Nkenda Teologia de Umbanda

🌿 Nkenda – Curso de Teologia de Umbanda 🌿 Mentoria e Orientação para Adeptos da Umbanda Você já sentiu que tem muito mais para aprender sobre a Umbanda, seus ritos e seus fundamentos? Já se perguntou sobre o significado das giras, das firmezas, das oferendas e da relação com os guias e ancestrais? O Nkenda é o nosso curso de teologia de Umbanda, feito para quem quer entender a religião de verdade! Aqui, você vai aprender sobre os contextos afro-indígenas que formam a Umbanda, os fundamentos ...

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Nkenda Teologia de Umbanda por Mind Map: Nkenda Teologia de Umbanda

1. Nkenda

1.1. O que é Nkenda

1.2. Metodologia

1.3. O que é Religião?

1.4. Religião e Religiosidade

1.5. As quatro correntes influenciadoras

1.6. Kikongo e Kimbundo

1.7. Origem da palavra Umbanda

1.8. O que é Umbanda?

1.9. O que Não é Umbanda?

1.10. O que é Teologia de Umbanda?

1.11. Por que devemos estudar a Umbanda?

2. Umbanda

2.1. Sincretismo

2.1.1. Associação entre Santos Católicos e Orixás

2.1.2. Rituais que Evidenciam a Fusão

2.2. Influências

2.2.1. Indígena e Pajelança

2.2.2. Bantu

2.2.2.1. Diáspora

2.2.2.2. Rotas da escravidão

2.2.2.2.1. As quatro principais rotas

2.2.3. Calundus

2.2.4. Catimbó / Jurema Sagrada

2.2.5. Cabula

2.2.6. Casas de Candomblé

2.2.7. Macumba Carioca

2.2.8. Candomblés

2.2.8.1. Os Candomblés de Nação Angola, Congo e Muxicongo

2.2.8.2. Os Candomblés de Nação Ketu, Efã e Ijexá

2.2.8.3. Os Candomblés de Nação Jeje-Fon e Jeje-Mahin

2.2.9. Espiritismo Kardecista

2.2.10. Karma e Dharma

2.2.11. Chakras

2.2.12. Evolução dos Guias

2.3. Antes da Termo Umbanda

2.3.1. 1742

2.3.1.1. Luzia Pinta (MG)

2.3.2. 1833

2.3.2.1. Práticas de iniciação, e o uso ritualístico de substâncias como a pólvora, como de origem banto. O movimento segundo as correspondências senhoriais fora denominado de ubanda

