Este mapa mental foi construído com base nos textos: "A língua de sinais" e "O surdo", capítulos do livro: "Libras: que língua é essa?" do autor Audrei Gesser.
1. Foi proibida durante séculos, sendo comparada com a comunicação dos chimpanzés. Não era considerada como língua, logo os surdos não eram hunanos, visto sob a filosofia de que o que nos torna humanos é a língua.
2. Usar o termo "surdo" e não "surdo-mudo" ou "deficiente auditivo". No entanto, não é apenas a escolha acertiva de um termo que elimina os preconceitos sociais.
3. Surdos precisam de interpretes em espaços institucionais. Direito estabelecido pela Lei nº 10.436 de 24/04/2002.
4. O barulho na percepção dos surdos possui outra concepção - "ouço com os olhos"; "ruído visual".
5. O surdo não precisa ser oralizado para interagir na sociedade ouvinte.
6. Os surdos estabelecem sua relação com a música através da vibração, observação de movimentos e contato corporal com outros indivíduos.
7. Não é universal, pois cada país possui a sua e com suas diversidades linguísticas próprias.
8. Possui grámatica própria, não é mímica e não é artificial. Não é um alfabeto manual e não é uma versão sinalizada da língua oral.
9. Possui todas as características linguísticas como qualquer outra língua humana natural.
10. Não possui origem na língua oral. A Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) têm origem na língua francesa de sinais.