1. Contexto e Origens
1.1. Também chamado de Escolanovismo ou Escolanovista
1.2. Surgimento na Europa no final do século XIX início do século XX
1.2.1. O movimento foi motivado pela rapidez das transformações sociais, políticas e econômicas da época, assim como suas consequências, resultado principalmente das alterações causadas pela Segunda Revolução Industrial
1.3. Influenciada por educadores como Seidel, Ferrière, Kerschensteiner, Ligthart, Decroly e Montessori
1.3.1. Acreditavam que os métodos de ensino tradicionais não tinham tanta eficácia na realidade social do momento e não garantiam a preparação dos alunos para serem cidadãos bem adaptados ao convívio social
1.4. Tendência pedagógica no Brasil a partir dos anos 1930
1.4.1. Primeiras ideias do movimento foram introduzidas em 1882 por Rui Barbosa.
1.4.2. Idealização do modelo na prática e aplicação no Brasil iniciado por Anísio Teixeira, com forte influência do educador John Dewey
1.4.3. O movimento ganhou impulso na década de 1930, após a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932), onde defendia-se a universalização da escola pública, laica e gratuita,
2. Contraste com a Escola Tradicional
2.1. Ênfase na preparação para a vida presente, não apenas para a vida adulta
2.2. Crítica ao método de instrução autoritário e à disciplina rígida
2.3. Oposição ao método avaliação vista como separada do ensino e ocorria principalmente através de testes.
3. Influência de John Dewey
3.1. Criação da Escola Dewey, em Chicago, baseada em atividades comuns das crianças
3.2. Integração da Pedagogia com Filosofia e Psicologia
3.3. Ênfase em atividades comuns e aprendizado baseado na vida da criança
4. Princípios Fundamentais
4.1. Mudanças de aspectos importantes sobre a mediação dos professores para com os alunos, principalmente no professor como figura central de conhecimento
4.1.1. Não é mais o de transmissor de conhecimento
4.1.2. Atua como mediador, que auxilia o aluno a construir seu próprio conhecimento
4.1.3. Cria um ambiente propício para explorar, experimentar, questionar e refletir
4.1.4. Atuação voltada para o desenvolvimento do aluno, com foco na autonomia e pensamento crítico do aluno
4.1.5. Estratégias adequadas ao perfil de cada aluno, baseadas nas necessidades, interesses e habilidades de cada um
4.1.6. Muito voltado para a comunicação e interatividade, procurando conhecer bem os alunos, manter o diálogo aberto e escuta ativa e incentivando reflexões constantes para compreender ideias e opiniões dos alunos.
4.2. Reconhecimento de que as características individuais variam de acordo com a cultura, valorizando o naturalismo na educação. Fornecendo uma educação ampla, democrática, livre e laica.
4.3. Importância de observar o desenvolvimento biológico, socialização, preparação para o trabalho, afirmação pessoal e relacionamento com os mais altos fins de expressão humana. Integrando todos os aspectos humanos: racional, emocional e físico
5. Método Científico na Educação
5.1. Avaliação objetiva das tradições e métodos educacionais
5.1.1. Estrátegias da mediação docente
5.1.1.1. Aprendizagem Cooperativa
5.1.1.2. Aprendizagem por Projetos
5.1.1.3. Aprendizagem por Descoberta
5.1.1.3.1. Aprendizagem por Experiência
5.1.1.3.2. Aprendizagem por Problemas
5.1.1.3.3. Pesquisa para formulação de hipóteses
5.1.1.3.4. Elaboração da solução
5.2. Promoção de igualidade na relação professor-aluno, onde a relação cria uma horizontalidade e a individualudade de cada aluno se destaca
5.2.1. Baseada na confiança, respeito e colaboração
5.2.2. Professor é um facilitador e o aluno é ativo na construção do conhecimento
5.2.3. O professor conhece bem s alunos e utiliza estratégias pedagógicas adequadas a cada um, considera suas necessidades, interesses e habilidades.
5.3. Promoção do desenvolvimento contínuo e cumulativo da arte de educar, como base a importância de pilares na formação da professor
5.3.1. Colaboração entre Alunos
5.3.2. Utilização de recursos e tecnologias
5.3.3. Utilização de estratégias pedagógicas
5.3.4. Valorização da experiência como de aprendizagem
5.3.5. Compreensão da horizontalidade na professor-aluno
6. Mediação docente na pedagogia da Escola Nova: o professor como parceiro de jornada Grupo: Alan Felix, Beatriz Oliveira, Eduarda Almeida, Rafael Gregório e Théo Moreira
7. Aspecto Democratico
7.1. Acreditava-se ser o caminho ideal para superar as desigualdades sociais. Pensava-se que essa pedagogia permitiria mais mobilidade e justiça social.
8. Criticas
8.1. Dermeval Saviani atribuia um caráter conservador à Escola Nova, se tornando um grande critico e opositor a abordagem pedagógica
8.1.1. Crtizava a priorização a pesquisa em detrimento do ensino de conteúdos, principalmente culturais, o que por sua consideração é um bem universal e um recurso emancipatório
8.1.2. Alegava que os conteúdos eram rarefeitos devido a um certo espontaneísmo no processo ensino/aprendizagem
8.1.3. Acreditava que esta tem pouco compromisso com a transformação política e com a superação da ordem econômico-social