1. Avaliação Diagnóstica: trás ao professor uma fotografia de como está o conjunto de competências do aluno.
1.1. Na alfabetização a avaliação auxilia a identificar a escrita que o aluno já desenvolveu.
1.1.1. Hoffmann (2005)
2. Avaliação Formativa: Serve para auxiliar o professor no durante.
2.1. De acordo com Almeida e Jung (2020) os critério de avaliação são: Pertencimento, Acesso, Aprendizagem, Continuidade, Singularidade e Complexidade.
3. Ser Humano é único tem potencialidades e fragilidades. Cada um aprende de uma maneira diferente.
3.1. É necessário que a postura do professor seja de acolhimento e de profundo comprometimento com a aprendizagem de cada aluno que lhe é confiado.
3.1.1. Com relação ao comprometimento, toda ação pedagógica precisa estar assentada em concepções teóricas consistentes e não simplesmente no senso comum.
3.1.2. Com relação aos instrumentos de avaliação, eles precisam ser abrangentes e diversificados.
3.1.3. (DCNEI)- para os pequenos devemos criar instrumentos de registros a partir de uma observação crítica e criativa das atividades, compartilhando com a família o progresso e as dificuldades.
3.1.4. Com relação ao EF, além da avaliação por competências, a avaliação diagnóstica e a avaliação formativa, a BNCC prevê contextos e condições de aprendizagem, tomando registros como referência para melhorar o desempenho da escola,dos professores e dos alunos.
3.1.5. Trabalhos onde as crianças irão explorar e demonstrar as suas aprendizagens.
4. O que é avaliar?
4.1. “atribuir um valor ou qualidade a alguma coisa, ato ou curso de ação...”
4.1.1. Segundo Luckesi- (1998) Avaliação: Origem no latim, composição ¨a- valere¨, que quer dizer ¨dar valor a¨.
4.1.1.1. Avaliar significa mensurar, emitir um juízo de valor da aprendizagem usando critérios que devem ser conhecidos por todos envolvidos.
4.1.2. Critérios Claros- Espécie de parâmetros que conhecemos para a execução de determinada atividade.
4.1.2.1. Segundo Depresbiteris (1989): Ser mais justo e objetivo; Esclarecer o que esperamos dos educandos; Mostrar equidade em nossos procedimentos de avaliação; Permitir a analise dos desempenhos; Oferecer uma orientação mais precisa.
4.1.3. São espécies de regras às quais vamos recorrer para fundamentar nossa avaliação.
5. Porque avaliar?
5.1. Para acompanhar a mobilização das competências.
5.2. Avaliar quem?
5.2.1. Avaliação envolve: o estudante, o professor e a escola.
5.2.1.1. Hoffmann (2005): Dimensões da avaliação- Abrangentes, Contínua, Multidimensional, Diagnóstica e Inclusiva.
5.2.1.2. Não basta avaliar os conteúdos, precisamos avaliar as habilidades
5.2.1.3. AVALIAÇÃO POR COMPETÊNCIAS.
5.2.1.3.1. Dimensões do saber (Conhecimentos), saber fazer (Habilidades) e saber ser (Atitudes).
5.2.1.3.2. Autores: Moura, Lopes e Barbosa (2017).
5.2.1.4. De acordo com a BNCC as competências são:: “[...] a mobilização de conhecimentos, habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho” (BRASIL, 2018, p. 9)
6. As diferentes formas de aprender: Cayrol e Barrère (2012) chamam de aprendizagem visual, auditiva ou cinestésica.
6.1. Precisamos diversificar tanto as atividades de aprendizagem, como as atividades avaliativas.
6.2. A aprendizagem se dá, basicamente, a partir da interação com o meio, na articulação entre funções mentais e capacidades físicas, e pelas influências do ambiente de aprendizagem (AUSUBEL, 1982).
7. Dispositivos legais da avaliação e estratégia de monitoramento
7.1. Âmbito Internacional: ONU (1945)- Vários países que trabalham pela paz e pelo desenvolvimento do planeta.
7.1.1. Ligadas a seis organismos: agências especializadas, Fundos, Programas, Comissões, Departamentos e Escritórios.
7.2. PISA: Acontece a cada três anos. Estudantes a partir do 8° ano EF na faixa etária de 15 anos.
7.3. Relaciona o desempenho dos estudantes a variáveis demográficas, socioeconômicas e educacionais.
7.4. OCDE: Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico
7.4.1. Objetivo promover políticas que visem o desenvolvimento econômico e o bem-estar social de pessoas por todo o mundo.
7.4.2. O Brasil é membro da OCDE, mas tem a distinção de membro pleno, participa de algumas reuniões e negociações.
7.4.2.1. O Brasil é responsável pelo INEP.
8. No Brasil o PISA, busca verificar a operacionalização de esquemas cognitivos.
8.1. Habilidade fomentam a integração, a tolerância, a confiança, a ética, a responsabilidade e a consciência com relação ao meio ambiente, à colaboração e aos efetivos processos democráticos das comunidades envolvidas (OCDE, 2012).
9. ÂMBITO NACIONAL: O órgão que atualmente rege a educação do país é o MEC.
9.1. 1934- a educação como um direito de todos e de dever das família e do Estado.
9.1.1. 1961-criada a primeira Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação brasileira.
9.1.1.1. 1995- instituição passou a ser responsável apenas pela área da educação, no formato como o conhecemos ainda hoje.
9.1.1.1.1. Até então, esse órgão precisou ocupar-se, também, das questões da saúde, esporte, trabalho infantil, merenda escolar e das políticas de combate à fome, bem como da universalização do ensino.
9.1.2. Na LDB existe uma aproximação muito acentuada entre a compreensão de qualidade na educação com o conceito de avaliação.
9.1.3. Avaliação: os aspectos qualitativos devem ser mais valorizados do que os aspectos quantitativos.
10. A Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCNEB) foram lançadas em 2013.
10.1. A três dimensões básicas da avaliação: “I – avaliação da aprendizagem; II – avaliação institucional interna e externa; III – avaliação de redes de Educação Básica”.
10.2. Objetivos: Sistematizar, Estimular e orientar.
10.2.1. A avaliação não é punição, mas sim uma forma de garantir a qualidade da educação.
11. Avaliação institucional pode ser de dois tipos: interna e externa.
12. Avaliação em Larga Escala no âmbito nacional: SAEB- de acordo com o MEC o objetivo é avaliar a qualidade de ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro.
12.1. A partir das informações as secretarias estaduais e municipais de Educação podem definir ações voltadas ao aprimoramento da qualidade da educação no país.
13. DCNEI- Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil: documento pensado para direcionar as atividades da Educação Infantil.
13.1. Planejamento, prática e avaliação.
14. Regime Escolar: é como se fosse a “Constituição” da escola.
14.1. Diz o que pode e que não pode ser feito.
15. BNCC- Base Nacional Comum Curricular- não substitui as DCNEB e a DCNEI, trata-se de uma forma de pormenorizar o que estabelecem os outros documentos.
15.1. Aprendizagem por competências.
16. (SAEB)- Sistema de Avaliação da Educação Básica: é uma avaliação de larga escala e interna (do Brasil).
17. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)- Dois conceitos, o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações.
18. Projeto Político-Pedagógico (PPP) é um documento imprescindível a todas as escolas.
19. Avaliação em Larga Escala: São aplicadas a muitos estudantes , na mesma época, em vários países, tratando-se da mesma prova para todos.
19.1. Avaliações Padronizadas.
19.1.1. Avaliações externas, não são elaboradas dentro da escola, mas por órgãos externos a ela.