1. Aula 4: TENDÊNCIA DE COMPORTAMENTO E CONSUMO
1.1. Vida Conectada
1.1.1. A conectividade deixou de ser uma grande novidade para a população e passou a fazer cada vez mais parte do seu cotidiano, especialmente a partir da pandemia – possuindo agora caráter essencial.
1.1.1.1. Consumo Digital: bancos 100% digitais, telemedicina
1.2. Videos e as Redes Audiovisuais
1.3. CELEBRACIONISMO
1.3.1. Orgulho das raizes
1.3.2. Identidades Fluidas
1.3.3. Vozes das maiorias
1.3.4. O Poder do Coletivo
1.4. CASA E VIDA EM ORDEM
1.4.1. Uma das formas de evitar sobrecargas emocionais é através da organização.
1.4.1.1. Cada coisa em seu lugar seja no trabalho ou casa, Mania de limpeza, Anti-infoxicação, Autogerenciamento, Autoconhecimento e Inteligência Emocional.
1.5. COMPENSANDO O CAOS
1.5.1. Como forma de compensar os desgastes Psicológicos vividos recentemente, as pessoas estarão propensas a buscar por "momentos de fuga” de distintas maneiras.
1.5.1.1. Transcendentalismo, Rituais Autorrelax, Comprinhas Impulsivas, Manualismo e a redescoberta do tátil, Detox Urbano, Mente Verde
1.6. MERCADO E GESTÃO
1.6.1. Novos Posicionamentos
1.6.1.1. Na macrotendência “novos posicionamentos” apresentamos alguns dos mindsets básicos para as marcas que querem se manter relevantes na atualidade.
1.6.1.2. Todos São bem Vindos
1.6.1.2.1. A inclusão de grupos minoritários,antes pouco percebidos ou atendidos pela indústria, é uma das grandes exigências do consumidor atual (mesmo daquele que não faz parte destes grupos diretamente).
1.6.1.3. Sustentabilidade é a nova base dos negócios.
1.6.1.3.1. Desde cadeias de produção, até o ciclo de vida dos seus produtos, é importante se inteirar integralmente a respeito de como o seu negócio se relaciona com o meio-ambiente e a vida humana.
1.6.1.4. Informação de qualidade e embasamento científico.
1.6.1.4.1. A desconfiança do consumidor segue crescendo, com o público em alerta e disposto a caçar os nomes das pessoas ou instituições que divulgam informações gravemente falsas. Para as empresas, é um momento delicado que exige atenção redobrada.
1.6.1.5. Livres para ir e vir
1.6.1.5.1. Apesar de antiquada nos dias atuais, ainda é comum encontrar negócios insistindo no seu uso, causando situações de desconforto entre os consumidores ou mesmo originando problemas mais graves.
1.6.1.6. Os colaboradores Importam
1.6.1.6.1. É preciso estar sempre atento às suas necessidades, desde condições de saúde (física e mental) até experiências no ambiente de trabalho, a fim de implementar melhorias e oferecer suporte mais adequado.
1.6.1.7. Mundo Digital
1.6.1.7.1. Experiências que integram o universo digital com o universo físico se tornam, ao mesmo tempo, o básico e o grande atrativo no mercado.
1.6.1.8. Novos Modelos de Negócios
1.6.1.8.1. A tecnologia e todas as mudanças de hábito durante a pandemia trouxeram, juntas, novas possibilidades de modelos de negócio.
1.6.1.9. Economia da Sustentabilidade
1.6.1.9.1. As questões voltadas para a sustentabilidade tem se tornado tão fundamentais quando falamos em mercado e indústria que já é possível identificar uma espécie de setor econômico crescente originado dela.
1.6.1.10. Incluir para Progredir / Expandir
1.6.1.10.1. Pensar produtos, serviços, e atendimento incluindo grupos antes “invisíveis” à indústria é um dos movimentos que está marcando o diferencial de muitas empresas.
2. Aula 5: TEDÊNCIA NAS TECNOLOGIAS
2.1. Painel de Tendência de Consumo é uma ferramenta que vai ajudar você a entender e aproveitar ao máximo uma tendência de consumo em que esteja interessado em explorar, mas, na realidade, ele não passa disso: uma ferramenta.
