Organizações Aprendentes (O.A.) «Learning Organizations» (Bolívar, 2001) Definição: Aprendizagem...

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Organizações Aprendentes (O.A.) «Learning Organizations» (Bolívar, 2001) Definição: Aprendizagem colegiada (Santos,2000, citado por Bolivar 2001) Desenvolvimento profissional de modo coletivo (Dixon, 1994, citado por Bolivar, 2001) por Mind Map: Organizações Aprendentes (O.A.) «Learning Organizations» (Bolívar, 2001)  Definição: Aprendizagem colegiada (Santos,2000, citado por Bolivar 2001)  Desenvolvimento profissional de modo coletivo (Dixon, 1994, citado por Bolivar, 2001)

1. Origem do conceito (Bolívar, 2001)

1.1. - Ciências da gestão

1.2. - Sociologia

1.3. - Coordenação e transferência das aprendizagens individuais

1.4. - Teoria da cognição transferida

1.5. - Força genuína de dentro para aprender

1.6. - Contexto competitivo e volátil

2. Princípios

2.1. - Critérios internos da prática educativa

2.2. - Aprendizagens através de redes de colaboração entre os seus membros

2.3. - Liderança partilhada

3. Objetivos

3.1. - Favorecer dinâmicas autónomas

3.2. - Devolver o protagonismo dos seus atores

3.3. - Estimular iniciativas de melhoria

3.4. - Potenciar o desenvolvimento organizativo dos centros escolares

3.5. - Renovar o conceito de aprendizagem da organização, fazendo uso intencional dos seus processos individual/grupal/sistema para transformação

3.6. - Otimizar o potencial formativo dos processos internos da organização, através da função qualificadora dos professores

3.7. - Promover a capacidade de aprendizagem proativa dos centros escolares como organizações

3.8. - Gerar novas competências nos membros da organização: pessoas comprometidas e participativas com um prpopósito comum

4. Dupla abordagem

4.1. Professores como aprendizes

4.2. Aprendizagem em grupos e equipas

5. Modelo (Pearn et al, 1995 citado por Bolivar, 2001)

5.1. 1. Pessoas como aprendizes

5.2. 2. Cultura favorecedora

5.3. 3. Visão para a aprendizagem

5.4. . 4. Incremento da aprendizagem

5.5. 5. Apoio da gestão

5.6. - 6. Estrutura transformadora

6. «que las escuelas deban llegar a ser organizaciones que aprenden, es un feliz enunciado, pero un sueño lejano» (Fulllan, citado por Bolívar, 2001)

7. Efeitos

7.1. Aumento das capacidades profissionais e pessoais dos atores

7.2. - Novos métodos de trabalho

7.3. - Crescimento das expetativas de sobrevivência e desenvolvimento da organização ( imagem/resultados)

7.4. - Capacidade de adaptação ao meio em mudança

7.5. - Utilização da experiência acumulada

7.6. - Exploração de novas ações de modo inovador

8. Condições

8.1. Externas

8.1.1. - Mudanças no ambiente - Mudanças na política educativa

8.2. Internas

8.2.1. - Experiência anterior de desenvolvimento - História e cultura escolar

9. Obstáculos (Santos, 2000 citado por Bolivar, 2001)

9.1. Rotinização das práticas profissionais

9.2. Descoordenação dos profissionais

9.3. Burocratização das mudanças

9.4. Supervisão "frágil"

9.5. Direção gerencialista

9.6. Centralização excessiva

9.7. Massificação de alunos

9.8. Desmotivação dos professores

9.9. Ação sindical apenas reivindicativa

9.10. Não estar aberto à crítica, ao novo e à aprendizagem

10. Promessa de futuro

10.1. Ponto de partida «De onde partimos?»

10.1.1. - Condições incertas - Ambientes instáveis - Pressões do meio

10.2. Ponto de chegada «Para onde queremos ir?»

10.2.1. - Transformação dos modelos vigentes através da partilha de visões