1. Desvantagens
1.1. A ausência de dentes e próteses mal adaptadas geram desconfortos ao paciente. Pacientes em uso de prótese total podem sofrer alterações na DV e posição mandibular, levando à dor e disfunção.
1.1.1. Próteses provisórias podem servir de forma terapêutica, estabelecendo resultado estético/funcional estáveis por um tempo limitado.
2. Conceito
2.1. Equilíbrio e correta relação maxilo-mandibular quando os dentes posteriores estão ocluídos, podendo ser naturais ou artificiais. A DVO não é estática ao longo da vida, pois ela depende exclusivamente do contato dentário, que é mutável.
2.1.1. O desequilíbrio oclusal pode ser causado por fatores de perda dental ou por parafunções, como o bruxismo, por exemplo.
3. Método CAD/CAM
3.1. Nova técnica utilizada que determina a DV em forma 3D, abrangendo os vetores funcionais do posicionamento mandibular resultante dos componentes interligados do complexo craniofacial.
3.1.1. Vantagens: menos tempo de preparo e menos exposição do técnico laboratorial.
3.1.2. Desvantagem: custo do equipamento elevado.
4. Discussão:
4.1. Pelos estudos abordados, o método CAD/CAM demonstra melhor desempenho em questões de tempo e trabalho manual, porém em relação a custos, os métodos convencionais manuais são mais atrativos, mas requer mais experiencia técnica do profissional. Sendo assim, cada profissional tem liberdade de escolha para tais métodos de acordo com a suas condições e conhecimentos para proporcionar o melhor tratamento ao paciente.
5. Vantagens
5.1. Uma DVO correta proporciona ao paciente um conforto mastigatório, restabelece a estética facial (principalmente em pacientes desdentados), diminui problemas nas articulações têmporo-mandibulares e até melhoras na fala e comunicação.
6. Método
6.1. Não existe somente um, precisa haver uma combinação de vários métodos para reestabelecer o maior conforto ao paciente, reabilitação com próteses, restaurações, desgastes… tudo depende de cada caso individualmente.
6.1.1. Os métodos mais utilizados são os da estética, métrico, fisiológico, fonético e o da deglutinação:
6.1.2. Métrico: determina a DVO através da distancia interoclusal de acordo com a distância de dois pontos, do nariz ao queixo, porém esse método não é recomendado ser utilizado de forma independente.
6.1.3. Fisiológico: posição fisiológica inerte que faz menção estável na determinação da DVO.
6.1.4. Estético: ajuste do sulco nasolabial, harmonização do terço inferior da face com as demais partes do rosto e harmonia entre a DVO e a idade do paciente.
6.1.5. Fonético: através de sons, a DV (dimensão vertical) é diferente de outros métodos com a musculatura em repouso.
6.1.6. Deglutinação: o estabelecimento das posições mandibulares tem como base a ingestão de saliva.