1. Nkenda
1.1. O que é Nkenda
1.2. Metodologia
1.3. O que é Religião?
1.4. Religião e Religiosidade
1.5. As quatro correntes influenciadoras
1.6. Kikongo e Kimbundo
1.7. Origem da palavra Umbanda
1.8. O que é Umbanda?
1.9. O que Não é Umbanda?
1.10. O que é Teologia de Umbanda?
1.11. Por que devemos estudar a Umbanda?
2. Umbanda
2.1. Sincretismo
2.1.1. Associação entre Santos Católicos e Orixás
2.1.2. Rituais que Evidenciam a Fusão
2.2. Influências
2.2.1. Indígena e Pajelança
2.2.2. Bantu
2.2.2.1. Diáspora
2.2.2.2. Rotas da escravidão
2.2.2.2.1. As quatro principais rotas
2.2.3. Calundus
2.2.4. Catimbó / Jurema Sagrada
2.2.5. Cabula
2.2.6. Casas de Candomblé
2.2.7. Macumba Carioca
2.2.8. Candomblés
2.2.8.1. Os Candomblés de Nação Angola, Congo e Muxicongo
2.2.8.2. Os Candomblés de Nação Ketu, Efã e Ijexá
2.2.8.3. Os Candomblés de Nação Jeje-Fon e Jeje-Mahin
2.2.9. Espiritismo Kardecista
2.2.10. Karma e Dharma
2.2.11. Chakras
2.2.12. Evolução dos Guias
2.3. Antes da Termo Umbanda
2.3.1. 1742
2.3.1.1. Luzia Pinta (MG)
2.3.2. 1833
2.3.2.1. Práticas de iniciação, e o uso ritualístico de substâncias como a pólvora, como de origem banto. O movimento segundo as correspondências senhoriais fora denominado de ubanda