2.2. As tendências de consumo, e o comportamento dos consumidores em geral são conduzidas por necessidades e desejos humanos básicos, fundamentais e que raramente mudam se cheguem a mudar . Identificar estas necessidades ocultas é fundamental para compreender qualquer tendência de consumo.
2.2.1. Transformações são as grandes mudanças de longo prazo que se desenrolam ao longo de anos ou décadas e que, apesar de não serem tendências de consumo em si, delineiam e influenciam uma tendência específica.
2.2.1.1. Gatilhos são as mudanças mais imediatas que levam ao surgimento de uma tendência de consumo. Elas podem incluir tecnologias específicas, acontecimentos políticos, choques econômicos, e acidentes ambientais, entre outros.
2.3. Novas tendências de consumo surgem quando necessidades humanas básicas se chocam com mudanças externas para criar novos desejos, gostos e necessidades.
2.4. INSPIRAÇÃO
2.4.1. Poucas “inovações” são totalmente novas. A maior parte das inovações (bem-sucedidas) vem da combinação de elementos que não parecem ter relação, ou usando algo que já existe em um novo contexto.
3. Aula 8: E-COMMERCE
3.1. O conceito de e-commerce envolve muito mais do que apenas a criação de Um site. Trata-se de um tipo de empreendimento que se diferencia pela sua Estrutura de funcionamento altamente relacionada ao digital.
3.2. E-commerce, ou comércio eletrônico, é uma modalidade de negócio em que as transações comerciais são realizadas totalmente online. Desde a escolha do produto pelo cliente, até a finalização do pedido, com o pagamento, todo o processo deve ser realizado por meios digitais.
3.3. O marketplace oferece uma plataforma comum para que várias empresas vendam seus produtos. Essa plataforma intermedeia o processo de cobrança e, em muitos casos, também assume uma certa parcela da responsabilidade sobre a garantia da entrega e da qualidade do produto vendido.
3.4. Intregação enter o Físico e Digital.
3.5. Investimento em Logística
3.5.1. A logística é uma questão fundamental quando se fala em e-commerce.
3.6. Uso das Redes Sociais
3.6.1. É fundamental que as marcas passem a utilizar as redes sociais como plataformas para interação com os consumidores em potencial.
3.7. E-commerce B2B
3.7.1. Empresa para Empresa
3.8. E-commerce B2C
3.8.1. Empresa para cliente.
3.9. E-commerce Atacadista
3.9.1. Trabalha com venda em grandes quantidades.
3.10. E-commerce Varejista
3.10.1. O varejista tipicamente não possui um grande estoque de produtos, pois ele trabalha com vendas em pequena quantidade.
3.11. E-commerce de produtos digitais
3.11.1. É aquele que vende ou aluga, essencialmente, conteúdo e informação.
3.12. E-commerce de produtos físicos
3.12.1. Essa categoria supera muitos problemas.
3.13. Tipos de E-Commerce
3.13.1. B2B
3.13.2. B2C
3.13.3. B2G
3.13.4. C2C
3.13.5. D2C
3.13.6. M-commerce
3.13.7. Social Commerce
3.14. Loja Virtual
3.14.1. A loja virtual é um site criado pelo vendedor para expor e comercializar seus produtos.
3.14.1.1. Alguns exemplos de lojas virtuais são os sites da Triton e da Nike.
3.15. Marketplace
3.15.1. Os marketplaces são como shopping centers virtuais. Neles, diversos lojistas expõem seus produtos, que são vistos e comparados pelos visitantes daqueles sites.
3.15.1.1. Entre exemplos de grandes marketplaces temos o Mercado Livre e a Americanas.com
3.16. Redes Sociais
3.16.1. Outro canal de vendas virtual é o das redes sociais. Seja com integrações nativas dessas plataformas, como o Instagram Shopping, por exemplo, ou combinando diretamente com os clientes, é possível realizar vendas por ali.
3.17. Planejamento no E-Commerce
3.17.1. Planejamento nada mais é do que um processo sistêmico focado em definir o melhor caminho para uma empresa alcançar seus objetivos.