2.3.3. 1835

2.3.3.1. A Revolta dos Malês

2.3.4. 1854

2.3.4.1. José Cabinda, Pai Gavião (SP)

2.3.5. 1870

2.3.5.1. Juca Rosa (RJ)

2.4. Umbanda, Candomblés e Espiritismo

2.5. Marcos Históricos

2.5.1. 1560-1580

2.5.2. 1685

2.5.3. 1830

2.5.4. 1898

2.5.5. 1904

2.5.6. 1908

2.5.7. 1918

2.5.8. 1920

2.5.9. 1924

2.5.10. 1926

2.5.11. 1929

2.5.12. 1932

2.5.13. 1936

2.5.14. 1939

2.5.15. 1940

2.5.16. 1941

2.5.17. 1942

2.5.18. 1944

2.5.19. 1945

2.5.20. 1949

2.5.21. 1950

2.5.22. 1952

2.5.23. 1956

2.5.24. 1960

2.5.25. 1961

2.5.26. 1970

2.5.27. 1971

2.5.28. 1972

2.5.29. 1973

2.5.30. 1976

2.5.31. 1977

2.5.32. 1978

2.5.33. 1980

2.5.34. 1986

2.5.35. 1990

2.5.36. 1993

2.5.37. 1999

2.5.38. 2007

2.5.39. 2010

2.5.40. 2018

2.5.41. 2023

2.5.42. 2024

2.5.43. 2025

2.6. Caboclo das 7 Encruzilhadas

2.6.1. 14 de novembro de 1908

2.6.2. 15 de novembro de 1908

2.6.3. 16 de novembro de 1908

2.7. Origem do Nome Umbanda

2.8. Hino da Umbanda

2.9. Vertentes / Escolas de Umbanda

2.9.1. Umbanda Tradicional

2.9.1.1. Umbanda Popular

2.9.1.2. Umbanda Cruzada

2.9.1.3. Umbanda Mística

2.9.1.4. Umbandização das casas de Macumba

2.9.1.4.1. conjunto de práticas místicas e religiosas

2.9.1.4.2. Bezimento, simpatias, cristias, incensos, patuás, ervas

2.9.1.4.3. aceita uso de roupas coloridas

2.9.1.4.4. aceita chapéus, capas, cocares

2.9.1.4.5. guias, imagens, fimo, defumadores, velas, bebbidas, atabaques

2.9.1.5. Literatura de Referência

2.9.1.5.1. Não definido

2.9.2. Umbanda Cristã e Brasileira

2.9.2.1. Alabanda

2.9.2.2. 1908

2.9.2.3. Zélio Fernandino de Morais

2.9.2.4. Umbanda de Mesa Branca

2.9.2.5. Umbanda de Cáritas

2.9.2.6. Literatura de Referência

2.9.2.6.1. Livro dos médiuns

2.9.2.6.2. Livro dos espíritos

2.9.2.6.3. O evangelho segundo o espiritismo

2.9.2.6.4. Bíblia

2.9.3. Umbanda Mirim

2.9.3.1. 1924

2.9.3.2. Tenda Mirim

2.9.3.3. Benjamin Gonçalves Figueiredo

2.9.3.4. Caboclo Mirim

2.9.3.5. Umbanda de Mesa Branca

2.9.3.6. Umbanda Branca

2.9.3.7. Escola da Vida

2.9.3.8. Umbanda de Cáritas

2.9.3.9. 1952

2.9.3.10. Primado de Umbanda

2.9.3.11. Iniciática

2.9.3.12. Literatura de Referência

2.9.3.12.1. Livro dos médiuns

2.9.3.12.2. Livro dos espíritos

2.9.3.12.3. O evangelho segundo o espiritismo

2.9.3.12.4. Okê, Cabolco

2.9.4. Umbanda Branca

2.9.4.1. 1933

2.9.4.2. Leal de Souza

2.9.4.3. Umbanda de Mesa Branca

2.9.4.4. Umbanda de Cáritas

2.9.4.5. Literatura de Referência

2.9.4.5.1. Livro dos médiuns

2.9.4.5.2. Livro dos espíritos

2.9.4.5.3. O evangelho segundo o espiritismo

2.9.4.5.4. O espiritismo, a magia e as setes linhas de umbanda

2.9.5. Umbanda Pura

2.9.5.1. 1941

2.9.6. Umbanda Eclética Maior

2.9.6.1. 1946

2.9.6.2. Oceano de Sá

2.9.6.3. Mestre Yokaanam

2.9.6.4. Fraternidade Eclética Espiritualista Universal