2.3.3. 1835
2.3.3.1. A Revolta dos Malês
2.3.4. 1854
2.3.4.1. José Cabinda, Pai Gavião (SP)
2.3.5. 1870
2.3.5.1. Juca Rosa (RJ)
2.4. Umbanda, Candomblés e Espiritismo
2.5. Marcos Históricos
2.5.1. 1560-1580
2.5.2. 1685
2.5.3. 1830
2.5.4. 1898
2.5.5. 1904
2.5.6. 1908
2.5.7. 1918
2.5.8. 1920
2.5.9. 1924
2.5.10. 1926
2.5.11. 1929
2.5.12. 1932
2.5.13. 1936
2.5.14. 1939
2.5.15. 1940
2.5.16. 1941
2.5.17. 1942
2.5.18. 1944
2.5.19. 1945
2.5.20. 1949
2.5.21. 1950
2.5.22. 1952
2.5.23. 1956
2.5.24. 1960
2.5.25. 1961
2.5.26. 1970
2.5.27. 1971
2.5.28. 1972
2.5.29. 1973
2.5.30. 1976
2.5.31. 1977
2.5.32. 1978
2.5.33. 1980
2.5.34. 1986
2.5.35. 1990
2.5.36. 1993
2.5.37. 1999
2.5.38. 2007
2.5.39. 2010
2.5.40. 2018
2.5.41. 2023
2.5.42. 2024
2.5.43. 2025
2.6. Caboclo das 7 Encruzilhadas
2.6.1. 14 de novembro de 1908
2.6.2. 15 de novembro de 1908
2.6.3. 16 de novembro de 1908
2.7. Origem do Nome Umbanda
2.8. Hino da Umbanda
2.9. Vertentes / Escolas de Umbanda
2.9.1. Umbanda Tradicional
2.9.1.1. Umbanda Popular
2.9.1.2. Umbanda Cruzada
2.9.1.3. Umbanda Mística
2.9.1.4. Umbandização das casas de Macumba
2.9.1.4.1. conjunto de práticas místicas e religiosas
2.9.1.4.2. Bezimento, simpatias, cristias, incensos, patuás, ervas
2.9.1.4.3. aceita uso de roupas coloridas
2.9.1.4.4. aceita chapéus, capas, cocares
2.9.1.4.5. guias, imagens, fimo, defumadores, velas, bebbidas, atabaques
2.9.1.5. Literatura de Referência
2.9.1.5.1. Não definido
2.9.2. Umbanda Cristã e Brasileira
2.9.2.1. Alabanda
2.9.2.2. 1908
2.9.2.3. Zélio Fernandino de Morais
2.9.2.4. Umbanda de Mesa Branca
2.9.2.5. Umbanda de Cáritas
2.9.2.6. Literatura de Referência
2.9.2.6.1. Livro dos médiuns
2.9.2.6.2. Livro dos espíritos
2.9.2.6.3. O evangelho segundo o espiritismo
2.9.2.6.4. Bíblia
2.9.3. Umbanda Mirim
2.9.3.1. 1924
2.9.3.2. Tenda Mirim
2.9.3.3. Benjamin Gonçalves Figueiredo
2.9.3.4. Caboclo Mirim
2.9.3.5. Umbanda de Mesa Branca
2.9.3.6. Umbanda Branca
2.9.3.7. Escola da Vida
2.9.3.8. Umbanda de Cáritas
2.9.3.9. 1952
2.9.3.10. Primado de Umbanda
2.9.3.11. Iniciática
2.9.3.12. Literatura de Referência
2.9.3.12.1. Livro dos médiuns
2.9.3.12.2. Livro dos espíritos
2.9.3.12.3. O evangelho segundo o espiritismo
2.9.3.12.4. Okê, Cabolco
2.9.4. Umbanda Branca
2.9.4.1. 1933
2.9.4.2. Leal de Souza
2.9.4.3. Umbanda de Mesa Branca
2.9.4.4. Umbanda de Cáritas
2.9.4.5. Literatura de Referência
2.9.4.5.1. Livro dos médiuns
2.9.4.5.2. Livro dos espíritos
2.9.4.5.3. O evangelho segundo o espiritismo
2.9.4.5.4. O espiritismo, a magia e as setes linhas de umbanda
2.9.5. Umbanda Pura
2.9.5.1. 1941
2.9.6. Umbanda Eclética Maior
2.9.6.1. 1946
2.9.6.2. Oceano de Sá
2.9.6.3. Mestre Yokaanam
2.9.6.4. Fraternidade Eclética Espiritualista Universal
2.9.6.5. Orixás fora do panteão Africano
2.9.6.6. sem atabaque, fumo ou bebida
2.9.6.7. vestimenta própria
2.9.6.7.1. Literatura de Referência
2.9.7. Umbanda Omolocô
2.9.7.1. 1950
2.9.7.2. Tata Tancredo
2.9.7.3. Umbanda Traçada
2.9.7.4. Umbanda Mista
2.9.7.5. Umbandomblé
2.9.7.6. Literatura de Referência
2.9.7.6.1. Umbanda Omolocô
2.9.7.6.2. A origem da Umbanda
2.9.7.6.3. As mirongas da Umbanda
2.9.7.6.4. Cabala Umbandista
2.9.7.6.5. Camba de Umbanda
2.9.7.6.6. Doutrina e ritual de Umbanda
2.9.7.6.7. Fundamentos da Umbanda
2.9.7.6.8. Impressionantes cerimônias de UmbandaTecnologia ocultista de Umbanda no Brasil
2.9.7.6.9. Umbanda: guia e ritual oara organização de terreiros
2.9.7.7. Iniciática
2.9.8. Umbanda Almas e Angola
2.9.8.1. Umbanda Traçada
2.9.8.2. Umbandização das casa de Almas e Angola
2.9.8.2.1. aceita uso de roupas coloridas
