1. O metodo moderno de execucao de roteamento inter-VLAN é usar switches de camada 3 e interfaces virtuais comutadas (SVI). Um SVI é uma interface virtual configurada em um switch da Camada 3, conforme mostrado na figura

81.2. - Obs: Um switch de Camada 3 tambem chamado de switch multcamadas, pois opera na Camada 2 e 3. No entanto, neste curso, usamos o termo switch Camada 3

82. New node

83. Um problema que acontece no roteamento entre inter-VLANs herdadas, é quando a VLAN esta incluida em portas de switch mal configuradas

83.1. No entanto, com uma solucao de roteador-on-a-stick, a causa mais comum é uma porta de tronco mal configurada

83.1.1. - Verifique se a porta conectada ao roteador esta configurada corretamente com um link de tronco usando o comando (show interface trunk)

83.1.2. - Se essa porta estiver ausente na saida, examine a coonfiguracao da porta com o comando ( show running-config interface X) para ver como a porta esta configurada

84. VLANs ausentes

84.1. Um problema de conectividade entre VLAN pode ser causado por uma VLAN ausente. A VLAN pode estar ausente se nao for criada, foi excluida acidentalmente ou nao é permitida no link do tronco

84.1.1. Quando uma VLAN é excluida, todas as portas atribuidas a essa VLAN ficam inativas. Eles permanecem associados á VLAN ( Inativos ) até voce atribui-los a uma nova VLAN ou recriar a VLAN ausente. Recriar a VLAN ausente reatribuira automaticamente os hosts a ela.

85. Repita o processo para cada VLAN a ser roteada. Cada subinterface do roteador deve receber um endereco IP em uma sub-rede exclusiva para que o roteamento ocorra. Quando todas as subinterfaces tiverem sido criadas, ative a interface fisica usando o comando de configuracao de interface no shutdown. Se a interface fisica estiver desativada, todas as subinterfaces serao desativadas

86. New node

87. Verificar o modo DTP

87.1. A configuracao padrao do DTP depende da versao e da plataforma do Cisco IOS

87.1.1. - Use o comando show dtp interface para determinar o mofo DTP atual

87.1.2. - A Pratica recomendada recomenda que as interfaces sejam definidas para acesso ou tronco e para desativarem o DTP

88. Resultados do protocolo de entroncamento dinamico de uma configuracao de DTP

88.1. As opcoes de configuracao de DTP sao as seguintes

88.1.1. New node

89. Exclua VLANs com o comando no vlan

89.1. Cuidado: Antes de excluir um VLAN, reatribua todas as portas membros para um VLAN diferente

89.1.1. - Exclua todas as VLANs com os comandos "delete flash:vlan.dat" ou "delete clan.dat"

89.1.2. -Recarregue o switch ao excluir todas as VLANs

90. Comandos de configuracao de tronco

90.1. Configurar e verificar troncos de VLAN. Os troncos sao de camada 2 e transportam trafego para todas as VLANs

90.1.1. New node

91. Exemplo de configuracao de tronco

91.1. New node

91.1.1. New node

91.1.1.1. Obs: Isso pressupoe que um switch 2960 usando a marcacao 802.1Q. Os switches de camada 3 exigem que o ensapsulamento seja configurado antes do modo de tornco

92. New node

93. Redefinir o tronco para o estado padrao

93.1. - Redefina as configuracoes padrao de tronco com o comando no.

93.2. - Todas as VLANs com permissao para passar trafego

93.3. - Native VLAN = VLAN 1

93.4. - Verifique as configuracoes padrao com um comando sh int fa0/1 switchport

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95. New node

96. New node

97. New node

97.1. Redefina o tronco para um modo de acesso com o comando swotchport mode access:

97.1.1. - Esta configurado para uma interface de acesso administrativo

97.1.2. - É definifo com uma interface de acesso operacionalmente (funcionando)

98. Modos de interface negociados

98.1. O comando switchport mode tem opcoes adicionais

98.2. Use o comando switchport nonegotiate interface configuration para interromper a negociacao DTP

99. New node

100. Existem tres opcoes de roteamento enre VLANs

100.1. - Roteamento interVLAN herdado - Esta e uma solucao legada. Nao escala bem

100.2. - Router-on-a-stick - Esta é uma solucao aceitavel para uma rede de pequeno porte a medio porte

100.3. - Switch de camada 3 usando interfaces virtuais comutadas (SVIs) - Esta e a solucao mais escalavel para organizacoes de medio a grande porte

101. New node

102. New node

102.1. A configuracao para S2 e semelhante a S1

103. New node

103.1. Na configuracao as subinterfaces R1 G0/0/1 sao configuradas para VLANs 10, 20 e 99

104. Verify Connectivity

104.1. New node

104.1.1. A configuracao do roteador-on-a-stick é concluida apos o tronco do swotch e as subinterfaces do roteador terem sido configuradas. A configuracao pode ser verificada a partir dos hosts, roteador e switch.

104.1.2. Em um host, verifique a conectividade com um host em outra VLAN usando o comando ping. É uma boa ideia verificar atual usando o comando ipconfig Windows hsot.

104.1.3. Em seguida, use ping para verificar a conectividade com {C2 e S1, conforme mostrado na figura. A saida do ping confirma com exito o roteamento entre VLAN esta operando.

