1. Hafnia alvei
1.1. Diarreia
1.2. Indústria alimentícia
1.3. Clínica
2. Enterobacter
2.1. cloaceae
2.2. aerogenes
2.3. Contaminação
2.3.1. Equipamentos médicos
2.3.2. Soluções uso parenteral
2.4. IH
2.4.1. Urinárias
2.4.2. Respiratórias
3. Proteus mirabilis
3.1. Infecções urinárias
3.1.1. Comunidade
3.1.2. Hospitais
3.2. Urease
3.2.1. Amônia
3.2.2. CO2
3.3. Alcalinização
3.3.1. Cálculos Renais
3.3.2. Uroepitélio
4. Morganella
4.1. morganii
4.1.1. I. urinária
4.1.2. Urease
5. Enterobactérias
5.1. Intestinais
5.2. Extraintestinais
5.3. Sistêmicas
5.4. Lozalizadas
6. Klebsiella pneumoniae
6.1. A. etiológico
6.1.1. Pneumonias
6.1.2. Bacteremias
6.1.3. Endocardite
6.2. Populações de risco
6.2.1. RN
6.2.2. Pacientes cirúrgicos
6.2.3. Neoplasias
6.2.4. Diabetes
6.3. Infecções extrapulmonares
6.3.1. Urinária
6.3.2. Meningite
6.3.3. Endocardite
6.3.4. Tecidos moles
6.3.5. Feridas cutâneas
6.4. ESBL
6.4.1. Limitações terapêuticas
6.4.2. Morbidade
6.4.3. Mortalidade
6.4.4. Tratamento hospitalar oneroso
6.5. KPC
6.5.1. Enterobacter sp
6.5.2. Salmonella sp
6.5.3. Inativa
6.5.3.1. Penicilinas
6.5.3.2. Cefalosporinas
6.5.3.3. Monobactâmicos
7. Klebsiella
7.1. oxytoca
7.1.1. Pneumonia lobar comunitária
7.1.1.1. Alcoólatras
7.1.1.2. Função pulmonar comprometida
7.2. pneumoniae
7.2.1. spp rhinoscleromatis
7.2.1.1. Rinoescleroma
7.2.1.1.1. Granulomatosa crônica
7.2.2. spp ozaenae
7.2.2.1. Ozena
7.2.2.1.1. Rinite atrófica crônica
7.3. Granulomatis
7.3.1. Granuloma inguinal
7.3.1.1. Ulcerações
7.3.1.1.1. Genitália
7.3.1.1.2. R. Inguinal
8. Tratamento
8.1. Testes de suscetibilidade in vitro
8.1.1. experiência clínica
8.2. Resistência intrínsica
8.2.1. acd fúsico
8.2.2. clindamicina
8.2.3. estreptograminas
8.2.4. glicopeptídeos
8.2.5. linezolida
8.2.6. macrolídeos
8.2.7. penicilina
8.3. Variabilidade da sensibilidade
8.3.1. perfil de sensibilidade de cada cepa isolada
8.4. Contra-indicações
8.4.1. Alívio sintomático
8.4.1.1. sem tratamento ATB
8.4.1.2. Gastroenterite por E. coli enteroemorrágica
8.4.1.3. Salmonella
8.4.1.4. prolongar presença fecal das bact
8.4.1.5. aumento de riscos de complicações 2°
9. Shigella
9.1. Espécies
9.1.1. dysenteriae
9.1.2. flexneri
9.1.3. boydii
9.1.4. sonnei
9.1.5. biogrupos sorologicamente dististintos de E.coli
9.2. PATOGÊNESE E IMUNIDADE
9.2.1. Mucosa do cólon
9.2.2. Proteínas de genes estruturais
9.2.2.1. grande plasmídeo de virulência
9.2.3. Incapaz de ligar-se a cel da mucosa
9.2.3.1. placas de peyer
9.2.3.2. cel M
9.2.3.3. sistema de secreção tp III
9.2.3.4. exotoxina
9.2.3.4.1. S. dysenteriae
9.2.3.4.2. subunidade A
9.2.3.4.3. 5 subunidades B
9.2.3.4.4. manifestação primária
9.3. Epidemiologia
9.3.1. Shigulose
9.3.1.1. pediátrica
9.3.1.1.1. <15 anos
9.3.1.2. adultos
9.3.1.3. Transmissão
9.3.1.3.1. Fecal-oral
9.3.1.3.2. água
9.3.1.3.3. alimentos
9.3.1.3.4. inóculo pequeno
9.3.1.4. Sintomas
9.3.1.4.1. cólicas abdominais
9.3.1.4.2. diarreia
9.3.1.4.3. febre
9.3.1.4.4. fezes sanguinolentas