2.9.8.2.2. guias, imagens, fimo, defumadores, velas, bebbidas, atabaques
2.9.8.3. Literatura de Referência
2.9.8.3.1. Não definido
2.9.9. Umbanda Esotérica
2.9.9.1. 1956
2.9.9.2. Aumbhandã
2.9.9.3. Conjunto de Leis Divinas
2.9.9.4. Senhora da Luz Velada
2.9.9.5. Umbanda de Pai Guiné
2.9.9.6. W.W.W. da Mata e Silva
2.9.9.7. Mestre Yapacani
2.9.9.8. Escola Iniciática Umbandista
2.9.9.9. Literatura de Referência
2.9.9.9.1. Umbanda de todos nós
2.9.9.9.2. outros 8 livros de Mata e Silva
2.9.9.10. Teosofia, Astrologia, Cabala escolas ocultistas
2.9.9.11. Orixás reinterpretados, sem vinculo africano
2.9.10. Umbandaime
2.9.10.1. 1980
2.9.10.2. Raimundo Irineu Serra
2.9.11. Umbanda Sagrada
2.9.11.1. 1995
2.9.11.2. Rubens Saraceni
2.9.12. Umbanda de Caboclo
2.9.13. Umbanda Kardecista
2.9.13.1. Não cultua Orixás
2.9.13.2. Literatura de Referência
2.9.13.2.1. Livro dos médiuns
2.9.13.2.2. Livro dos espíritos
2.9.13.2.3. O evangelho segundo o espiritismo
2.9.13.2.4. O céu e o inferno
2.9.13.2.5. A gênese
2.9.14. Umbanda Guaracyana
2.9.15. Umbanda dos Sete Raios
2.10. Formação Teológica
2.11. Seus próprios fundamentos
2.12. Religião e Política
3. Teogonia e Cosmologia
3.1. Conceito Cosmogonia
3.2. Conceito Teogonia
3.3. Mitos Cosmogônicos
3.3.1. Grego
3.3.2. Cristão
3.3.3. Indígena
3.3.4. Bakongo
3.3.5. Iorubás
3.3.6. Bantú
3.4. Teogonia e Cosmologia Umbandista
3.5. Orum e Aiyê
3.6. O Número 7 nas religiões
4. Orixás
4.1. Itáns
4.2. Olorum
4.3. Orí Xá
4.4. Irradiações
4.5. Orixás Cultuados
4.5.1. Oxalá
4.5.2. Ogum
4.5.3. Oxóssi
4.5.4. Xangô
4.5.5. Obaluaiê
4.5.6. Omulú
4.5.7. Ibeji
4.5.8. Oxumaré
4.5.9. Exu
4.5.10. Iemanjá
4.5.11. Oxum
4.5.12. Iansã
4.5.13. Obá
4.5.14. Nanã
4.6. Calendário de Associação dos Orixás aos Dias da Semana
4.7. Orixás Não Cultuados
4.7.1. Ossain
4.7.2. Logun Edé
4.7.3. Iroko
4.7.4. Ewá
4.7.5. Logunã
4.7.6. Egunitá / Oroiná
4.7.7. Ikú
4.7.8. Tempo
4.8. Elementais
4.9. Orí
4.10. Coroa Mediúnica
5. Linhas de Trabalho
5.1. Arquétipos de Direita
5.1.1. Pretos-Velhos
5.1.2. Caboclos
5.1.3. Erês
5.2. Arquétipos de Esquerda
5.2.1. Pombagiras
5.2.2. Exus-Mirins
5.2.3. Exus
5.3. Arquétipos Intermediários
5.3.1. Boiadeiros
5.3.2. Baianos
5.3.3. Marinheiros
5.3.4. Ciganos
5.3.5. Malandros
6. Mediunidade
6.1. Mediunidade na Umbanda
6.1.1. Somos todos Médiuns?
6.1.2. O Médium na Umbanda
6.1.3. Consciência Mediúnica
6.1.3.1. Inconsciente
6.1.3.2. Semiconsciente
6.1.3.3. Consciente
6.2. Desafios e Armadilhas
6.2.1. Animismo
6.2.2. Mistificação
6.2.3. Ética Mediúnica e Responsabilidade
6.2.4. Saúde Mental e Mediunidade
6.2.4.1. Diferença entre fenômeno espiritual e psicológico
6.2.4.2. Riscos da falta de discernimento
6.3. Tipos de Mediunidade
6.3.1. Incorporação
6.3.1.1. Transporte
6.3.2. Sensitivos
6.3.3. Audientes
6.3.4. Falantes
6.3.5. Videntes
6.3.6. Clarividentes
6.3.7. Curadores
6.3.8. Efeito Físico
6.3.9. Escreventes
6.3.10. Pintores / Desenhistas
6.4. Educação e Disciplina
6.4.1. Continuidade: é para a vida toda?
6.4.2. Mediunidade Doméstica
6.4.3. Preceito (cuidado antes e depois dos trabalhos)
6.4.4. Sexualidade Espiritual
6.5. Caminho e Destino do Médium
6.5.1. Mediunidade e Orixás
6.5.2. Evolução e Regressão
6.5.3. Vida de Médium
6.5.3.1. Desafios cotidianos
6.5.3.2. Perseverança
6.6. Desenvolvimento Mediúnico?
6.7. Assumir o Próprio Axé
7. Vestimentas
7.1. Roupas
7.2. Fios de Contas
7.3. Toalha
7.4. Pés Descalços
8. Hierarquia e Estrutura do Terreiro de Umbanda
8.1. Firmeza de Velas
8.2. Hierarquia
8.2.1. Dirigente Espiritual
8.2.2. Corpo Mediúnico
8.2.2.1. Curimbeiro
8.2.2.2. Cambone
