1. Teste de Usabilidade
1.1. Visa a satisfação do usuário/cliente.
1.2. OBJETIVOS:
1.2.1. • Identificar problemas; interface ou design
1.2.2. • Oportunidade; como melhorar o produto
1.2.3. • Aprimorar; conhecer melhor o usuário dando em troca um produto de acordo com suas preferências e comportamento.
2. Teste Exploratório
2.1. tem a finalidade de explorar eventuais erros que possam ter sidos acometidos no início ou no final do ciclo de desenvolvimento do software
2.1.1. • Baseado em sessões: tem o objetivo de tornar o teste mais efetivo e objetivos bem definidos e com objetivos mais claros.
2.1.2. • Estilo livre: o aplicativo é testado de maneira livre sem uma finalidade especifica por tanto não possui muitas diretrizes para o teste.
3. Teste de Integração
3.1. Os testes de integração têm por objetivo encontrar falhas de integração entre as unidades, e não mais em testar as funcionalidades dela. Ela sucede o teste de unidade, em que os módulos são testados individualmente, e antecede o teste de sistema, em que o sistema completo (integrado) é testado num ambiente que simula o ambiente de produção.
3.1.1. No contexto de teste de integração, irei falar de dois elementos que podem ser usados, o stubs e drivers
3.1.1.1. Drivers são operações que automatizam testes de acordo com casos de teste
3.1.1.2. Stubs são pseudo-implementações de determinadas especificações (Casos básicos/triviais/esperados)
3.1.1.3. Uma técnica a ser usada utilizando os 2 elementos é o Top-Down. O teste do top-down começa do nível mais alto para o mais baixo, ou seja, os componentes de mais alto nível são integrados primeiro. O teste usa driver e stubs:
3.1.1.4. • O driver é utilizado como módulo de controle principal, e os módulos reais são substituídos por stubs • À medida que os testes vão sendo realizados os stubs são substituídos pelos módulos reais, um de cada vez.
4. Nome: Alessandro Pereira da Silva Matrícula: 202004065841 Nome: Gabriel Ferreira da Costa Matrícula: 202002508434 Nome: Isaias Barbosa de Oliveira Matrícula: 202003211877 Nome: Miriam Fernandes de Carvalho Matrícula: 202003238554 Nome: Pedro Henrique Araújo Fernandes Matrícula: 202002483504 Nome: Kelvin Ricardo Alves da Silva Matrícula: 202002794496 Nome: Valdeci Vitalino da Silva Júnior Matrícula: 202002664703
5. Teste de Funcionalidade
5.1. O teste funcional, conhecido também como teste caixa-preta, trata-se o software em desenvolvimento como uma caixa na qual o conteúdo é desconhecido sendo conhecido apenas o seu lado externo
5.1.1. Particionamento de equivalência - Nsta etapa se divide o domínio de entrada em classes de dados válidos e inválidos que irão exercitar uma função do software especifico.
5.1.2. Análise do valor limite - Esta etapa complementa o particionamento, porque ao inves de selecionar qualquer elemento de uma classe, os casos de testes são escolhidos nas fronteiras das classes, já que esses pontos concentram um grande número de erros.
5.1.3. Grafo de causa e efeito - Nesta etapa estuda-se a combinação das condições de entrada do programa, as condições de entrada são as causas, e as ações os efeitos, ambos são combinados dando origem a um grafo que determinará os casos de teste.
6. Teste de Segurança
6.1. O teste de segurança verifica a segurança do software no que diz respeito à proteção a ataques diversos a que pode estar submetido como hackers e vírus bem como na lida dos dados que são inseridos pelo usuário.
6.1.1. Exemplos de Teste de Segurança: Algumas empresas contratam hackers profissionais para tentar invadir o sistema, ou tentar acessar as informações do site. Paga-se um valor alto para que os hackers encontrem alguma falha no sistema.