Assistência psicológica a mulheres tentantes e a importância do cuidado emocional em casos de inf...

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Assistência psicológica a mulheres tentantes e a importância do cuidado emocional em casos de infertilidade por Mind Map: Assistência psicológica a mulheres tentantes e a importância do cuidado emocional em casos de infertilidade

1. 1. Por que os cuidados emocionais são importantes?

1.1. Por se tratar se um período de muitas incertezas

1.1.1. Não se sabe quanto tempo vão durar as tentativas

1.1.2. Não se sabe se vai haver sucesso nas tentativas

1.1.3. Pois, pode acontecer após a alguma/algumas perda (s) gestacional (is)

1.1.3.1. mulher pode já ter vivenciado uma ou mais perdas gestacionais

1.1.3.2. mulher pode vir a sofrer alguma perda gestacional

1.1.3.3. a mulher pode estar vivenciando alguma perda durante as tentativas

2. 3. Como realizar os cuidados emocionais em casos de infertilidade?

2.1. Infertilidade vista como culpa da mulher

2.1.1. carrega a responsabilidade

2.1.1.1. 50% homem e 50% mulher

2.1.2. Mulher sofre mais julgamentos

2.1.2.1. se desestabiliza

2.1.2.1.1. Considere que ela está fazendo alguma reposição hormonal e já está sofrendo alterações físicas e psíquicas

2.1.2.2. se julga mais

2.1.3. mito: maldição

2.1.3.1. religioso

2.1.3.1.1. não foram abençoados

2.2. Precisamos olhar para a mulher tentante

2.2.1. verificando como está

2.2.1.1. a identidade feminina da mulher

2.2.1.2. como está a relação com o parceiro

2.2.1.3. como a paciente vê a questão de controle ou falta de controle das tentativas

2.2.1.4. se há sentimentos:

2.2.1.4.1. medo

2.2.1.4.2. frustração

2.2.1.4.3. fracasso

2.2.1.4.4. impotência

2.2.1.4.5. incapacidade

2.2.1.4.6. culpa e não merecimento

2.2.1.4.7. Angústia

2.2.1.5. se há sintomas:

2.2.1.5.1. instabilidade emocional

2.2.1.5.2. ansiedade

2.2.1.5.3. estresse

2.2.1.5.4. depressão

2.2.1.6. se há alterações na vida da paciente:

2.2.1.6.1. na relação conjugal

2.2.1.6.2. isolamento social

2.2.1.7. Casos de perdas gestacionais anterior:

2.2.1.7.1. se o processo de luto foi vivido de forma adequada

2.2.1.8. se possui algum transtorno psicológico:

2.2.1.8.1. ou diagnosticar se verificar sintomas

2.3. Psicodinâmica da infertilidade

2.3.1. Estresse agudo

2.3.1.1. mais intenso

2.3.1.1.1. causa o DISTRESS

2.3.2. Abordagem psicológica

2.3.2.1. Psicoterapia

2.3.2.1.1. Tratamento do estresse

2.3.2.1.2. individual

2.3.2.1.3. casal

2.3.2.2. Papel da psicóloga

2.3.2.2.1. promover acolhimento

2.3.2.2.2. facilitadora do processo

2.3.2.2.3. investigar focos de estresse agudo

2.3.2.2.4. Emergentes emocionais

2.3.2.2.5. Realizar orientação

2.3.2.2.6. Promover:

3. 2. Infertilidade: contextualização

3.1. início:

3.1.1. Abandono dos métodos contraceptivos

3.1.2. 1 ano de tentativas sem sucesso

3.2. Quando deve procurar médico?

3.2.1. mais de 35 anos: com antecedentes importantes

3.2.1.1. endometriose

3.2.1.2. após 6m ou 6 ciclos válidos (tentativas consecutivas)

3.2.2. mulheres até 35 anos: após 12m ou 12 ciclos válidos

3.3. Infertilidade conjugal

3.3.1. ausência de gravidez após 1 ano de tentativas sem uso de métodos contraceptivos

3.3.1.1. Primária

3.3.1.1.1. ausência de gestação no histórico de vida da paciente

3.3.1.2. secundária

3.3.1.2.1. registro de 1 gestação anterior, mas hoje idade, parceiro não permite engravidar

3.4. Esterelidade conjugal: causas que impedem a gravidez

3.4.1. Menopausa precoce

3.4.2. Laqueadura

3.4.3. vasectomia

3.4.4. útero infantil

3.4.4.1. má-formação que impede o útero de se desenvolver completamente, permanece com tamanho de útero infantil

3.5. Investigação básica/inicial após 1 ano de tentativas sem métodos contraceptivos

3.5.1. Espermograma

3.5.2. Ovulação normal

3.5.2.1. prova de reserva ovariana

3.5.2.1.1. coleta de sangue

3.5.2.1.2. taxas hormonais

3.5.2.1.3. ultrassom

3.5.3. canal reprodutor feminino

3.5.3.1. útero compatível?

