1. Epidemiologia
1.1. Leva em consideração o modo de transmissão, prevenção e controle, não estando correlacionado à um tratamento específico.
1.1.1. QUAL O IMPACTO DESSA DOENÇA NA POPULAÇÃO?
2. PREVENÇÃO
2.1. Manejo de suínos
2.1.1. PSC e PSA
2.1.1.1. A PSA é uma doença de notificação obrigatória aos órgãos oficiais nacionais e internacionais de controle de saúde animal, com potencial para rápida disseminação e com significativas consequências socioeconômicas.
2.1.2. A adoção de boas práticas de manejo, como o controle de estresse e o fornecimento de um ambiente adequado contribui para a saúde dos suínos.
3. Normas de Irradicação
3.1. Desaparecer doenças endêmicas (frequentes);
4. Classificação Internacional de Doenças entra como a base para identificar tendências e estatísticas de saúde em todo o mundo.
5. PROGRAMAS NACIONAIS DE SANIDADE ANIMAL PROTOCOLADAS
5.1. PNSA
5.1.1. Estabelece medidas de prevenção, controle e vigilância das principais doenças avícolas de impacto tanto em saúde pública como em saúde animal.
5.2. PNSE
5.2.1. Previne e controla doenças dos equídeos, promovendo as seguintes atividades: I - educação sanitária; II - estudos epidemiológicos; III - fiscalização e controle do trânsito de equídeos; IV - cadastramento, fiscalização e certificação sanitária de estabelecimentos; e V - intervenção imediata quando da suspeita ou ocorrência de doença de notificação obrigatória.
5.3. PNCEBT
5.3.1. Classifica as unidades federativas quanto ao grau de risco para Tuberculose e Brucelose e na definição e aplicação de procedimentos de defesa sanitária animal, de acordo com a classificação de risco.
5.4. PNEFA
5.4.1. Realiza manutenções de zonas livres de Febre Aftosa, de acordo com a OMSA.
5.4.1.1. OMSA cuida da saúde animal mundialmente;
5.5. PNESCO
5.5.1. Programa que previne e controla enfermidades que possam comrometer o rebanho caprino e ovino nacionais, através de educação sanitária, fiscalização, etc.
5.6. PNEEB
5.6.1. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem adotando medidas sanitárias para prevenir a ocorrência dessa enfermidade em nosso território. A política sanitária para EEB, que vem sendo executada há mais de duas décadas, está balizada nas recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e nas informações científicas.
5.7. PNCRH
5.7.1. Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros domésticos com objetivo de baixar a prevalência da doença, através de vigilâncias ativas;diagnósticos diferenciais;vacinação e comunicação.
6. MAPA
6.1. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
7. Zoonoses
7.1. Tópico do próximo nível
8. Criação do Sistema Único de *saúde
8.1. Estudo das patologias de maneira gratuita
8.1.1. ausência de profissionais de saúde para patologias veterinárias
9. Agentes
9.1. Bactérias
9.1.1. Fungos
9.1.1.1. Vírus
10. Controle de Vetores
10.1. Encefalite Equina do Oeste (EEO)
10.1.1. Agente: vírus da família Togaviridae, gênero Alphavirus./ Reservatório: Aves e Mamíferos/ Localização: Sistema Nervoso Central./ Via de eliminação: Vias Orais e Nasais./ Porta de Entrada: Pele através da entrada.
10.2. Tratamento de água
11. *Saúde
11.1. Estado de equilíbrio entre o indivíduo e o ambiente.
11.2. Doença
11.2.1. Se caracteriza como um conjunto de sinais e sintomas específicos que afetam o indivíduo, alterando o seu estado normal de *saúde