Movimentos sociais na contemporaneidade

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Movimentos sociais na contemporaneidade por Mind Map: Movimentos sociais na contemporaneidade

1. Lutas, movimentos e associativismo na América Latina

1.1. Novo milênio

1.1.1. Retorno do ator social nas ações coletivas

1.1.2. Radicalização do processo democrático

1.1.3. Ressurgimento de lutas sociais tradicionais

1.1.3.1. Exemplo

1.1.3.1.1. Movimentos étnicos

1.1.4. Retomada do movimento popular urbano de bairros

1.1.4.1. México e Argentina

1.1.5. Outros movimentos que emergem

1.1.5.1. Piqueteiro na Argentina

1.1.5.2. Cocaleiros na Bolívia e Peru

1.1.5.3. Zapatistas no México

1.1.6. Movimentos globais ou transacionais

1.1.6.1. Ultrapassam as fronteiras da nação

1.1.6.2. Exemplos

1.1.6.2.1. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

1.1.6.2.2. Via Campesina

1.1.6.2.3. Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC)

1.1.6.3. Altermundialistas

1.1.6.3.1. Atuam através de redes conectadas por meios tecnólogicos da sociedade da informação

1.1.6.3.2. Ativistas

1.1.6.3.3. Críticas

1.1.7. Movimento ambientalista

1.1.7.1. Politização em algumas regiões

1.1.7.1.1. Uruguai

1.1.7.1.2. Argentina

1.1.7.1.3. Brasil

1.1.8. Movimento negro/afrodescendente

1.1.8.1. Avançou em pautas

1.1.8.1.1. Brasil

1.1.9. Movimento estudantil

1.1.9.1. Retomada

1.1.9.1.1. Chile

1.1.9.1.2. Brasil

1.1.9.1.3. México

1.1.9.2. "bachareados populares"