8.2.2.3. Médiuns Iniciantes
8.2.2.4. Médiuns de Desenvolvimento
8.2.2.5. Médiuns de Trabalho
8.2.2.5.1. Médium de Transporte
8.2.2.5.2. Médium de Tronqueira
8.3. Trocar benção
8.4. Portão
8.5. Tronqueira
8.6. Cruzeiro das Almas
8.7. Porta
8.8. Congá
8.9. Atabaques
8.10. Altar / Pegi
8.10.1. Imagens
8.10.1.1. Ossé
8.10.2. Altar principal
8.10.3. Altares adjacentes
8.11. Recipientes com Água
8.12. Assentamentos e Firmezas
8.12.1. Assentamento de proteção pessoal
8.12.2. Assentamento de proteção coletiva
8.12.3. Assentamento de um ponto de descarga
8.12.4. Assentamento de um ponto radiante
8.12.5. Assentamento de Orixá
8.12.6. Assentamento de guias espirituais da Direita e da Esquerda
9. Gira de Umbanda
9.1. Gira de Umbanda
9.2. Rito e ritual
9.3. Egrégora
9.3.1. A Dinâmica da Egrégora em um Terreiro de Umbanda
9.4. Cruzar o Chão
9.5. Paô
9.6. Bater Cabeça
9.7. Abrir Gira
9.8. Defumação
9.9. Saudar Esquerda
9.10. Saudar Orixás
9.11. Pemba
9.12. Abrir a Jurema
9.13. Decorrer da Gira e os Atendimentos
9.14. Saudar Guias
9.15. Fechar a Jurema
9.16. Fechar Gira
10. Elementos
10.1. Tabaco
10.2. Cachimbo
10.3. Bengala
10.4. Chapéus
10.5. Bebidas
10.5.1. Alcoólicas
10.5.2. Não Alcoólicas
10.6. Punhais
10.7. Pemba
10.7.1. Pilada
10.7.2. Giz
10.8. Pólvora
10.9. Pontos
10.9.1. Ponto Cantado
10.9.2. Ponto Riscado
10.10. Oferendas
10.11. Assovios e Brados
10.12. Estalar de dedos
10.13. Velas
10.14. Determinações Verbais
11. Ritos
11.1. Sacudimentos
11.2. Rituais Fúnebres
11.3. Rituais de passagem e aprimoramento
11.4. Limpezas anuais
11.5. Festas e homenagens aos Orixás
11.6. Ebós
11.6.1. Oferendas
11.6.2. Padês
11.6.3. Sacralização
11.7. Casamento
11.8. Batismo
11.9. Amacis
12. Ervas
12.1. Categorias
12.1.1. Quentes / Agressivas
12.1.2. Mornas / Equilibradoras
12.1.3. Frias / Específicas
12.1.3.1. Femininas
12.1.3.2. Masculinas
12.1.3.3. Calmantes
12.1.3.4. Fortalecedoras da Medinuidade
12.2. Chás
12.3. Banhos
12.3.1. Descarrego
12.3.2. Ritualistico
12.3.3. Energizante
12.3.4. Entidades
12.4. Defumações
12.5. Amacís
12.6. Abôs
13. Cultura
13.1. Capoeira
13.2. Música
13.2.1. Samba
13.2.2. Bossa Nova
13.2.3. Choro
14. Trabalhos Pagos
14.1. Lei de Salva
14.2. Baralho Cigano
14.3. Sacudimento
15. Sugestão de Leituras
15.1. Autores Relevantes
15.1.1. Alexandre Cumino
15.1.2. Aluizio Fontenele
15.1.3. Benjamin Gonçalves Figueiredo
15.1.4. Benjamim Figueiredo
15.1.5. Byron Torres de Freitas
15.1.6. Diamantino Fernandes Trindade
15.1.7. Israel Cysneiros
15.1.8. Leal de Souza
15.1.9. Lourenço Braga
15.1.10. Ney Nery do Reis
15.1.11. Rodrigo Queiroz
15.1.12. Reginaldo Prandi
15.1.13. Roger Feraudy
15.1.14. Ronaldo Linares
15.1.15. Rubens Saraceni
15.1.16. Tancredo da Silva Pinto
15.1.17. W.W.W. da Mata e Silva
16. Vocabulário
17. Planejamento das Aulas
17.1. Aula 01
17.1.1. Tema
17.1.2. Data
17.2. Aula 02
17.2.1. Tema
17.2.2. Data
17.3. Aula 03
17.3.1. Tema
17.3.2. Data
17.4. Aula 04
17.4.1. Tema
17.4.2. Data
17.5. Aula 05
17.5.1. Tema
17.5.2. Data
17.6. Aula 06
17.6.1. Tema
17.6.2. Data
17.7. Aula 07
17.7.1. Tema
17.7.2. Data
17.8. Aula 08
17.8.1. Tema
17.8.2. Data
17.9. Aula 09
17.9.1. Tema
17.9.2. Data
17.10. Aula 10
17.10.1. Tema
17.10.2. Data
17.11. Aula 11
17.11.1. Tema
17.11.2. Data
17.12. Aula 12
17.12.1. Tema
17.12.2. Data
17.13. Aula 13
17.13.1. Tema
17.13.2. Data
18. Presença
18.1. Apostila Completa
18.1.1. 60% presença
18.1.2. 70% nas avaliações
18.2. Certificado
18.2.1. 75% presença
18.2.2. 70% avaliações
19. Avaliações
19.1. Atividades Individuais
19.1.1. Workshop de Padês
19.1.2. Confecção de guia de proteção