METODOLOGIAS DE ÊXITO

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METODOLOGIAS DE ÊXITO por Mind Map: METODOLOGIAS DE ÊXITO

1. Projeto de Vida

1.1. CENTRALIDADE DO MODELO DE ESCOLA CIDADÃ INTEGRAL

1.2. Objetivo: refletir as múltiplas dimensões da identidade d@s jovens ainda em formação.

1.3. IMPORTANTE: as aulas não se referem, exclusivamente, ao lado profissional, mas à vida em suas dimensões pessoal, social e produtiva.

1.4. Identidade (indivíduo) e realidade (sociedade) = principal condutor para realizar junto ao jovem seus sonhos, desejos e planos

1.5. Refletir melhor sobre o perfil do professor de PV

1.6. Enfrentar o problema do acúmulo de disciplinas da base diverfisicada

1.7. O material é limitado e não contempla todo o ano letivo;

1.8. A interdisciplinaridade precisa ser melhor articulada, pois, muitas vezes, o professor de PV atua sozinho

1.9. Os materiais de PV do fundamental contemplam pouco essa parte.

2. Protagonismo Juvenil

2.1. Desenvolver suas habilidades alinhadas às 10 competências gerais da BNCC

2.2. Estudantes serão acompanhados pelos professores

2.3. Encontros educativos e encontros de mentoria

2.4. Perfil do professor: espírito juvenil, atenção às questões gerais juvenis, criatividade e inovação

3. Tutoria

3.1. Um professor responsável para 1ª e 2ª série

3.2. Alinhada com pedagogia da presença, tutoria e projeto de vida

3.3. Ficha de tutoria

4. Colabore e Inove

4.1. Traça um paralelo entre educação escolar, educação para a vida e mundo do trabalho

4.2. Habilidades fundamentais: criatividade, trabalho coletivo, autonomia e confiança

4.3. Os professores trabalham com eixos temáticos e metodologias ativas

4.4. Espaço para os professores engajarem os estudantes em programas da Rede

5. Pré-Médio

5.1. 9º ano

5.2. Fortalecer o foco no PV

5.3. Material próprio norteador

5.4. Transformações que enfrentarão no EM

5.5. Vivência com componentes da BNCC do EM (redação, literatura, gramática)

5.6. Rodas de conversa assuntos atuais (ex alunos universitários e profissionais)

5.7. CP acompanha o andamento

5.8. Reuniões semanais com ata

5.9. Acompanhamento GPS

6. Pós Médio

6.1. 3º ano EM

6.2. Oportuniza um diálogo referente a área escolhida e outras possibilidades para o mercado de trabalho

6.3. Professor: acompanhar os estudantes nessa reflexão e decisão apoiando-os(as) na construção do seu próprio marco lógico e levando-os(as) a pensar sobre o fato de que talvez tenham preferências por alguma área, mas também considerar formas de prover seu sustento

6.4. Plano de Ação: revisitar esse material, construído na 2ª série do EM

7. Estudo orientado

7.1. Apresentar diversas formas de estudo a fim de desenvolver autonomia para que o estudante identifique seu perfil de aprendizagem

7.2. O estudante adota a postura de pesquisador, elaborador e questionador (pode assumir a função de monitor das disciplinas)

7.3. Pontos críticos: material muito limitado

8. Eletiva

8.1. Desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem em espaços diferenciados dentro e fora da Escola. Dificuldade de conseguir isso.

8.2. Eletivas considerando o Projeto de Vida dos estudantes e propostas pelos estudantes.

8.3. Enriquecimento do repertório cultural.

8.4. Tendo turmas de base técnica e turmas da base diversificada, é complexo conseguir os 30% de disciplinas da base técnica.

8.5. Número de professores insuficiente.

8.6. Separação entre eletivas pra 6º, 7º e 8º anos e o 9º ano junto ao médio.

8.7. Como há o objetivo de assegurar a integralização entre a Parte Diversificada e a Base Comum e Base Técnica, recomenda-se que o desenvolvimento dos estudantes nas Eletivas deva, de alguma forma, ser considerado na avaliação das disciplinas da BNCC e BT, a partir de atitudes, habilidades, competências e ampliação dos seus conhecimentos.

8.8. Analisar as eletivas na base técnica sem conhecer as disciplinas, os profissionais da base técnica é um problema.

9. Propulsão

9.1. Dificuldade envolvendo o material de propulsão, chegada do material e organização desse material considerando as turmas;

9.2. Propulsão para ciências da Natureza, quinzenalmente, dentro da carga da disciplina;

9.3. Painel digital para acompanhando do projeto de Propulsão;

9.4. Articulação entre todas as disciplinas no processo de propulsão;

10. Práticas Experimentais

10.1. Oferecer experimentação referente ao conhecimento teórico

10.2. Contribuir com o desenvolvimento de habilidades em resolver situações problemas

10.3. SHAPE

10.3.1. - Entender o mundo - Contar história de pessoas - Cultura

10.3.2. Promoção de saúde e bem-estar, benefício de todos

10.3.3. Como desenvolver o SHAPE? Projetos sociais e interdisciplinares; Arte em Cena

11. Avaliação semanal

11.1. Avaliar os resultados do conhecimento adquirido pelos estudantes

11.2. Avaliar o processo de ensino-aprendizagem

11.3. Redimensionar o fazer pedagógico

11.4. À Coordenação Pedagógica e à Coordenação de Área, cabem realizar o levantamento dos resultados junto aos professores, e gerar uma planilha de acompanhamento de resultados da Avaliação Semanal.

11.5. Extensão do Estudo Orientado

12. Simulado

12.1. O resultado do simulado deve ser uma amostra daquilo que se deve aprofundar, onde deve ser dedicada maior atenção.

12.2. Familiarizar o aluno com o tipo de prova de avaliações externas

12.3. Regras da avaliação seguindo o ENEM

12.4. O simulado não deve gerar nota de avaliação, visto que os nossos objetivos são outros que vão além da avaliação, porém, é importante citar a necessidade de corrigir as questões de cada disciplina e socializá-las em sala de aula.

12.5. A base técnica não deve estar no simulado