1.1.9.2.1. Organizados em antigos espaços fabris por ex-trabalhadores

1.1.9.2.2. Brasil e Argentina

1.1.10. Fortalecimento de ONGs e terceiro setor

1.1.10.1. Articulação entre público, privado e sociedade civil

1.1.10.2. Atuação

1.1.10.2.1. Projetos com prazos

1.1.10.2.2. Populações vulneráveis, focalizadas, grupos pequenos

1.1.10.2.3. Conceitos de suporte

1.1.10.3. Exemplo no Brasil

1.1.10.3.1. Cooperativas de material reciclável

1.1.10.3.2. Eventos

2. Movimentos sociais no Brasil

2.1. Antecedentes: a era movimentista (1970 - 1980)

2.1.1. Fim da década de 1970

2.1.1.1. Movimentos sociais populares

2.1.1.1.1. Articulados por grupos de oposição aos regimes militares

2.1.1.1.2. Contribuem decisivamente para conquista de direitos sociais

2.1.2. Fim da década 1980

2.1.2.1. Transformação do cenário sociopolítico

2.1.2.1.1. Desmobilização

2.1.3. A partir de 1990

2.1.3.1. Surge outras formas de organização

2.1.3.1.1. Mais institucionalizadas

2.1.3.2. Criação da Central dos Movimentos Populares

2.1.3.2.1. Estrutura movimentos populares a nível nacional

2.1.3.2.2. Faz articulações e colaborações com diversos movimentos

2.1.3.3. Movimento Ética na Política

2.1.3.3.1. Contribuiu para a deposição de um presidente por corrupção

2.1.3.3.2. Contribui para o ressurgimento do movimento dos estudantes

2.1.3.4. Avanço do Neoliberalismo

2.1.3.4.1. Emerge novos movimentos

2.1.3.4.2. Crescimento da economia informal

2.1.3.4.3. Ações coletivas surgem como respostas à crise socieconômica

2.1.3.5. Construção de movimentos identitários

2.1.3.5.1. Movimentos de mulheres

2.1.3.5.2. Movimento dos homossexuais

2.1.3.5.3. Movimento negro ou afrodescendente

2.1.3.6. Criação de movimentos culturais

2.1.3.7. Outros movimentos de destaque

2.1.3.7.1. Movimento dos índigenas

2.1.3.7.2. Movimento dos funcionários públicos

2.1.3.7.3. Movimento dos ecologistas

2.1.3.8. ONGs passam a ter mais importância que os movimentos sociais

2.1.3.8.1. Inscritas no terceiro setor

2.1.3.8.2. Execução de políticas de parceria entre poder público e sociedade

2.1.3.8.3. Atuam em áreas onde a prestação de serviços sociais é carente ou ausente

2.2. Cenário dos movimentos sociais na atualidade no Brasil

2.2.1. Características básicas

2.2.1.1. Novo cenário sociopolítico

2.2.1.1.1. Movimentos multi e pluriclassistas

2.2.1.1.2. Transnacionais (alter-globalização)

2.2.1.1.3. Demandas seculares (terra para produção/viver)

2.2.1.2. Organização e consciência ambiental

2.2.1.2.1. Atuação em redes

2.2.1.2.2. Ênfase na viabilidade econômica sem degradação ambiental

2.2.1.3. Impacto das políticas neoliberais

2.2.1.3.1. Desorganização de movimentos antigos

2.2.1.3.2. Surgimento de novos atores (ONGs, terceiro setor)

2.2.1.4. Desafios no cotidiano

2.2.1.4.1. Violência urbana

2.2.1.4.2. Prexarização do trabalho

2.2.1.4.3. Restrição de direitos individuais

2.2.1.5. Atuação estatal

2.2.1.5.1. Reformas e descentralização

2.2.1.5.2. Novos programas sociais

2.2.2. Eixos temáticos

2.2.2.1. Questão Urbana

2.2.2.1.1. Movimentos pela moradia

2.2.2.1.2. Ações contra violência urbana

2.2.2.1.3. Recuperação de estrtutras coletivas

2.2.2.2. Participação na gestão política

2.2.2.2.1. Orçamento participativo

2.2.2.2.2. Conselhos gestores (saúde, educação, etc.)

2.2.2.3. Saúde

2.2.2.3.1. Sistema Único de Saúde

2.2.2.3.2. Conferências nacionais e locais

2.2.2.3.3. Agentes comunitários

2.2.2.3.4. Pessoas Com Deficiência

2.2.2.3.5. Portadores de doenças específicas

2.2.2.4. Direitos

2.2.2.4.1. Humanos (presídios, presos políticos, guerras, etc.)

2.2.2.4.2. Culturais (preservação das culturas locais)

2.2.2.5. Sindicalismo

2.2.2.5.1. Lutas contra o desemprego

2.2.2.6. Religiosidade

2.2.2.6.1. Movimentos decorrentes de questões religiosas diversas

2.2.2.7. Movimento Sem-Terra

2.2.2.7.1. Articulaçao rural e conexões urbanas

2.2.2.8. Contra o neoliberalismo

2.2.2.8.1. Mobilizações contra as reformas estatais

2.2.2.9. Fóruns da sociedade civil

2.2.2.9.1. Contra a globalização ecônomica

2.2.2.10. Cooperativas populares

2.2.2.10.1. Estratégias de sobrevivência (trabalho e geração de renda)

