1. História das ideias psicológicas
1.1. Grécia Antiga
1.1.1. Postulações sobre a alma e a razão humana
1.1.1.1. Sócrates (469-399 a.C.)
1.1.1.1.1. Razão como essência humana
1.1.1.2. Platão (427-347 a.C.)
1.1.1.2.1. Separação entre corpo e alma
1.1.1.2.2. Imortalidade da alma
1.1.1.3. Aristóteles (384-322 a.C.)
1.1.1.3.1. Corpo e alma indissociáveis
1.1.1.3.2. Mortalidade da alma
1.2. Idade Média
1.2.1. Psicológico relacionado ao conhecimento religioso
1.2.1.1. Santo Agostinho (354-430)
1.2.1.1.1. Separação entre corpo e alma
1.2.1.1.2. Imortalidade da alma
1.2.1.1.3. Alma como manifestação divina do homem
1.2.1.2. São Tomás de Aquino (1225-1274)
1.2.1.2.1. A busca pela perfeição do homem é a busca por Deus
1.3. Renascimento
1.3.1. René Descartes (1596-1659)
1.3.1.1. Separação entre corpo e mente
2. Condições para o surgimento da Psicologia como ciência
2.1. Passagem do Renascimento para a Modernidade
2.1.1. Humanismo
2.1.1.1. Valorização do homem
2.1.2. Produção intensa de conhecimento
2.1.2.1. Grandes avanços científicos
2.1.3. Constituição da noção de subjetividade privatizada
2.1.3.1. Surgimento da imprensa
2.1.3.1.1. Difusão da leitura silenciosa
2.1.3.1.2. Individualidade do trabalho intelecutal
2.1.3.2. Valorização do indivíduo
2.2. Século XVII
2.2.1. Racionalismo
2.2.1.1. René Descartes (1596-1659)
2.2.1.1.1. Dúvida metódica
2.2.2. Empirismo
2.2.2.1. Francis Bacon (1561-1626)
2.2.2.1.1. Razão com base na percepção
2.3. Século XVIII
2.3.1. Iluminismo
2.3.1.1. Questionamento da soberania do "eu"
2.3.2. Romantismo
2.3.2.1. Destituição da soberania do "eu"
2.3.2.2. Valorização da individualidade e intimidade
2.4. Século XIX
2.4.1. Crise da subjetividade privatizada
2.4.1.1. Deposição do "eu" de seu lugar privilegiado
2.4.1.1.1. Marx (1818-1883)
2.4.1.1.2. Darwin (1809-1882)
2.4.1.1.3. Nietzsche (1844-1900)
2.4.1.2. Liberdade e diferença humanas como ilusões
2.4.1.3. Incompatibilidade entre fraternidade e interesses próprios
2.4.1.4. Crescimento da burocracia estatal
2.4.1.5. Crescimento da produção mecanizada
2.4.2. Regime disciplinar
2.4.2.1. Domesticação da subjetividade dos indivíduos
2.4.3. Sistema mercantil
2.4.3.1. Desenvolvimento de uma produção para a troca
2.4.3.1.1. Especialização da produção
2.4.3.1.2. Defesa dos interesses individuais nas relações de mercado
2.4.3.2. Individualização do mercado de trabalho
2.4.3.2.1. Ruptura do vínculo com os meios de produção e da interdependência comunitária
2.4.3.2.2. Perda da proteção de um senhor
2.4.4. Crença na ciência
2.4.4.1. Processo de industrialização
2.4.4.1.1. Desenvolvimento da ciência e da técnica
2.4.4.1.2. Defesa da exploração da natureza pela burguesia
2.4.5. Positivismo
2.4.5.1. Comte (1798-1857)
2.4.5.1.1. Necessidade de um rigor científico na construção dos conhecimentos das ciências humanas
2.4.6. Fisiologia, Neurofisiologia e Neuroanatomia
2.4.6.1. Investigação de temas e problemas psicológicos pela ciência