3.18. Três Níveis
3.18.1. Planejamento estratégico
3.18.1.1. Focado no longo prazo, ele serve para fazer uma análise do cenário atual da empresa, definir sua missão, visão e valores a fim de traçar os objetivos estratégicos que a empresa deseja atingir no futuro.
3.18.2. Planejamento Tático
3.18.2.1. Focado no médio prazo, ele irá ajudar a definir qual o papel de cada setor dentro da empresa na busca pelos objetivos estratégicos.
3.18.3. Planejamento operacional
3.18.3.1. Focado no curto prazo, ele está relacionado com as ações de rotina de empresa. Aquelas atividades feitas todos os dias pelos colaboradores para garantir que os esforços para alcançar os objetivos seguem sendo executados.
3.19. A Importância do Planejamento para E-commerce
3.19.1. Ajuda a entender o cenário atual do negócio
3.19.2. Permite analisar seu mix de produtos
3.19.3. Identifica o perfil de cliente ideal
3.19.4. Mostra qual caminho seguir
3.19.5. Proporciona mais assertividade nas ações
4. Aula 6: ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO E NEGÔCIOS DESRUPTIVOS
4.1. Inovação é a criação de uma oferta nova e viável.
4.1.1. Inovação pode englobar novas formas de fazer negócio e obter lucro, novos sistemas de produtos e serviços e até novas interações e tipos de envolvimento entre a organização e seus clientes.
4.2. Saber onde inovar é tão importante quanto saber como inovar.
4.3. Recuse respostas incompletas
4.4. Não conte enquanto não estiver no mercado
4.5. Torne simples o que é complexo
4.6. DEZ TIPOS DE INOVAÇÃO
4.6.1. CONFIGURAÇÃO
4.6.1.1. Esses tipos de inovação concentram-se nos trabalhos mais internos de um empreendimento e em seu sistema de negócio.
4.6.1.1.1. MODELO DE LUCRO
4.6.1.1.2. REDE
4.6.1.1.3. ESTRUTURA
4.6.1.1.4. PROCESSO
4.6.2. OFERTA
4.6.2.1. Esses tipos de inovação concentram-se em um produto ou serviço central de um empreendimento ou em um conjunto de produtos e serviços
4.6.2.1.1. DESEMPENHO DO PRODUTO
4.6.2.1.2. SISTEMA DE PRODUTO
4.6.3. EXPERIÊNCIA
4.6.3.1. Esses tipos de inovação concentram-se mais nos elementos de um empreendimento e de seu sistema de negócio que estão voltados para o cliente.
4.6.3.1.1. SERVIÇOS
4.6.3.1.2. CANAL
4.6.3.1.3. MARCA
4.6.3.1.4. ENVOLVIMENTO DO CLIENTE
4.7. INCUBADORA DE EMPRESAS
4.7.1. As incubadoras de empresas são instituições que auxiliam o desenvolvimento de micro e pequenas empresas nascentes ou que estejam em operação, que tenham como principal característica a oferta de produtos e serviços no mercado com significativo grau de inovação.
4.7.1.1. Primeira Geração: Infraestrutura
4.7.1.2. Segunda Geração: Serviços
4.7.1.3. Terceira Geração: Networking
4.7.1.4. Quarta Geração: Impacto
4.8. PRÉ INCUBADORA
4.8.1. Pré-incubadora se posiciona como um ambiente empreendedor favorável e que estimula a aquisição de conhecimentos, valores e experiências duráveis, que irão deflagrar, por meio de mecanismos de suporte a empreendedores, a transformação de suas ideias em negócios.
4.9. COWORKING
4.9.1. É um escritório compartilhado que oferece infraestrutura completa, onde profissionais de diferentes áreas podem executar seus trabalhos, interagindo com outras pessoas e ampliando sua rede de contato, em uma atmosfera agradável e dinâmica que inspira criatividade e produtividade.
4.10. ACELERADORA DE EMPRESAS
4.10.1. Aceleradoras são empresas cujo objetivo principal é apoiar e investir no desenvolvimento e rápido crescimento de startups, ajudando-as a obter novas rodadas de investimento ou a atingir seu ponto de equilíbrio , fase em que elas conseguem pagar suas próprias contas com as receitas do negócio.
