1. Biodisponibilidade
1.1. Velocidade e extensão com que um fármaco se torna biodisponível no local da ação.
1.1.1. Área de absorção
1.1.1.1. Área sob a curva
1.1.2. Velocidade de absorção
1.1.2.1. Concentração máxima
1.1.2.2. Tempo para pico de concentração
1.1.3. Apenas para fármaco excretado na urina de forma não metabolizada
1.1.3.1. Quantidade total do fármaco excretado na urina de forma inalterada.
1.1.3.2. Pico de concentração
1.1.3.3. Tempo para pico de concentração
1.1.4. Etapas para o estudo de biodisponibilidade
1.1.4.1. Clínica
1.1.4.2. Analítica
1.1.4.3. Estatística
2. Bioequivalência
2.1. Demonstração de biodisponibilidades equivalentes entre produtos, sob um mesmo desenho experimental.
2.1.1. Biodisponibilidade absoluta
2.1.1.1. Comparação dos valores obtidos em dosagem extravascular e dosagem igual por via intravernosa.
2.1.2. Biodisponibilidade relativa
2.1.2.1. Quociente da quantidade e velocidade do fármaco.
2.1.3. Critérios de aceitação de bioquivalência
2.1.3.1. Fórmulas
2.1.3.2. Leis e guias
2.1.4. Medicamentos bioequivalentes
2.1.4.1. Alternativas farmacêuticas
2.1.4.1.1. Mesma molecula ativa ou precursor, não necessariamente na mesma quantidade, forma farmacêutica, sal ou éster.
2.1.4.1.2. Intercambialidade
2.1.4.1.3. Bioisenção
2.1.4.1.4. Etapas para o estudo de biodisponibilidade