2.9.6.5. Orixás fora do panteão Africano

2.9.6.6. sem atabaque, fumo ou bebida

2.9.6.7. vestimenta própria

2.9.6.7.1. Literatura de Referência

2.9.7. Umbanda Omolocô

2.9.7.1. 1950

2.9.7.2. Tata Tancredo

2.9.7.3. Umbanda Traçada

2.9.7.4. Umbanda Mista

2.9.7.5. Umbandomblé

2.9.7.6. Literatura de Referência

2.9.7.6.1. Umbanda Omolocô

2.9.7.6.2. A origem da Umbanda

2.9.7.6.3. As mirongas da Umbanda

2.9.7.6.4. Cabala Umbandista

2.9.7.6.5. Camba de Umbanda

2.9.7.6.6. Doutrina e ritual de Umbanda

2.9.7.6.7. Fundamentos da Umbanda

2.9.7.6.8. Impressionantes cerimônias de UmbandaTecnologia ocultista de Umbanda no Brasil

2.9.7.6.9. Umbanda: guia e ritual oara organização de terreiros

2.9.7.7. Iniciática

2.9.8. Umbanda Almas e Angola

2.9.8.1. Umbanda Traçada

2.9.8.2. Umbandização das casa de Almas e Angola

2.9.8.2.1. aceita uso de roupas coloridas

2.9.8.2.2. guias, imagens, fimo, defumadores, velas, bebbidas, atabaques

2.9.8.3. Literatura de Referência

2.9.8.3.1. Não definido

2.9.9. Umbanda Esotérica

2.9.9.1. 1956

2.9.9.2. Aumbhandã

2.9.9.3. Conjunto de Leis Divinas

2.9.9.4. Senhora da Luz Velada

2.9.9.5. Umbanda de Pai Guiné

2.9.9.6. W.W.W. da Mata e Silva

2.9.9.7. Mestre Yapacani

2.9.9.8. Escola Iniciática Umbandista

2.9.9.9. Literatura de Referência

2.9.9.9.1. Umbanda de todos nós

2.9.9.9.2. outros 8 livros de Mata e Silva

2.9.9.10. Teosofia, Astrologia, Cabala escolas ocultistas

2.9.9.11. Orixás reinterpretados, sem vinculo africano

2.9.10. Umbandaime

2.9.10.1. 1980

2.9.10.2. Raimundo Irineu Serra

2.9.11. Umbanda Sagrada

2.9.11.1. 1995

2.9.11.2. Rubens Saraceni

2.9.12. Umbanda de Caboclo

2.9.13. Umbanda Kardecista

2.9.13.1. Não cultua Orixás

2.9.13.2. Literatura de Referência

2.9.13.2.1. Livro dos médiuns

2.9.13.2.2. Livro dos espíritos

2.9.13.2.3. O evangelho segundo o espiritismo

2.9.13.2.4. O céu e o inferno

2.9.13.2.5. A gênese

2.9.14. Umbanda Guaracyana

2.9.15. Umbanda dos Sete Raios

2.10. Formação Teológica

2.11. Seus próprios fundamentos

2.12. Religião e Política

3. Teogonia e Cosmologia

3.1. Conceito Cosmogonia

3.2. Conceito Teogonia

3.3. Mitos Cosmogônicos

3.3.1. Grego

3.3.2. Cristão

3.3.3. Indígena

3.3.4. Bakongo

3.3.5. Iorubás

3.3.6. Bantú

3.4. Teogonia e Cosmologia Umbandista

3.5. Orum e Aiyê

3.6. O Número 7 nas religiões

4. Orixás

4.1. Itáns

4.2. Olorum

4.3. Orí Xá

4.4. Irradiações

4.5. Orixás Cultuados

4.5.1. Oxalá

4.5.2. Ogum

4.5.3. Oxóssi

4.5.4. Xangô

4.5.5. Obaluaiê

4.5.6. Omulú

4.5.7. Ibeji

4.5.8. Oxumaré

4.5.9. Exu

4.5.10. Iemanjá

4.5.11. Oxum

4.5.12. Iansã

4.5.13. Obá

4.5.14. Nanã

4.6. Calendário de Associação dos Orixás aos Dias da Semana

4.7. Orixás Não Cultuados

4.7.1. Ossain

4.7.2. Logun Edé

4.7.3. Iroko

4.7.4. Ewá

4.7.5. Logunã

4.7.6. Egunitá / Oroiná

4.7.7. Ikú