4.11. PARQUES TECNOLÓGICOS
4.11.1. Parques tecnológicos são empreendimentos para a promoção de ciência, tecnologia e inovação. Nesses Empreendimentos se concentram todos os elementos de um ecossistema de inovação: startups, médias e grandes empresas, incubadoras, aceleradoras, laboratórios, centros de pesquisa e universidades, os quais criam um ambiente favorável à inovação tecnológica.
4.12. NEGÓCIOS DISRUPTIVOS
4.12.1. Inovação disruptiva é a inovação em uma tecnologia, produto ou serviço com características disruptivas em vez de evolutivas. Assim, ela provoca uma ruptura com os padrões já estabelecidos no mercado. Trata-se de algo inédito, original e transformador.
4.12.2. Elas geram mercados e demandas que as pessoas nem sabiam que possuíam. Um exemplo disso é o aplicativo WhatsApp. Antes dele, as pessoas usavam os SMSs e ninguém havia sentido a necessidade de outra forma de comunicação.
4.12.3. Processo de Inovação Disruptiva
4.12.3.1. Detecção: há indícios de que uma inovação é necessária no mercado.
4.12.3.2. Clareza: o modelo de negócio é validado.
4.12.3.3. Transformação inevitável: o novo modelo de negócio se mostra mais promissor que o anterior.
4.12.3.4. Normalização: a indústria sofreu uma disrupção radical. Então, o negócio enfim escala e tem o seu crescimento estabilizado.
4.12.4. Exemplos de Negócios Disruptivos: Netflix , NuBank, Spotify, Uber.
5. Aula 7: CANVAS
5.1. MODELO DE NEGÓCIO
5.1.1. Um modelo de negócios é a forma como uma organização cria, entrega e captura valor.
5.1.2. O Modelo Canva é uma ferramenta de gerenciamento estratégico , que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócio. Sendo eles:
5.1.2.1. 1° Segmento de Clientes
5.1.2.2. 2° Proposta de Valor
5.1.2.3. 3° Canais
5.1.2.4. 4° Relacionamento com Clientes
5.1.2.5. 5° Fontes de Receita
5.1.2.6. 6° Recursos principais
5.1.2.7. 7° Atividades Principais
5.1.2.8. 8° Parcerias Principais
5.1.2.9. 9° Estrutura de Custos
6. AULA 9: PLANEJAMENTO E GESTÃO DE NEGÓCIOS DIGITAIS
6.1. A falta de planejamento é a segunda maior causa de mortalidade de empresas. Em um cenário competitivo como o atual, o planejamento é uma ferramenta importantíssima, tanto para quem já tem uma empresa quanto para quem vai abrir uma.
6.2. ESTRATÉGIAS
6.2.1. Oplanejamento estratégico conduz a empresa utilizando seus pontos positivos para “atacar” e seus pontos negativos para “defender”
6.3. PLANO DE AÇÃO
6.3.1. É importante que ele envolva todos dentro da empresa, para que os colaboradores ou o funcionários saibam em que direção seguir. Esse envolvimento é benéfico para a empresa e fundamental para a execução do planejamento.
6.4. ANÁLISE AMBIENTAL
6.4.1. A partir da análise ambiental você poderá estabelecer o plano de ação, ou seja, você Poderá tomar decisões sobre o que deve ser feito.
6.5. MISSÃO, VISÃO E VALORES
6.5.1. VISÃO
6.5.1.1. É o ponto aonde você quer que ela chegue.A visão da empresa é o ponto no qual você a enxerga no futuro. É como se fosse uma bússola, apontando o caminho; um sonho que inspira e motiva.
6.5.2. MISSÃO
6.5.2.1. É a razão de ser dela, aquilo que, no dia a dia, será o motivador para os negócios. A missão se refere ao mercado.
6.5.3. VALORES
6.5.3.1. São os “comportamentos” dos quais você faz questão, aqueles que você quer presentes em todas as ações do dia a dia da empresa. É como se fosse o eixo norteador dos negócios. Os valores acabam criando a identidade da empresa no mercado.