105. Alem de usar ping entre dispositivos, os comandos show a seguir podem ser usados para verificar e solucionar problemas de configuracao do roteador-on-a-stick

105.1. - show ip route

105.2. - show ip interface brief

105.3. - show interfaces

105.4. - shoe interfaces trunk

106. Router on a stick É quando o roteador tem as divisoes de vlans dentro de cada interface G0/0/0. Legacy inter-VLAN É quando o roteador divide as VLANs em diferentes interfaces G0/0/0 - G0/0/1 Layer 3 inter-VLAN É quando tem um dispositivo SVI entre os switches fazendo a divisao de duas VLANs

107. SVIs nada mais sao do que interfaces virtuais

108. O roteamento entre VLAN usando o metodo router-on-a-stick é simples de implementar para uma organizacao de pequenos e medio porte. No entanto, uma grande empresa requer um metodo mais rapido e muito mais escalavel para fornecer roteamento entre VLAN.

108.1. As LANs do campus corporativo usam switches de camada 3 para fornecer roteamento entre VLAN. Os switches de camada 3 usam comutacai baseada em hardware para atingir taxas de processamento de pacotes mais altas do que os roteadores. Os switches de camada 3 tambem sao comumente umplementados em armarios de fiacao da camada de destribuicao corporativa.

109. OBS: Para restaurar o padrao de fabrica - desconecte todos os cabos de dados, apague a configuracao de inicializacao e exclua o arquivo can.dat e recarregue o dispositivo

110. OBS : O Metodo roteador no stick de roteamento entre VLANs nao ultrapassa 50 VLANs

111. Use os comandos show vlan brief ou interface fa0/18 switchport para verificar a associacao de VLAN correta

111.1. New node

111.1.1. New node

112. Comando de atribuicao de porta

112.1. Uma vez que a VLAN e criada, podemos estao atribui-la interfaces corretas

113. Cenario de Switches de Camada 3

113.1. O switch da Camada 3 D1 está conectado a dois hosts em VLANs diferentes. O PC1 está na VLAN 10 e o PC2 esta na VLAN 20, conforme mostrado. O switch de camada 3 fornecera servicos de rotamento inter-VLAN para os dois hosts

114. New node

115. Camada 3 Verificacao de Roteamento Inter-VLAN

115.1. O roteamento entre VLAN usando um switch de Camada 3 é mais simples de configurar do que o metodo roteador-on-a-stick. Após a conclusao da configuracao, a configuracao pode ser verificada testando a conectividade entre os hosts '

115.1.1. - Em um host, verifique a conectividadee com um host em outra VLAN usando o comando ping. É uma boa ideia verificar primeiro a configuracao de IP do host atual usando o comando ipconfig Windows host

115.1.2. - Em seguida, verifique a conectividade com PC2 usando o comando ping do host do Windows. A saida de ping bem-sucedida confirma que o roteamento entre VLAN esta operando.

116. Roteamento Inter-VLAN usando roteamento de switches de camada 3 em um switch de camada 3

116.1. Se as VLANs forem acessiveis por outros dispositivos de Camada 3, elas devem ser anunciadas usando roteamento estatico ou dinamico. Para habilitar o roteamento em um switch de Camada 3, uma porta roteada deve ser configurada

116.1.1. Uma porta roteada é criada em um switch de camada 3 desativando o recurso de porta de comutacao em porta de camada 2 conectada a outro dispositivo de camada 3. Especificamente, configurar o comando no switchport interface configuration em uma porta da Camada 2 o convite em uma interface da Camada 3. Em seguida, a interface pode ser configurada com uma configuracao IPv4 para se conectar a um roteador ou outro switch de Camada 3

117. New node

117.1. Na figura, o switch D1 Layer 3 configurado anteriormente esta conectado ao R1. R1 e D1 estao ambos em um dominio de protocolo de roteamento OSPF (Open Shortest Path First). Suponha que a inter-VLAN foi implementada com exito em D1. A Interface G0/0/1 do R1 esta usando o OSPF para anunciar suas duas redes

118. Roteamento Inteer-VLAN usando configuracao de Roteamento de Switches de Camada 3

118.1. - Step 1 - configure a porta roteada. Use o comando no switchport para converter em uma porta roteada, atribuir um endereco IP e uma mascara de sub-rede. Ative a porta.

118.2. - Step 2 - Ative o roteamento. Use o comando de configuracao global ip routing para ativar o comando roteamento.

118.3. - Step 3 - Configurar o roteamento. Use um metodo de roteamento apropriado. Neste exemplo, OSPFv2 de Area Unica é configurado'

118.4. - Step 4 - Verifique a conectividade. Use o comando ping para verificar a capacidade de acesso

119. Troubleshoot Inter-VLAN Routing Scenario

119.1. Exemplos de alguns desses problemas de roteamento entre VLAN agora serao abordados com mais detalhes. Esta topologia sera usada para todos esses problemas.

120. Use o comando show interface ... switchport para verificar a associacao a VLAN da porta

121. New node

122. Problemas de configuracao do roteador

122.1. Problemas de configuracao do roteador em um stick geralmente estao relacionados a configuracoes incorretas de subinterface

122.1.1. - Verifique o stado da subinterface usando o comando show ip interface briief

122.1.2. - Verifique quais VLANs cada uma das buninterfaces esta em. Para fazer isso, o comando show interfaces e util, mas gera uma grande quantidade de saida nao necessario adicional. A saida do comando pode ser reduzida usando filtros de comando IOS. Neste exemplo, use a palavra-chave include para identificar que somente linhas contendo as letras Gig ou 802.1Q

123. New node

124. New node

125. show version

125.1. Este comando pode ser usado para a descoberta de um endereco MAC

126. Switch# show flash:

126.1. Switch# dir flash:

127. New node

128. New node