1. Educação Profissional
1.1. Desenvolvimento de Competências - capacidade de solucionar problemas
1.1.1. Competências específicas: saber fazer
1.1.2. Competências comportamentais: saber ser ou conviver
2. FUNDAMENTO - Missão do Poder Judiciário
2.1. Realizar Justiça
2.2. Fomentar a Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária, por meio de Efetiva Prestação Jurisdicional
2.3. Fortalecer o Estado Democrático Fomentar a Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária, por meio de Efetiva Prestação Jurisdicional
3. PRESSUPOSTOS
3.1. compromisso que o Poder Judiciário tem com a sociedade e, consequentemente, com as mudanças e necessidades sociais
4. DIRETRIZES
4.1. Natureza humanista e interdisciplinar
4.2. novos modelos de leitura da realidade, de base interdisciplinar
4.3. flexibilidade para mediar conflitos em relações sociais diferenciadas e de novo tipo
4.4. compreensão das novas formas de injustiça social
4.5. criação de novas estratégias para enfrentá-las
4.6. Processo de produção do conhecimento que se debruça sobre a realidade a ser conhecida
4.7. Apreender, compreender, incorporar e modificar
5. PROPOSTA PEDAGÓGICA
5.1. Intração entre teoria e prática
5.1.1. Conhecimentos preexistentes – novos significados – conhecimentos novos mais elaborados, de qualidade superior Prática Judicial como ponto de partida para seleção e organização dos conteúdos Articulação entre teoria e prática, sber tácito e conhecimento científico
6. Processos Pedagógicos
6.1. Amplamente Pedagógicos: experiência de vida social e laboral. Estratégias de compartilhamento de aprendizagens: trabalhos em grupo, world cafés, painéis integrados, fóruns de discussão, estudos de casos
6.2. Especificamente Pedagógicos: possibilitar a transição do senso comum e dos saberes tácitos originados das experiências empíricas para o conhecimento científico. Processos sistemáticos de aprendizagem.
7. Princípio Pedagógico
7.1. Interdisiplinaridade
8. Percurso metodológico
8.1. problematização, tendo como ponto de partida o contexto do trabalho;
8.2. teorização: definição de conhecimentos que precisam ser apreendidos para tratar o problema, as fontes e os instrumentos para buscá-los, sempre articulando trabalho individual e coletivo
8.3. formulação de hipóteses: etapa em que se estimula a criatividade na busca de soluções originais e diversificadas que permitam o exercício da capacidade de decidir a partir da listagem de consequências possíveis que envolvam as dimensões cognitiva, ética e política
8.4. proposta de intervenção na realidade, que constitui ponto de partida (diagnóstico) e ponto de chegada (solução do problema), em um patamar agora superior de compreensão: da percepção limitada e nebulosa da realidade, chega-se à realidade compreendida, dissecada, concretizada
9. AVALIAÇÃO
9.1. Ato de planejar, estabelecer objetivos e verificar seu alcance, envolvendo a tomada de decisões para a melhoria do processo como um todo.
9.1.1. Identificar as mudanças que se fizerem necessárias ao longo do percurso formativo, buscando atingir seus objetivos, em termos de efetividade social
9.1.2. Orientar os itinerários formativos individuais, tendo em vista o vitaliciamento, no caso dos juízes em formação, e a formação continuada para magistrados vitalícios
9.1.3. Identificar necessidades coletivas de educação continuada
9.1.4. Verificar pontos de melhoria relativos ao desenvolvimento das competências específicas, comportamentais e cognitivas complexas