2.2.2.10.2. Articuladas por ONGs

2.2.2.10.3. Economia solidária

2.2.2.11. Movimento Nacional de atingidos pelas Barragens

2.2.2.12. Setor das comunicações

2.2.2.12.1. Fórum Nacional pela Democratização da Cominicação

2.3. Lutas e movimentos pela educação: pontos fundamentais

2.3.1. Dimensões da Educação

2.3.1.1. Formal

2.3.1.1.1. Escolas

2.3.1.2. Não formal

2.3.1.2.1. Práticas educativas de formação para a construção da cidadania

2.3.1.3. Informal

2.3.1.3.1. SOcialização no ambiente familiar

2.3.2. Movimentos pela educação

2.3.2.1. Caráter histórico e processual

2.3.2.1.1. Participam de outros espaços intitucionais

2.3.2.1.2. Ocorrem dentro e fora das escolas

2.3.2.2. Lutas por direitos

2.3.2.2.1. Universalidade às questões sociais

2.3.2.2.2. Resgate da cultura

2.3.2.2.3. Caráter emancipatório

2.3.2.2.4. Não se baseia nas necessidades do mercado

2.3.2.3. Parte da construção da cidadania

2.3.3. Relação entre educação e movimentos sociais

2.3.3.1. Metade do século XX

2.3.3.1.1. Ligas Camponesas (1960)

2.3.3.1.2. Método Paulo Freire

2.3.3.1.3. Mobilizações em Maio de 1968

2.3.3.1.4. Comunidades de Base da Igreja (CEBs) (1970)

2.3.3.2. Universidades

2.3.3.2.1. Palco de debates

2.3.3.2.2. Envolvimento em resistência política

2.3.3.2.3. Mobiliação contra o regime militar

2.3.3.3. Década de 1980

2.3.3.3.1. Acentua-se a relação

2.3.3.3.2. Educação popular

2.3.3.3.3. Lutas pelas Diretas Já

2.3.3.3.4. Participação na Constuinte

2.3.3.3.5. Redes de movimentos sociais temáticos

2.3.3.4. Década de 1990

2.3.3.4.1. Mudanças na cena política

2.3.3.4.2. Fim do regime militar

2.3.3.4.3. Ascensão de Novos Atores

2.3.3.4.4. Desmobilização de movimentos sociais

2.3.3.4.5. Novas Políticas Públicas

2.3.3.4.6. Ênfase nas políticas neoliberais

2.3.3.4.7. Enfrequecimento dos sindicatos

2.3.3.4.8. Educação escolar

2.4. Demandas pela educação nos movimentos na educação escolar

2.4.1. Lutas pelo acesso

2.4.1.1. Demandas por vagas em todos os níveis

2.4.1.2. Ênfase nas lutas populares pelo acesso ao ensino superior

2.4.1.2.1. Programas PROUNI e REUNI

2.4.2. Educação infantil

2.4.2.1. Déficit na oferta

2.4.2.2. Não incluída como obrigatória na CF de ** ou LBC de 1996

2.4.3. Aumento de Vagas no Ensino Básico

2.4.3.1. Avanços nas últimas décadas

2.4.3.2. Reformas que afetam a orfeta e critérios de distribuição

2.4.4. Escola Pública com qualidade

2.4.4.1. Clássica demanda sindical

2.4.4.2. Reconhecimento da necessidade de uma "revolução na educção"

2.4.4.3. Ênfase na formação integral e pensamento crítico

2.4.5. Gestão Democrática da Escola

2.4.5.1. Incluída na Constituição de 1988 e LBD de 1996

2.4.5.2. Foco de projetos experimentais

2.4.5.3. Reformas neoliberais enfatizam a gestão

2.4.6. Valor das mensalidades em escolas particulares/confessionais

2.4.6.1. Liderado por movimentos estudantis

2.4.6.2. Destaque para ensino superior

2.4.7. Políticas públicas e suportes orçamentários

2.4.7.1. Ênfase na discrepância entre discursos e práticas

2.4.7.2. Participação de mocvimentos

2.4.7.2.1. Fórum Nacional de Luta pela Escola Pública

2.4.8. Experiências Alternativas na Educação Formal

2.4.8.1. Crescente análise sobre soluções não convencionais

2.4.8.2. Articulação entre educação formal e não formal

2.4.8.2.1. Centro Unificados de Educação

2.4.9. Melhores condições salariais e de trabalho para profissionais da educação

2.4.9.1. Destaque para a carreira e qualificação dos professores

2.4.9.2. Lutas históricas

2.4.9.3. Presença do corporativismo

2.4.10. Lutas dos estudantes

2.4.10.1. Vagas

2.4.10.2. Condições

2.4.10.3. mensalidades

2.4.10.4. refeitórios

2.4.10.5. moradia

2.4.11. Combate a discriminações e abusos

2.4.11.1. Incluindo abuso sexual

2.4.12. Ensino Técnico

2.4.12.1. Setor carente e deficitário

2.4.12.2. Necessidade de redefinição de objetivos e identidade

2.4.13. Programas contra o analfabetismo

2.4.13.1. demandas por jornadas mais efetivas

2.4.13.2. Movimento Brasil Alfabetizado

2.4.14. Educação de Jovens e Adultos (EJA)

2.4.14.1. Movimento Nacional do EJA

2.4.14.2. Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA)