6.6. PESQUISA DE MERCADO E ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO
6.6.1. Uma das ferramentas que você pode usar para fazer o planejamento da sua empresa é a pesquisa de mercado. Trata-se da busca de dados sobre o mercado de interesse, e pode envolver diferentes fontes de informação.
6.6.2. Premissas para realizar a pesquisa
6.6.2.1. Problema: A pesquisa serve exatamente para oferecer uma resposta pontual para uma dúvida ou orientar uma decisão.
6.6.2.2. Objetivos: É importante colocar os objetivos em forma de perguntas.
6.6.2.3. Campo de Pesquisa: As pessoas entrevistadas devem ser agrupadas de acordo com características comuns.
6.6.3. Pesquisa Qualitativa e Pesquisa Quantitativa.
6.6.3.1. Pesquisa Qualitativas: Servem para buscar dados subjetivos, ou seja, aqueles que, muitas vezes, não se pode traduzir em números
6.6.3.2. Pesquisa Quantitativas: Segmentam um público com as características que se quer pesquisar e servem para buscar dados mais específicos.
6.6.4. Fontes de Informação Primárias
6.6.4.1. São aquelas em que você mesmo coleta os dados sobre o seu mercado de interesse.
6.6.5. Fontes de Informação Segundárias
6.6.5.1. são aquelas que fornecem dados já disponíveis para todos. É fácil conseguir essas fontes, basta você ter iniciativa para buscar os dados e transformá-los em informações que possam ser usadas no planejamento do seu negócio, inclusive no redirecionamento dele.
6.7. Cenário competitivo do cenário externo de uma empresa é composto por cinco agentes
6.7.1. Concorrentes
6.7.2. Fornecedores
6.7.3. Produtos
6.7.4. Novos Entrantes
6.7.5. Clientes
6.8. ANÁLISE SWOT
6.8.1. Forças e Oportunidades
6.8.1.1. São os que ajudam
6.8.2. Fraquezas e Ameaças
6.8.2.1. Os que atrapalham
6.9. OBJETIVOS, INDICADORES E METAS
6.9.1. Objetivos
6.9.1.1. São os desdobramentos da visão; constituem o patamar que a empresa quer alcançar. Trata-se da parte qualificável da visão.
6.9.2. Indicadores
6.9.2.1. São sinais que direcionam a métrica que será utilizada para avaliar o desempenho da empresa. Eles servem para mensurar os objetivos e transformá-los em números. Trata-se da parte quantificável da visão.
6.9.3. Metas
6.9.3.1. São as etapas que precisam ser alcançadas para se atingir um objetivo. São os resultados mínimos esperados para se aproximar da visão.
6.10. ANÁLISE AMBIENTAL E IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES
6.10.1. Realizar a análise ambiental é estudar os diversos fatores e forças do ambiente, como eles se relacionam ao longo do tempo, que efeitos trarão, baseado na percepção das áreas que as decisões estratégicas são tomadas, levando em conta o fator humano.
6.10.2. Análise do Ambiente Externo
6.10.2.1. A principal finalidade é estudar a relação da empresa com o ambiente em termos de oportunidades e ameaças.
6.10.2.1.1. FONTES
6.11. CLASSIFICAÇÃO DAS OPORTUNIDADES
6.11.1. Oportunidades Naturais
6.11.1.1. Fazem parte da natureza da empresa.
6.11.2. Oportunidades de Evolução
6.11.2.1. Ocorre por meio da consolidação das vantagens competitivas e a percepção antecipada da necessidade.
6.11.3. Oportunidade Sinérgicas
6.11.3.1. São as situações adicionais a empresa. Provocando modificações de estrutura e foco de conhecimento. Causando um certo risco para a empresa.
6.11.4. Oportunidade de Inovação
6.11.4.1. É uma das oportunidades que modifica em maior amplitude a empresa, pois requer grande capacitação profissional, pesquisas e desenvolvimento, por vezes grandes investimentos em tecnologia de ponta.
