Torcicolo Muscular Congênito

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Torcicolo Muscular Congênito por Mind Map: Torcicolo Muscular Congênito

1. Classificação

1.1. Tipo 1: Presença de nódulo e limitação da amplitude de movimento(ADM).

1.2. Tipo 2: Sem presença de nódulo, mas com limitação da amplitude de movimento(ADM)

1.3. Tipo 3: Torcicolo postural, sem presença de nódulo e sem limitação da ADM.

2. Quadro clínico

2.1. ➢ Associado a outras condições de saúde (displasia de quadril, assimetria facial, PBO) ➢ Cabeça inclinada para o lado do encurtamento do ECOM ➢ Nódulos no ECOM ➢ Assimetrias cranianas

3. Diagnóstico:

3.1. ➢ Exame físico observacional ➢ Exames complementares.

4. Prognóstico:

4.1. ➢ Presença de nódulo e limitação da ADM está associada a maior gravidade ➢ Idade do diagnóstico ➢ TMC: tempo de tratamento menor

5. Tratamento Fisioterapêutico

5.1. Quando iniciado em 1 mês: 98% atingem a ADM normal em 1 mês e meio.

5.2. Após 2 meses: O tratamento pode durar por 6 meses

5.3. Após 6 meses: O tratamento pode durar de 9 a 10 meses

6. Principais Objetivos e Condutas

6.1. ➢ Aumentar a ADM da região cervical ➢ Manter a cabeça na linha média ➢ Adquirir os marcos motores para a idade ➢ Adequar o ambiente ➢ Capacitar a família

6.2. ➢ Alongamentos ➢ Posicionamentos e manuseios ➢ Exercícios isolados ➢ Estimular os marcos do desenvolvimento ➢ Recursos auxiliares

7. Etiologia:

7.1. ➢ Posição do bebê no útero ➢ Trauma ao nascimento ➢ Posição na UTI ➢ Uso de bebê conforto sem adequações ➢ Pais de primeira viagem

8. Definifição

8.1. É uma deformidade postural que é evidente logo após o nascimento, tipicamente caracterizada por inclinação da cabeça para o lado oposto devido ao encurtamento do músculo esternocleidomastóideo.

9. Epidemiologia:

9.1. ➢ 0,4 % a 2% de crianças nascidas ➢ 3° Desordem musculoesqueléticas ➢ Maior prevalência em meninos

10. Fatores de risco:

10.1. ➢ Altura e peso materno ➢ Pelve materna ➢ Posição fetal ➢ Trauma no parto ➢ Posicionamento no colo ➢ Posição de dormir

11. Posições Fetal:

11.1. Cefálica:quando a cabeça do bebê está voltada para baixo e o restante do corpo para cima.

11.2. Pélvica: mais conhecida como bebê sentado, é quando o bumbum do bebê está para baixo.

11.3. Tranversal: condição mais rara, correspondendo a 0,5% dos casos. É quando o bebê está deitado, atravessado no útero.

12. Avaliação

12.1. ➢ Anamnese: ▪ Dados pessoais ▪ História gestacional ▪ Aquisição de marcos motores ▪ Preferências posturais ▪ Exame físico e observacional

12.1.1. ❖ Postura em Supino: Observar, registrar a postura adotada, tolerância nas diversas posturas. Identificar o lado do torcicolo, assimetrias na face e crânio, amplitude de movimento ativa, assimetrias no uso do tronco e membros.

12.1.2. ❖ Postura em prono: 1dentificar assimetrias no crânio, escoliose, tolerância na postura, assimetria no uso dos membros , amplitude de movimento ativa.

12.1.3. Postura em sentado: Identificar posturas assimétricas, compensação nos ombros, tronco e quadril e amplitude de movimento ativa.

13. ALTA

13.1. ➢ ADM completa ➢ Padrões de movimentos ativos realizados com simetria ➢ Desenvolvimento motor dentro do esperado ➢ Cabeça na linha média ➢ Orientar os pais e cuidadores sobre o que observar na criança no decorrer de seu crescimento ➢ Reavaliar 3 a 12 semanas após a alta / início da marcha.