2.4.14.3. Encontro Nacional de Educação de Jovens e Adultos (ENEJA)

2.4.15. Projetos pedagógico que respeitem às culturas locias

2.4.15.1. Enfase nas culturas locais

2.4.15.2. construção de identidade

2.4.16. Alterações na relação escola- comunidade

2.4.16.1. Mudanças na dinâmica de participação e significado

2.5. Eixos e tipos de lutas e movimentos na área da educação não formal

2.5.1. Trabalho nos Sindicatos

2.5.2. Trabalho com Movimentos sociais

2.5.2.1. especialmente populares

2.5.3. Trabalhos na área da ação social comunitária

2.5.3.1. Colaborações com associações, Ongs e formas organizativas diversas

2.5.3.2. área mais carente e de maior desafio

2.5.4. Outros espaços de atuação dos educadores

2.5.4.1. Em comunidades carentes - grupos vulneráveis

2.5.4.1.1. Trabalho com mulheres, crianças, idosos e pobres

2.5.4.1.2. Enfrentamento da exclusçao socieconômica e cultural

2.5.4.2. Mobilização de Recursos Comunitários

2.5.4.2.1. Engajamento na capatação de recursos para programas sociais

2.5.4.2.2. Parcerias entre a comunidade, governos locais, ONGs e movimentos

2.5.4.3. Movimentos Étnico-raciais (índigenas e negros);

2.5.4.3.1. Lutas por reconhecimento e direitos

2.5.4.3.2. Combate à discriminação e valorização das culturas

2.5.4.4. Movimentos de gênero e homossexuais

2.5.4.4.1. Envolvimento em questões de relações sociais entre homens e mulheres

2.5.4.4.2. Defesa dos direitos e combate à discriminação de LGBTQIA+

2.5.4.5. Movimentos culturais de jovens

2.5.4.5.1. Atuação na área da música, aprendizagem, expressão como rap e hip hop

2.5.4.6. Mobilização pela paz e contra a guerra

2.5.4.6.1. Participação em movimentos pacifistas e protestos contra conflitos

2.5.4.7. Movimentos de solidariedade

2.5.4.7.1. Apoio a programas com meninos e meninas de rua. adolescentes que usam drogas

2.5.4.7.2. Solidariedade a portadores de HIV e Pessoas Com Deficiência

2.5.4.8. Movimento pela infância

2.5.4.8.1. Defesa dos direitos e condições de vida das crianças

2.5.4.8.2. Combate à exploração e garantia de educação e saúde

2.5.4.9. Movimentos pela preservação ambiental

2.5.4.9.1. Engajamento em movimentos ecológicos

2.5.4.9.2. Defesa de rios, bacias, lagoas e meio ambiente global

2.6. Tipos de aprendizagem nas lutas dos movimentos sociais

2.6.1. Prática

2.6.1.1. Organização e participação efetiva em movimentos sociais

2.6.1.2. Estratégias para união e escolha de eixos de luta

2.6.2. Teórica

2.6.2.1. Compreensão de conceitos-chave mobilizadores

2.6.2.2. Integração desses conceitos em práticas concretas

2.6.3. Técnica-instrumental

2.6.3.1. Funcionamento de orgãos governamentais e burocracia

2.6.3.2. Conhecimento de leis regulamentadoras

2.6.4. Política

2.6.4.1. Conscientização dos direitos individuais e coletivos

2.6.4.2. Identificação dos agentes hierárquicos do poder estatal

2.6.5. Cultural

2.6.5.1. Construção da identidade do grupo

2.6.5.2. Reconhecimento das diversidades e adversidades culturais

2.6.6. Linguítica

2.6.6.1. Desenvolvimento de linguagem comum

2.6.6.2. Criação de gramática própria e símbolos identificativos

2.6.7. Economia