3.5.3.2. colo do útero

3.5.3.3. trompas

3.6. Roteiro semiológico:

3.6.1. <30 anos

3.6.1.1. > 2 anos de vida sexual ativa sem métodos contraceptivos

3.6.2. > 30 anos e < 40 anos

3.6.2.1. 1 ano de vida sexual ativa sem métodos contraceptivos

3.6.3. > 40 anos

3.6.3.1. procura de fatores que possam comprometer a fertilidade

3.6.4. independente da idade e do tempo de união se um dos dois (casal) possuir fator impeditivo de contracepção espontânea

3.7. Acima de 35 anos

3.7.1. Não consegue engravidar

3.7.1.1. diminui a quantidade de óvulos durante a vida

3.7.2. fatores pioram

3.7.2.1. beber

3.7.2.2. fumar

3.7.2.3. não se alimentar direito

3.7.2.4. estresse

3.7.2.5. aspectos emocionais

3.8. Mulher do século XXI

3.8.1. Adiam a maternidade

3.8.1.1. vida pessoal

3.8.1.2. profissional

3.8.1.3. buscam relacionamento estável

3.8.1.4. vida acadêmica

3.8.2. optam por

3.8.2.1. congelar óvulos

3.9. Reserva ovariana

3.9.1. Inicia queda aproximadamente aos 33 anos

3.9.2. Relógio biológico

3.9.2.1. altera a qualidade dos ovócitos

3.9.2.1.1. maior número de abortos

3.9.2.2. dificuldade em conceber mais cromossomos

3.10. Reprodução assistida

3.10.1. Formas do casal de reproduzir

3.10.1.1. Coito programado

3.10.1.1.1. Estimulação através de hormônios: feito um controle da ovulação realizada por ultrassom

3.10.1.1.2. relação sexual ocorre no dia que o médico indicar

3.10.1.1.3. Saúde mental

3.10.1.1.4. Baixa complexidade

3.10.1.1.5. Baixo custo

3.10.1.2. Inseminação

3.10.1.2.1. Sêmen é colocado no útero

3.10.1.3. Fertilização In vitro (FIV)

3.10.1.3.1. Baixa chances de haver sucesso

3.10.1.3.2. Etapas

3.10.1.3.3. Alto custo

3.10.1.4. Barriga solidária

3.10.1.4.1. Proibido pagar

3.10.1.4.2. precisa ser da família até 4 grau

3.10.1.4.3. receios

4. 4. Luto

4.1. Pode acontecer alguma/algumas perda (s) gestacional (is) durante o processo de tentativas

4.1.1. mulher pode já ter vivenciado uma ou mais perdas gestacionais

4.1.2. a mulher pode estar vivenciando alguma perda durante as tentativas

4.1.3. mulher pode vir a sofrer alguma perda gestacional

4.2. Luto não sancionado

4.2.1. amor só de dá pela formação de vínculo afetivo

4.2.1.1. toda a expectativa, preparação não é considerada

4.3. Tentativas e gravidez de risco

4.3.1. ideias, sonhos, idealizações

4.3.1.1. gravidez anembrionária

4.3.1.2. síndromes incompatíveis com a vida

4.3.1.2.1. decisão de aborto, após tentativas

4.3.1.3. multiplas síndromes congênitas

4.3.1.4. anencefalias

4.4. Gravidez após luto não vivido

4.4.1. Querer outro filho para curar a perda ou preencher o lugar/vazio

4.5. Rituais

4.5.1. Escrita

4.5.2. caixa de memórias

4.5.3. plantar uma árvore

4.5.4. acender vela

4.5.4.1. incluir parceiro nos rituais se for desejo da mulher

4.5.5. fazer um velório

4.5.6. ter um espaço de conexão

4.5.7. desfazer do quartinho