4.7.8. Tempo

4.8. Elementais

4.9. Orí

4.10. Coroa Mediúnica

5. Linhas de Trabalho

5.1. Arquétipos de Direita

5.1.1. Pretos-Velhos

5.1.2. Caboclos

5.1.3. Erês

5.2. Arquétipos de Esquerda

5.2.1. Pombagiras

5.2.2. Exus-Mirins

5.2.3. Exus

5.3. Arquétipos Intermediários

5.3.1. Boiadeiros

5.3.2. Baianos

5.3.3. Marinheiros

5.3.4. Ciganos

5.3.5. Malandros

6. Mediunidade

6.1. Mediunidade na Umbanda

6.1.1. Somos todos Médiuns?

6.1.2. O Médium na Umbanda

6.1.3. Consciência Mediúnica

6.1.3.1. Inconsciente

6.1.3.2. Semiconsciente

6.1.3.3. Consciente

6.2. Desafios e Armadilhas

6.2.1. Animismo

6.2.2. Mistificação

6.2.3. Ética Mediúnica e Responsabilidade

6.2.4. Saúde Mental e Mediunidade

6.2.4.1. Diferença entre fenômeno espiritual e psicológico

6.2.4.2. Riscos da falta de discernimento

6.3. Tipos de Mediunidade

6.3.1. Incorporação

6.3.1.1. Transporte

6.3.2. Sensitivos

6.3.3. Audientes

6.3.4. Falantes

6.3.5. Videntes

6.3.6. Clarividentes

6.3.7. Curadores

6.3.8. Efeito Físico

6.3.9. Escreventes

6.3.10. Pintores / Desenhistas

6.4. Educação e Disciplina

6.4.1. Continuidade: é para a vida toda?

6.4.2. Mediunidade Doméstica

6.4.3. Preceito (cuidado antes e depois dos trabalhos)

6.4.4. Sexualidade Espiritual

6.5. Caminho e Destino do Médium

6.5.1. Mediunidade e Orixás

6.5.2. Evolução e Regressão

6.5.3. Vida de Médium

6.5.3.1. Desafios cotidianos

6.5.3.2. Perseverança

6.6. Desenvolvimento Mediúnico?

6.7. Assumir o Próprio Axé

7. Vestimentas

7.1. Roupas

7.2. Fios de Contas

7.3. Toalha

7.4. Pés Descalços

8. Hierarquia e Estrutura do Terreiro de Umbanda

8.1. Firmeza de Velas

8.2. Hierarquia

8.2.1. Dirigente Espiritual

8.2.2. Corpo Mediúnico

8.2.2.1. Curimbeiro

8.2.2.2. Cambone

8.2.2.3. Médiuns Iniciantes

8.2.2.4. Médiuns de Desenvolvimento

8.2.2.5. Médiuns de Trabalho

8.2.2.5.1. Médium de Transporte

8.2.2.5.2. Médium de Tronqueira

8.3. Trocar benção

8.4. Portão

8.5. Tronqueira

8.6. Cruzeiro das Almas

8.7. Porta

8.8. Congá

8.9. Atabaques

8.10. Altar / Pegi

8.10.1. Imagens

8.10.1.1. Ossé

8.10.2. Altar principal

8.10.3. Altares adjacentes

8.11. Recipientes com Água

8.12. Assentamentos e Firmezas

8.12.1. Assentamento de proteção pessoal

8.12.2. Assentamento de proteção coletiva

8.12.3. Assentamento de um ponto de descarga

8.12.4. Assentamento de um ponto radiante

8.12.5. Assentamento de Orixá

8.12.6. Assentamento de guias espirituais da Direita e da Esquerda

9. Gira de Umbanda

9.1. Gira de Umbanda

9.2. Rito e ritual

9.3. Egrégora

9.3.1. A Dinâmica da Egrégora em um Terreiro de Umbanda

9.4. Cruzar o Chão

9.5. Paô

9.6. Bater Cabeça

9.7. Abrir Gira

9.8. Defumação

9.9. Saudar Esquerda

9.10. Saudar Orixás

9.11. Pemba

9.12. Abrir a Jurema

9.13. Decorrer da Gira e os Atendimentos

9.14. Saudar Guias

