1. 1. Papel da psicológa (o) perinatal no parto
1.1. Oferecer suporte emocional
1.2. Identificar gatilhos emocionais
1.3. Facilitar modificações comportamentais
1.4. Minimizar sofrimento
1.5. Facilitar a tecelagem do vínculo entre a tríade mãe-pai-bebê
1.6. Facilitar o contato imediato entre mãe-bebê
1.6.1. hora de ouro
1.6.1.1. maior nível de ocitocina da vida da mulher
1.7. Identificar necessidades de cuidados no pós-parto
1.7.1. adaptação rotina
1.7.2. Avaliação de acompanhamento a possíveis psicopatologias
2. 2. Preparação psicológica para o parto: se inicia na gestação
2.1. Pré-natal Psicológico
2.1.1. Fortalecer o vínculo mãe-bebê
2.1.1.1. Tecelagem do vínculo
2.1.1.1.1. O amor não nasce junto com o resultado do beta - Karla Cerávolo
2.1.2. Suporte emocional
2.1.2.1. cuidar dos traumas e feridas
2.1.2.1.1. tecer o vínculo com ela mesma e depois tecer o vínculo com o bebê sem culpa, sem pressa.
2.1.2.2. Identificar gatilhos emocionais
3. 3. Preparação psicológica: emoções, sentidos e significados
3.1. Parto como transição de vida
3.2. De filha para mãe
3.3. Potência feminina
3.3.1. Normal
3.3.2. Natural
3.3.3. Cesárea: vista como "não atingiu sua potência femina"
3.3.3.1. Qual a crença da mulher quanto as vias de parto?
3.3.3.1.1. Escolha do Parto
3.4. "O QUE EU QUERO VIVER AO PARIR?
4. 4. Papel do pai/parceiro (a)
4.1. Postura
4.1.1. Passiva
4.1.1.1. não colabora com o TP
4.1.1.2. não se sente parte do processo/ambiente
4.1.1.3. acredita que não tem nada que possa fazer
4.1.2. Ativa
4.1.2.1. Está atento ao ambiente
4.1.2.2. Atento se os direitos da parturiente estão sendo respeitados
4.1.2.3. Oferece apoio e aconchego
4.1.2.4. Estudam sobre parto
4.1.2.5. Auxilia no apoio não farmacológico da dor
4.1.2.6. Lida junto com a expectativa da chegada do bebê
4.1.2.7. acompanha exames na gestação
4.2. Emoções
4.2.1. Medos
4.2.1.1. Perder a esposa/parceira no parto
4.2.1.2. bebê morrer no parto
4.2.1.3. não dar conta de ver ela sentir dor
4.2.1.4. "medo de alguém fazer alguma coisa ruim com ela no parto e eu não conseguir proteger"
4.2.1.5. não chegar a tempo no hospital
4.2.2. Funcionamento
4.2.2.1. situação de impotencia
4.2.2.2. necessidade de proteção
4.2.2.3. ansiedade
4.2.2.4. medo de não conseguir acolher a dor ou não saber lidar
4.2.3. Fortalecimento do vínculo
4.2.3.1. aproximação com o bebê
4.2.3.2. ser o primeiro a pegar
4.2.3.2.1. cortar cordão
4.2.3.2.2. pele a pele
4.2.3.3. aumentar a potência da paternidade
4.2.3.4. aumenta a sesação de segurança da parturiente, sente que tem alguém que vai defende-lá
4.2.3.5. aumento da confiança nos cuidados do filho em casa
4.3. Como inserir o pai no processo?
4.3.1. Diagnóstico situacional: como é a relação deste casal? A mulher deseja o marido/parceiro no acompanhamento?
4.3.2. Entender os medos, angústias, alegrias do pai/parceiro durante a gestação
4.3.3. Inserir o pai PNP
4.3.4. Entender o que o pai ja estudou, leu, conhecimentos sobre parto
4.3.4.1. Psicoeducação
4.3.4.1.1. indicar filmes, textos
4.3.4.1.2. encontros de pais
4.3.5. Fazer o pai/parceiro entender seu papel
4.3.5.1. O que você acha que vai fazer nesse parto?
4.3.5.2. Você é importante de que forma?
5. 5. Assistência psicológica no parto
5.1. Psicologia no parto
5.1.1. Vaginal / natural
5.1.1.1. Acompanhamento no hospital ou residência
5.1.1.1.1. Papel da Psi
5.1.2. Cesárea
5.1.2.1. Oferecemos informação e não influenciamos na escolha
5.1.2.2. Situações
5.1.2.2.1. Eletiva (Consciente)
5.1.2.2.2. Indicação médica real
5.1.2.2.3. Falta de suporte ou indução por parte da equipe médica
5.1.2.3. Acompanhamento no bloco cirurgico
5.1.2.3.1. Variar de região para região
5.1.2.3.2. Buscar autorização da Enfermeira obstetra e do Obstetra da gestante
5.1.2.3.3. Entrada no bloco cirurgico
5.1.2.4. Papel da (o) Psicóloga (o)
5.1.2.4.1. Favorecer a ligação entre o casal
5.1.2.4.2. Favorecer a vínculação
5.1.2.4.3. Eliminar ruídos externos
5.1.2.4.4. acompanhar a mulher durante a observação
5.1.3. Atenção a possiveis violências obstétricas que a mulher venha a sofrer
5.1.3.1. será carregado no puerpério
5.1.3.1.1. pode influênciar início de quadros psicopatológicos
6. 6. Intercorrências no parto
6.1. Escuta e acolhimento
6.1.1. Morte fetal (antes da expulsão) ou perda neonatal (até 27 dias)
6.1.1.1. criar lembranças do parto para a mulher ver posteriormente
6.1.1.1.1. fotos
6.1.1.1.2. caixinha de lembrança
6.1.1.1.3. carimbo da placenta
6.1.1.1.4. carimbo pézinho do bebê
6.1.1.2. psicodinâmica: evolui e regride no luto
6.1.1.2.1. Negação
6.1.1.2.2. Raiva
6.1.1.2.3. Barganha
6.1.1.2.4. Depressão
6.1.1.2.5. Aceitação
6.1.1.3. acompanhamento do casal após a perda para adaptação a perda
6.1.1.3.1. criação de rituais para despedida
6.1.1.3.2. orientação aos familiares quanto ao processo de luto
6.1.1.3.3. acompanhar desejos da mãe: em ser mãe novamente
6.1.2. UTI NEO
6.1.2.1. acolhimento e escuta dos casais
6.1.2.1.1. psicodinâmica dos pais
6.1.2.2. comunicação de más notícias e evolução do caso
6.1.2.3. método canguru
6.1.2.4. grupos de rede de apoio
6.1.2.4.1. para o casal se adaptar a esta realidade
6.1.2.4.2. viver de maneira mais funcional
6.1.2.4.3. externalizar seu sentimentos, emoções
6.1.2.4.4. favorecer o senso de pertencimento e apoio mútuo