1.1. Anestésico mais estável e fraco utilizado em odontologia
1.2. Metabolizado no fígado e eliminado pela urina
1.3. Dose máxima 4mg por consulta(paciente saudável); 1,6mg por consulta( paciente insuficiência cardíaca
2. MEPIVACAINA
2.1. Metabolizada no fígado e excretada nos rins
2.2. Produz ligeira vasodilatação
2.3. Duração da anestesia de 20 a 40 minutos
2.4. Ação de início rápido: 3 a 5 minutos
2.5. Concentração eficaz: 3% sem vasoconstritor; 2% com vasoconstritor
2.6. Dose máxima: 6,6 mg/kg, não ultrapassar 400mg
2.7. Mepivacaína 3% sem vasoconstritor: recomendado para pacientes que não podem utilizar vasoconstritor (pediátricos e idosos)
3. LIDOCAINA
3.1. Metabolizada no fígado e excretada nos rins
3.2. Propriedade vasodilatador
3.3. Início da ação de 3 a 5 minutos
3.4. Concentração: 2%
3.5. Dose máxima: 7 mg/kg, sem exceder dose 500mg
3.6. Lidocaina 2% sem vasoconstritor: poucas indicações clínicas, propriedade vasodilatador limita a utilização
3.7. Lidocaína 2% com adrenalina: produz diminuição do fluxo sanguíneo. Aumenta da profundidade e duração da anestesia. Indicada para hemostasia. Observar a dose máxima em pacientes sensíveis a adrenalina.
4. ARTICAINA
4.1. Possui características de amida e éster
4.2. Biotransformação no plasma e no fígado
4.3. Excreção através dos rins
4.4. Efeito vasodilatador
4.5. Dose máxima: 7 mg/kg pacientes adultos
4.6. Concentração: 4% com adrenalina 1:100.000 (60 a 75 minutos de anestesia) 1:200.000 (45 a 60 minutos de anestesia)
4.7. Em altas doses pode causar metemoglobinemia
4.8. Contra-indicada para pacientes alérgicos a anestésicos tipo amida ou sulfitos
4.9. Não recomendada para crianças com menos de 4 anos
5. BUPIVACAINA
5.1. Metabolizada no fígado e excretada nos rins
5.2. Inicio de ação maior tempo entre 6 e 10 minutos
5.3. Concentração eficaz: 0,5% com adrenalina
5.4. Dose máxima: 90 mg (2 mg/kg)
5.5. Indicado para procedimentos prolongados e controle da dor pós-operatória
5.6. Não indicado para pacientes muito jovens ou pacientes que possuem grande risco de lesão pós-operatória (pacientes especiais)