9.15. Fechar a Jurema

9.16. Fechar Gira

10. Elementos

10.1. Tabaco

10.2. Cachimbo

10.3. Bengala

10.4. Chapéus

10.5. Bebidas

10.5.1. Alcoólicas

10.5.2. Não Alcoólicas

10.6. Punhais

10.7. Pemba

10.7.1. Pilada

10.7.2. Giz

10.8. Pólvora

10.9. Pontos

10.9.1. Ponto Cantado

10.9.2. Ponto Riscado

10.10. Oferendas

10.11. Assovios e Brados

10.12. Estalar de dedos

10.13. Velas

10.14. Determinações Verbais

11. Ritos

11.1. Sacudimentos

11.2. Rituais Fúnebres

11.3. Rituais de passagem e aprimoramento

11.4. Limpezas anuais

11.5. Festas e homenagens aos Orixás

11.6. Ebós

11.6.1. Oferendas

11.6.2. Padês

11.6.3. Sacralização

11.7. Casamento

11.8. Batismo

11.9. Amacis

12. Ervas

12.1. Categorias

12.1.1. Quentes / Agressivas

12.1.2. Mornas / Equilibradoras

12.1.3. Frias / Específicas

12.1.3.1. Femininas

12.1.3.2. Masculinas

12.1.3.3. Calmantes

12.1.3.4. Fortalecedoras da Medinuidade

12.2. Chás

12.3. Banhos

12.3.1. Descarrego

12.3.2. Ritualistico

12.3.3. Energizante

12.3.4. Entidades

12.4. Defumações

12.5. Amacís

12.6. Abôs

13. Cultura

13.1. Capoeira

13.2. Música

13.2.1. Samba

13.2.2. Bossa Nova

13.2.3. Choro

14. Trabalhos Pagos

14.1. Lei de Salva

14.2. Baralho Cigano

14.3. Sacudimento

15. Sugestão de Leituras

15.1. Autores Relevantes

15.1.1. Alexandre Cumino

15.1.2. Aluizio Fontenele

15.1.3. Benjamin Gonçalves Figueiredo

15.1.4. Benjamim Figueiredo

15.1.5. Byron Torres de Freitas

15.1.6. Diamantino Fernandes Trindade

15.1.7. Israel Cysneiros

15.1.8. Leal de Souza

15.1.9. Lourenço Braga

15.1.10. Ney Nery do Reis

15.1.11. Rodrigo Queiroz

15.1.12. Reginaldo Prandi

15.1.13. Roger Feraudy

15.1.14. Ronaldo Linares

15.1.15. Rubens Saraceni

15.1.16. Tancredo da Silva Pinto

15.1.17. W.W.W. da Mata e Silva

16. Vocabulário

17. Planejamento das Aulas

17.1. Aula 01

17.1.1. Tema

17.1.2. Data

17.2. Aula 02

17.2.1. Tema

17.2.2. Data

17.3. Aula 03

17.3.1. Tema

17.3.2. Data

17.4. Aula 04

17.4.1. Tema

17.4.2. Data

17.5. Aula 05

17.5.1. Tema

17.5.2. Data

17.6. Aula 06

17.6.1. Tema

17.6.2. Data

17.7. Aula 07

17.7.1. Tema

17.7.2. Data

17.8. Aula 08

17.8.1. Tema

17.8.2. Data

17.9. Aula 09

17.9.1. Tema

17.9.2. Data

17.10. Aula 10

17.10.1. Tema

17.10.2. Data

17.11. Aula 11

17.11.1. Tema

17.11.2. Data

17.12. Aula 12

17.12.1. Tema

17.12.2. Data

17.13. Aula 13

17.13.1. Tema

17.13.2. Data

18. Presença

18.1. Apostila Completa

18.1.1. 60% presença

18.1.2. 70% nas avaliações

18.2. Certificado

18.2.1. 75% presença

18.2.2. 70% avaliações

19. Avaliações

19.1. Atividades Individuais

19.1.1. Workshop de Padês

19.1.2. Confecção de guia de proteção

19.2. Atividades Coletivas

19.3. Exames modulares

19.4. Exame final

20. NÃO SEI ONDE COLOCAR

21. Os tópicos escritos em Verde, desta forma, já estão completos