1. Grandezas Elétricas
1.1. O que são grandezas elétricas?
1.1.1. Grandeza é tudo aquilo que pode ser mensurado, ou seja, que pode ser medido ou contado! As grandezas nos dão a possibilidade de obter características baseadas em informações numéricas e/ou geométricas, sendo que todas essas grandezas são padronizadas pelo Sistema Internacional de Unidades (SI).
1.1.1.1. Unidades De Medidas
1.1.1.1.1. Tensão = Volts (V)
1.1.1.1.2. Corrente = Ampere (A)
1.1.1.1.3. Potência = Watt (W)
1.1.1.1.4. Resistência = Ohm (Ω)
2. Leis de Kirchhoff
2.1. As Leis de Kirchhoff são utilizadas para encontrar as intensidades das correntes em circuitos elétricos que não podem ser reduzidos a circuitos simples.
2.1.1. A 1ª Lei de Kirchhoff é chamada de Lei dos Nós, que se aplica aos pontos do circuito onde a corrente elétrica se divide. Ou seja, nos pontos de conexão entre três ou mais condutores (nós).
2.1.1.1. Esta lei é consequência da conservação da carga elétrica, cuja soma algébrica das cargas existentes em um sistema fechado permanece constante.
2.1.1.1.1. i1 + i2 = i3 + i4
2.1.2. a 2ª Lei é chamada de Lei das Malhas, sendo aplicada aos caminhos fechados de um circuito, os quais são chamados de malhas.
2.1.2.1. A Lei das Malhas é uma consequência da conservação da energia. Ela indica que quando percorremos uma malha em um dado sentido, a soma algébrica das diferenças de potencial (ddp ou tensão) é igual a zero.
2.1.2.1.1. UAB + UBE + UEF + UFA = 0
3. Leis De Ohm
3.1. 1*Lei = V = R x I I é a corrente através do condutor em unidades de amperes, V é a tensão medida através do condutor em unidades de volts, e R é a resistência do condutor em unidades de Ohms. Mais especificamente, a lei de Ohm afirma que o R nesta relação é constante, independente da corrente.)
4. Associação De Resistores
4.1. Associação Em Serie
4.1.1. Na associação de resistores em série, os resistores são ligados em sequência. Isso faz com que a corrente elétrica seja mantida ao longo do circuito, enquanto a tensão elétrica varia.
4.1.1.1. Assim, a resistência equivalente (Req) de um circuito corresponde à soma das resistências de cada resistor presente no circuito:
4.1.1.1.1. Req = R1 + R2 + R3 +...+ Rn
4.2. Associação Em Paralelo
4.2.1. Na associação de resistores em paralelo, todos os resistores estão submetidos a uma mesma diferença de potencial. Sendo a corrente elétrica dividida pelo ramos do circuito.
4.2.1.1. Assim, o inverso da resistência equivalente de um circuito é igual a soma dos inversos das resistências de cada resistor presente no circuito.
4.2.1.1.1. 1/Req = 1/R1 + 1/R2 + 1/R3 + … +1/Rn
4.3. Associação Mista
4.3.1. Na associação de resistores mista, os resistores são ligados em série e em paralelo. Para calculá-la, primeiro encontramos o valor correspondente à associação em paralelo e de seguida somamos aos resistores em série.
5. Divisor De Tensão e Corrente
5.1. Tensão
5.1.1. A tensão sobre um resistor em uma associação em série é igual ao valor da resistência multiplicado com o valor da corrente, uma vez que em circuitos em série, a corrente é a mesma em todos os elementos.
5.1.1.1. Seguindo a lei de Ohm, temos que a corrente total é igual à tensão total dividida pela soma das resistências, portanto, o valor da tensão em uma resistência é igual à multiplicação desta resistência com a tensão, dividida pela soma dos resistores.
5.2. Corrente
5.2.1. A corrente que passa por um resistor é igual à tensão dividida pela resistência dele, a tensão é igual à multiplicação da resistência em paralelo com a corrente total e a resistência em paralelo é igual ao produto das resistências dividido pela soma delas. Logo, a corrente sobre o resistor 2 será a razão do resistor 1 pela soma dos dois resistores multiplicada pela corrente total.