1. TROMBOEMBÓLIOCOS
1.1. Ocorrem na presença de coágulos sanguíneos formando trombos que podem migrar e bloquear todo o fluxo sanguíneo em outras áreas do corpo, gerando o embolismo.
2. CONSEQUÊNCIAS
2.1. TROMBOSE VENOSA PROFUNDA - TVP
2.1.1. formação de coágulos, geralmente, nas veias profundas das pernas, que podem se deslocar até os pulmões, causando uma embolia pulmonar.
3. CAUSAS
3.1. Estase sanguínea: fluxo sanguíneo é lento ou interrompido.
3.1.1. Ex: acontece mais com pessoas sedentárias ou imobilizadas por muito tempo.
4. Hipercoagulabilidade: dependendo da condição, como mutações genéticas ou distúrbios já adquiridos, podem aumentar a tendência à formação de coagulos.
5. Lesão endotelial: danos ao revestimento interno dos vasos sanguíneos podem desencadear a formação de trombros, semelhantes a aterosclerose.
5.1. Aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias.
6. Extra: coágulos podem ser formados tanto em artérias podendo gerar uma trombose arterial ou também nas veias, um trombose venosa.
7. EMBOLIA ARTERIAL
8. quando um trombro desloca-se e bloqueia uma artéria, há possibilidade de interromper o fluxo sanguíneo para os órgão vitais, coração, cérebro e causar um ataque cardíaco ou AVC.
9. ISQUEMIA
10. CONSEQUÊNCIAS
10.1. Necrose: caso o fluxo do sangue não seja restaurado, as células privada de oxigênio começaram a morrer, resultando em uma necrose tecidual.
10.1.1. Danos funcionais: danos que podem perpetuar a outros órgão ou tecidos isquêmicos perdendo ao poucos suas capacidade de funcionamento, o que pode levar a manifestações clínicas dependendo das áreas afetadas.
10.1.1.1. Ex: insuficiência cardíaca ou AVC.
11. CAUSAS
11.1. Obstrução dos vasos sanguíneos: estreitamento do diâmetro dos vasos, associada a aterosclerose.
12. Embolias/Espasmos vasculares: deslocamento de coágulos.
13. Condição na qual há uma redução ou interrupção do fornecimento sanguíneo pra um sistema do corpo, onde resulta na falta de oxigênio e nutrientes essenciais para as células.
14. TIPOS
14.1. Aguda: forma repentina e grave, envolvendo infartos, demonstrando um interruplção brusca do fluxo sanguíneo.
15. Crônica: desenvolvimento de modo gradual, muito associada a doenças arteriais, como a angina que seria uma dor no peito devido à redução do fluxo sanguíneo para o coração.
16. INFARTO
16.1. Infarto Pulmonar: nos pulmões onde é causado por uma embolia pulmonar, quando um coágulo de sangue que, por vezes, proveniente de um trombose venenosa profunda que bloqueia uma artéria pulmonar impedindo o sangue alcançar as devidas parte acontecendo a morte de tecido pulmonar.
16.1.1. Infarto Renal: interrupção do fluxo de sangue que para os rins, devido uma embolia ou trombose nas artérias renais, levando à necrose no tecido renal.
16.1.1.1. Pode resultar em dores lombres, hematúria que seria sangue na urina, disfunção renal.
17. TIPOS
17.1. Infarto do Miocárdio ( Ataque Cardíaco): obstrução das artérias cronárias que irrigam o coração, ocasionado pelo acúmulo de placas de gordura ou trombose.
17.1.1. STEMI: um bloqueio completo de um artéria cronária resultante de um infarto transmural no ECG, como elevação do segmente ST.
17.1.1.1. NSTEMI: bloqueio parcial ou com área de necrose menor, não há elevação significativa do segmento ST no ECG, menos grave que o STEMI, mas ainda tem seu teor de periculosidade.
17.1.1.1.1. Silenciosos: ocorre sem sintomas evidentes, por vezes, em pessoas com diabetes ou idosos, podendo ser detectado via exames de rotina.
18. Infarto Intestinal (Isquemia Mesentérica): morte de parte do tecido do intestino, causada por interrupção do fluxo sanguíneo nas artérias mesentéricas que irrigam o intestino.
18.1. Suas causas estão atreladas à trombose, embolia ou vaso constrição, sendo o tipo de infarto que é uma emergência médica, pois pode levar à perfuração intestinal e sepse.
18.1.1. Infarto Esplênico: interrupção sanguínea para o baço, devido a embolia ou trombose.
18.1.1.1. Sendo o menos comum e pode ser assintomático ou sintomático, causando dores abdominais no quadrante superior esquerdo.
18.1.1.1.1. Infarto Ósseo (Necrose Avascular): infarto acometido quando o fornecimento de sangue para os ossos é interrompido, levando à morte de células ósseas.
19. Infarto Cerebral (AVC - Isquêmico): obstrução arterial que alimenta uma área cerebral, gerando morte de tecido cerebral podendo ser causado por um trombo local ou êmbolo (coágulo) deslocado de outra parte do corpo.
20. Infarto Lacunar: pequenos e profundo infartos em artérias menores do cérebro, relacionados à hipertensão.
20.1. Infarto Cortical: acometido em áreas superficiais do cérebro, sendo causado por obstrução de artérias maiores.
20.1.1. AVC Aerotrombótico: relacionado à aterosclerose e formação de trombos nas artérias cerebrais.
20.1.1.1. AVC Cardioembólico: causado por êmbolos provenientes do coração, como em casos de fibrilaçãoa atrial.
21. É a morte de tecido, necrose, devido à isquemia prolongada.
21.1. A isquemia severa e sustentada priva as células de oxigênio e nutrientes, levando-as à necrose do tecido afetado.
21.1.1. Apesar do infarte ser relacionado com o coração e o cérebro, há outros órgão que podem infartar.
21.1.1.1. Ex: Intestino e Aorta abdominal.
22. INTERRELAÇÕES
22.1. Todos esses processos estão interligados, afinal de contar um distúrbio tromboembólico pode causar isquemia ao bloquear o fluxo sanguíneo que pode levar a um infarto caso a isquemia for prolongada.
22.1.1. Caso haja aterosclerosa, ela irá contribuir para a formação de trombos, que são uma das causas da maioria dos infartos e episódios isqueêmicos, tanto em artérias cronárias quanto em artérias cerebrais.