Infraestrutura Financeira e Monetização em ERPs e Fintechs

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Infraestrutura Financeira e Monetização em ERPs e Fintechs por Mind Map: Infraestrutura Financeira e Monetização em ERPs e Fintechs

1. 1️⃣ Infraestrutura Financeira

1.1. Adquirente (Acquirer)

1.1.1. Instituição financeira autorizada a processar pagamentos, como Cielo, Rede e Stone.

1.1.2. Atua como intermediário entre o lojista e as bandeiras de cartão, garantindo a realização das transações.

1.2. Subadquirente

1.2.1. Intermediário que gerencia pagamentos entre lojistas e adquirentes, sem necessidade de licença própria.

1.2.2. Facilita a operação de pequenos comerciantes que não têm acesso direto aos adquirentes.

1.3. Whitelabel

1.3.1. Plataforma de pagamento personalizada para ERPs, permitindo que empresas ofereçam soluções de pagamento sem infraestrutura própria.

1.3.2. Proporciona uma experiência de marca consistente para os usuários finais.

1.4. Gateway de Pagamento

1.4.1. Tecnologia que conecta lojistas, ERPs e adquirentes, processando transações de forma segura e ágil.

1.4.2. Garante a segurança dos dados e a eficiência nas transações financeiras.

1.5. Marketplace do Marketplace

1.5.1. Modelo em que um marketplace hospeda outros marketplaces, ampliando a rede de vendedores.

1.5.2. Permite a diversificação de produtos e serviços oferecidos aos consumidores.

2. 2️⃣ Integração e Monetização

2.1. Take Rate

2.1.1. Percentual cobrado sobre cada transação processada, que representa a receita do marketplace ou da plataforma.

2.1.2. Essencial para a sustentabilidade financeira de plataformas que operam com múltiplos vendedores.

2.2. Split de Pagamento

2.2.1. Divisão automática de valores entre múltiplos recebedores, utilizado especialmente em marketplaces.

2.2.2. Facilita a gestão financeira e a transparência nas transações entre diferentes partes.

2.3. CaaS (Credit as a Service)

2.3.1. Modelo que permite que ERPs ofereçam crédito sem necessidade de estrutura regulatória própria.

2.3.2. Proporciona uma nova fonte de receita e valor agregado aos clientes.

2.4. FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios)

2.4.1. Fundo utilizado para antecipação de recebíveis e financiamento de operações.

2.4.2. Permite que empresas tenham acesso a liquidez imediata, melhorando seu fluxo de caixa.

3. 3️⃣ Expansão de Serviços

3.1. Integração de Crédito e Pagamentos

3.1.1. Possibilidade de oferecer linhas de crédito diretamente dentro do ERP, facilitando o acesso ao crédito.

3.1.2. Integração nativa de meios de pagamento como PIX, boletos e cartões de crédito/débito.

3.2. Modelos de Receita Recorrente

3.2.1. Cobrança fixa pelo acesso ao sistema financeiro do ERP, garantindo uma receita previsível.

3.2.2. Monetização sobre transações, onde um percentual é cobrado a cada pagamento processado.

3.3. Automação e Escala

3.3.1. APIs abertas que facilitam a integração com parceiros e escalabilidade da solução.

3.3.2. Autofinanciamento via volume transacionado, utilizando o fluxo de pagamentos para financiar o crescimento.

3.4. Expansão via Marketplaces B2B e SaaS

3.4.1. Possibilita a adoção da solução por grandes redes de empresas, aumentando a base de clientes.

3.4.2. Cria oportunidades de cross-selling e upselling dentro do ecossistema.

4. 4️⃣ Futuro e Tendências

4.1. Drex e o Ecossistema Tokenizado

4.1.1. Cenário em 2025 com pagamentos programáveis, onde a liberação de valores pode depender de condições específicas.

4.1.2. Adoção de CBDCs (moedas digitais de bancos centrais) que promovem a interoperabilidade entre diferentes sistemas financeiros.

4.2. Regulamentação de Criptoativos

4.2.1. A Lei 14.478/22 no Brasil estabelece regras para a classificação de criptomoedas e regulamentação de exchanges.

4.2.2. A regulamentação busca aumentar a segurança e a confiança no uso de criptoativos.

4.3. Integração Global via ISO 20022

4.3.1. Padrão global para mensagens financeiras que impacta transações internacionais, promovendo eficiência.

4.3.2. Facilita a comunicação entre diferentes sistemas financeiros, especialmente em remessas.

4.4. Inovações Emergentes

4.4.1. Adoção de smart contracts para automatizar processos financeiros, como pagamentos condicionais.

4.4.2. Crescimento do DeFi (finanças descentralizadas) que oferece serviços financeiros sem intermediários, aumentando a acessibilidade.

5. 5️⃣ Glossário Relacionado

5.1. Termos Técnicos

5.1.1. EC (Estabelecimento Comercial): Empresas que aceitam pagamentos via adquirente ou subadquirente.

5.1.2. PSP (Payment Service Provider): Prestador de serviços de pagamento responsável pelo processamento de transações.

5.1.3. MCC (Merchant Category Code): Código que identifica o tipo de negócio para adquirentes e bandeiras.

5.1.4. TPV (Total Payment Volume): Volume total de pagamentos processados por uma empresa em determinado período.

5.2. Conceitos Financeiros

5.2.1. Liquidação Financeira: Processo de transferência de valores entre bancos e adquirentes para finalizar uma transação.

5.2.2. Float: Período entre a realização de uma transação e a disponibilização dos fundos, que pode ser utilizado para gerar receita.

5.2.3. Chargeback: Contestação de uma transação por parte do cliente, resultando no estorno do pagamento ao consumidor.

5.3. Segurança e Compliance

5.3.1. PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard): Padrão de segurança para proteger dados de cartões de pagamento.

5.3.2. KYC (Know Your Customer): Processo de verificação de identidade para compliance e prevenção de fraudes.

5.3.3. AML (Anti-Money Laundering): Medidas para prevenir lavagem de dinheiro e atividades financeiras ilícitas.

5.4. Modelos de Negócio

5.4.1. Factoring: Venda de recebíveis a terceiros para antecipação de recursos.

5.4.2. Securitização: Processo de transformar ativos financeiros em títulos negociáveis no mercado.

5.4.3. Working Capital (Capital de Giro): Recursos financeiros necessários para manter as operações do negócio em funcionamento.