2.6.7.1. Compreensão de custos, fatores de produção e otimização

2.6.7.2. Estratégias para produção eficiente

2.6.8. Simbólica

2.6.8.1. Análise e ressignificação de representações existentes

2.6.8.2. Criação de novas representações e símbolos

2.6.9. Social

2.6.9.1. Desenvolvimento de habilidades de comunicação em público

2.6.9.2. Adoção de comportamentos adequados em diferentes contextos

2.6.10. Cognitiva

2.6.10.1. Assimilação de conteúdos novos relacionados às lutas

2.6.10.2. Participação em eventos e obtenção de informações

2.6.11. Reflexiva

2.6.11.1. Reflexão sobre práticas adotadas no movimento social

2.6.11.2. Geração de saberes a partir da experiência

2.6.12. Ética

2.6.12.1. Internalização de valores como bem comum e solidariedade

2.6.12.2. Construção de um campo ético-político através da vivência e observação

2.7. Movimentos sociais, educação e esfera pública: a questão dos conselhos

2.7.1. Origens

2.7.1.1. Demandas polulares

2.7.1.2. resposta aos movimentos sociais

2.7.2. Papel dos Conselhos

2.7.2.1. Instrumentos na esfera pública

2.7.2.2. Assessoria para políticas específicas

2.7.3. Distinções

2.7.3.1. Conselhos gestores

2.7.3.1.1. Representação mista

2.7.3.1.2. Vinculados ao Poder Público

2.7.3.2. Conselhos comunitários

2.7.3.2.1. exclusivamente sociedade civil

2.7.4. Reforma do Estado

2.7.4.1. Surgimento de OSs e OSCIPs

2.7.4.2. Transformação de partes do Estado

2.7.5. Legislação Municipal

2.7.5.1. Criação para receber recursos

2.7.5.2. Predominante pós 1996

2.7.6. Áreas dos Conselhos Municipais

2.7.6.1. Educação, saúde, assistência social

2.7.6.2. Caráter deliberativo

2.7.7. Desafios e restrições

2.7.7.1. Caráter consultativo x deliberativo

2.7.7.2. Necessidade de reafirmação

2.7.8. Transformação Política

2.7.8.1. Nova esfera social-pública

2.7.8.2. Participação na formulação de políticas

2.7.9. Inovação nas práticas sociais

2.7.9.1. Contraponto a práticas filantrópicas

2.7.9.2. Nova institucionalidade pública

2.7.10. Mecanismos de controle social

2.7.10.1. Evitar instrumentalização por elites

2.7.10.2. Controle e fiscalização dos negócios públicos

2.7.11. Novas práticas e tecido social

2.7.11.1. Conselhos e fóruns

2.7.11.2. Tecido social diversificado e denso

2.7.11.3. Novas possibilidades democráticas

3. Conclusões e desafios

3.1. Novo momento associativo

3.1.1. Ações coletivas têm caráter educativo

3.1.2. Expansão para esferas públicas e formatos em rede

3.2. Transformações nas relações Estado-Sociedade Civil

3.2.1. Impulso para políticas públicas participativas

3.2.2. Participação de lideranças de movimentos sociais

3.3. Inovações no campo da gestão democrática

3.3.1. Marco regulatório e criação de entidades

3.3.2. Crescimento de atuação na educação não formal

3.4. Cenário contraditório

3.4.1. Integração comunitária em políticas compensatórias

3.4.2. Redes e fóruns buscando transformação social

3.5. Desafios

3.5.1. Alterar a cultura política marcada por clientelismo

3.5.2. Reestrturar cultura administrativa burocrática

3.5.3. Fortalecer cultura cidadã além do voto

3.6. Compromisso ético e protagonismo da sociedade civil

