1. Forma de Propagar informações
1.1. Impressas
1.1.1. Livros Revistas Jornais Zine HQ's
1.2. Meios de comunicação, cujas características principais são a “comutação e a mutabilidade”; cada uma própria de uma cultura, uma mídia não substitui a outra, o que permite a formação de uma rede de mídias
1.3. Digital
1.3.1. Fotos Vídeos Musicas Apresentações
2. Tipo de Midia
2.1. De Comunicação
2.1.1. O volume de interação, de trocas de informações por texto, áudio, vídeo, é o mesmo nos dois sentidos. Convergência de mídias
2.2. De difusão
2.2.1. Os programas precisam de um codificador ou de uma antena ligados a uma rede de difusão para receber a mensagem.
2.3. Autônomas
2.3.1. Os suportes trazem as mensagens sem necessidade de interconexão com uma rede.
3. Multimeios
3.1. Conjunto de meios de comunicação utilizados para ensinar e comunicar, de forma discreta como os aparelhos audiovisuais
4. Sete princípios nucleares para a narrativa transmídica
4.1. Aprofundamento versus espalhamento
4.1.1. Ao invés de uma procura rápida por dados significativos em diferentes mídias, há o aprofundamento que se refere a buscar dados que interessem a quem os procura. A motivação é um elemento propulsor deste princípio.
4.2. Multiplicidade versus Continuidade
4.2.1. A possibilidade de se buscar além do que está estabelecido no currículo, múltiplas versões para o que sempre foi apresentado em uma única perspectiva, de modo que se compreendam outras perspectivas ou se criem alternativas em forma de jogos, por exemplo. Propõe-se a reflexão sobre “ e se fosse ...” para se entender o que, na realidade, é.
4.3. Extractabilidade versus Imersão
4.3.1. Possibilidades que o professor pode “tirar” de propostas ou objetos que cada aluno e ele próprio podem trazer para a compreensão do que se estuda, algo de suas histórias pessoais, de suas famílias, de suas culturas, de seus interesses em suas próprias narrativas
4.4. Construção (reconstrução)
4.4.1. Criação de mundos pode ser uma alternativa para a motivação em qualquer área do conhecimento, em que os alunos são levados a mapear e a caracterizar o contexto onde se deu tal fenômeno ou geografia ou história. “Se pudermos desenvolver esse mapeamento desses mundos como sistemas integrados, podemos impulsionar para além das visões locais em direção a uma compreensão mais completa mais rica das sociedades do passado” .
4.5. Serialidade
4.5.1. Divisão do conteúdo em partes significativas, mas integradas de tal forma que sempre se quer saber o que vem depois. A motivação e o “suspense” são partes intrínsecas da serialidade.
4.6. Subjetividade
4.6.1. O olhar que cada um tem da mesma realidade o que enriquece a compreensão de cada fenômeno físico, geográfico, histórico, etc.
4.7. Representação
4.7.1. Atração e ativação cultural. Enquanto a atração chama a atenção da audiência, a ativação, dá-lhes alguma coisa para fazer. Criam-se jogos, dramatizações, etc. com conteúdos que coloquem os alunos em ação e criação no uso daquele conteúdo