COMUNICAÇÃO EM MEDICINA habilidade clínica fundamental que deve ser aprendida e ensinadapor Dinelia Rosalvo
1. COMUNICAÇÃO FATOR DETERMINANTE. Quando realizada de forma adequada, reflete na diminuição de sintomas clínicos, percepção subjetiva de saúde e boa comunicação médico paciente, no que se refere ao uso adequado do tempo de conversa, comportamento não verbal e qualidade da informação.
1.1. COMUNICAÇÃO MÉDICO-PACIENTE têm impacto significativo no cuidado e aumento da qualidade da atenção à saúde. Já a falta de habilidade de comunicação está associada à má prática e erros médicos.
2. COMUNICAÇÃO EFETIVA. Procedimento médico fundamentado na intersubjetividade compreendida aqui como resultante da interação de pessoas em um espaço relacional que promove o acolhimento, o diálogo e o entendimento mútuo.
2.1. QUALIDADE DA ATENÇÃO EM SAÚDE é alcançada a partir de uma comunicação efetiva e de boas práticas do profissional de saúde
3. COMPETÊNCIA RELACIONAL. Habilidades comunicacionais, empatia e construção de vínculo, têm sido amplamente estudadas por referência às suas implicações na prática médica
3.1. HABILIDADES ESSENCIAIS conjunto técnico de habilidades essenciais em qualquer contexto da atenção à saúde só terá efetividade se ocorrer no ambiente de uma relação intersubjetiva
4. COMUNICAÇÃO SÓCIO-AFETIVA. Inclui aspectos da subjetividade do paciente e promove vínculo. Não haverá comunicação efetiva se o médico apenas seguir o roteiro da consulta sem manifestar verdadeira disponibilidade interna para compreender o outro (empatia) e com ele buscar a construção de sentido para a situação de saúde em questão (cuidado)
5. EDUCAÇÃO MÉDICA. O desenvolvimento de competências comunicacionais na graduação médica como um todo, temática reconhecidamente importante para as boas práticas em Medicina.