3.6.1. Vontade política para construir uma sociedade diferente

3.6.2. Respeito aos direitos e deveres, aumento da participação

3.7. Níveis de participação democrática

3.7.1. Espaços públicos consolidados em instituições

3.7.2. Conselhos, plenárias, fóruns como expressões

3.8. Alerta de Rancière

3.8.1. Crítica às formas não emancipadoras

3.8.2. Participação política confundida com consenso

3.8.3. Política como reivindicação da parte dos que não tem parte

4. Publicado em 2011

5. Autora

5.1. MARIA DA GLÓRIA GOHN

5.1.1. Referência nos estudos de movimentos sociais

6. Assunto

6.1. Movimentos sociais

6.1.1. Características e exemplos na América Latina

6.1.2. Ênfase na atualidade do Brasil

7. A relação movimentos sociais e educação

7.1. Educação não formal

7.1.1. Concepção ampliada de educação

7.1.2. Não é no espaço escolar

7.1.3. Participação social nos movimentos e ações coletivas

7.2. Duas formas

7.2.1. Interação com instituições educacionais

7.2.2. Interior do movimento social

7.2.2.1. Práticas e ações

7.2.2.1.1. Fontes de inovação

7.2.2.1.2. Geradoras de saberes

7.2.2.1.3. Caráter político-social

7.3. Estudos acadêmicos

7.3.1. Recentes no Brasil

7.3.1.1. Relação construida a partir do final dos anos 1970

7.3.1.1.1. Atuação de novos atores

7.3.1.1.2. Criadas e/ou atividas entidades científicas

7.3.1.1.3. Densidade de mobilizações e movimentos sociais no país

7.3.1.1.4. Processo lento na produção teórica

7.3.2. Antigos no exterior

7.3.3. Desafios e lacunas

7.3.3.1. Balanço que extrapole o eixo SP, RJ e MG

7.3.3.2. Falta de estudos comparativos na América Latina

8. O que é movimento social e por que seu estudo é importante

8.1. Definição

8.1.1. Ações coletivas sociopolíticas e culturais

8.1.2. Organização e expressão de demandas da população

8.2. Estratégias

8.2.1. Diferentes e variadas

8.2.2. Pressão direta e indireta

8.2.3. Redes sociais

8.2.3.1. Locais, regionais, nacionais e internacionais ou transnacionais

8.2.4. Internet

8.3. Propiciam

8.3.1. Atividades e experimentação social

8.3.1.1. Geradoras de criatividades e inovações culturais

8.3.2. Resistência ao antigo

8.3.3. Construção do novo

8.3.4. Diagnóticos da realidade social

8.3.4.1. Propostas

8.3.5. Atuação em redes

8.3.5.1. Ações coletivas

8.3.5.1.1. Resistência à exclusão

8.3.5.1.2. Luta pela inclusão social

8.3.6. Empowerment

8.3.7. Pertecimento social

8.4. Características

8.4.1. Básicas

8.4.1.1. Opositor

8.4.1.2. Identidade

8.4.1.3. Projeto de vida e sociedade

8.4.2. Historicamente

8.4.2.1. Organizão e conscientizão a sociedade

8.4.2.2. Apresentam demandas

8.4.2.2.1. Pressão/mobilização

8.4.2.3. Continuidade e permanência

8.4.2.4. Não são só reativos

8.4.3. Atualidade

8.4.3.1. Ideário civilizatório

8.4.3.1.1. Sociedade democrática

8.4.3.2. Ações pela sustentabilidade

8.4.3.3. Multiculturalidade

8.4.3.4. Ressignificação dos ideiais clássicos

8.4.3.4.1. Igualdade

8.4.3.4.2. Fraternidade

8.4.3.4.3. Liberdade

8.4.4. Articulações

8.4.4.1. Esfera pública

8.4.4.1.1. Tematizam e redefinem

8.4.4.2. Parcerias

8.4.4.2.1. Entidades

8.4.4.3. Controle Social

8.4.4.4. Inovações sociais