6.12. CLASSIFICAÇÃO DAS AMEAÇAS AMBIENTAIS
6.12.1. Ameaças Naturais
6.12.2. Ameaças Aceitáveis
6.12.3. Ameças Inaceitáveis
6.13. RISCOS QUE AS EMPRESAS ENFRENTAM
6.13.1. Riscos de Compatibilidade
6.13.2. Risco de Evolução
6.13.3. Risco do Poder
6.14. Mercados mais explorados são menos arriscados e consequentemente menos lucrativos e vice-versa.
6.15. FATORES EXTERNOS QUE INFLUENCIAM AS ORGANIZAÇÕES
6.15.1. Clientes
6.15.2. Fornecedores
6.15.3. Concorrentes
6.15.4. Mão de Obra
6.15.5. Acionistas
6.15.6. Sociedade
6.15.7. Tecnologia
6.15.8. Economia
6.15.9. Governos
6.16. ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO
6.16.1. As forças e fraquezas da organização são contempladas na análise do ambiente interno.
6.16.2. Funções das Empresas
6.16.2.1. Marketing
6.16.2.2. Finanças
6.16.2.3. Produção
6.16.2.4. Recursos Humanos
6.17. PERSONA ≠ PÚBLICO-ALVO
6.17.1. Público-Alvo
6.17.1.1. Trata um determinado segmento de pessoas como uma grande massa, seus hábitos, anseios, desejos e problemas acabam sendo ignorados.
6.17.2. Persona
6.17.2.1. O conceito de Persona se destaca por ser completo e retratar o consumidor ideal do seu produto.
6.17.2.1.1. Ao definir uma persona você dá uma atenção especial às suas dificuldades e, principalmente, como o seu negócio pode ajudá-la, focando suas estratégias na geração de valor para essa pessoa
7. AULA 10 INDICADORES E MÉTRICAS
7.1. KPI
7.1.1. A sigla KPI significa “Key Performance Indicator” ou “Indicador de Performance Chave”. É uma medida que está ligada ao objetivo de negócio.
7.1.2. KPIs são diferentes das métricas. Uma métrica pode ser a quantidade de visitantes que seu site recebe por mês. Já o KPI seria a Taxa de Conversão desses visitantes em vendas, ou seja, algo que influencia o crescimento do negócio.
7.1.3. Usar ferramentas que medem e acompanham aspectos de performance é essencial para saber se a empresa está indo bem e em quais áreas ela precisa melhorar.
7.1.4. O que é KPI
7.1.4.1. É um indicador que revela o desempenho de algum aspecto da empresa. Visando medir a performance do negócio, é preciso adotar um conjunto de indicadores e aferi-los de maneira sistemática.
7.1.4.1.1. KPIs Primários
7.1.4.1.2. KPIs
7.1.4.1.3. Ticket médio
7.1.4.1.4. Ciclo de Vendas
7.1.4.1.5. Taxa de Conversão
7.1.4.1.6. Rotativa de Vendas
7.1.4.1.7. Retorno sobre Investimento (ROI)
7.1.4.1.8. Índice de Satisfação dos Clientes
7.1.4.1.9. Lifetime Value - Valor do Tempo de Vida do Cliente
7.1.4.1.10. Lifetime Value - Valor do Tempo de Vida do Cliente
7.1.4.1.11. Lifetime Value - Valor do Tempo de Vida do Cliente
7.1.4.1.12. CAC - Custo de Aquisição de Clientes
7.1.4.1.13. Como acompanhar KPIs
7.1.4.1.14. Características dos KPIs
8. Aula 3: NEGÓCIOS DIGITAIS
8.1. O que é Negócios Digitais?
8.1.1. Negócios digitais utilizam a tecnologia para agregar novos valores aos modelos de negócios, experiências do cliente e as capacidades internas que dão suporte a suas principais operações.
8.2. Crescimento da Economia
8.2.1. As pesssoas estão gastando mais dinheiro de modo online ao de em vez do modo físico.
8.3. Elementos em comum nos Negócios Digitais
8.3.1. - Utilizar tecnologias existentes, incorporar o conceito , conhecer novosmodelos de negócio.
8.4. Negócios DIgitais e E-Bussines
8.4.1. São diferentes um do outro
8.4.2. Exemplos de Negócios Digitais: Uber, Netflix, Disney