Tratamento da informação

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Tratamento da informação por Mind Map: Tratamento da informação

1. Sistemas de classificação: CDU

1.1. Objetivo

1.1.1. Compilar o Repertório Bibliográfico Universal, com o objetivo de criar um índice classificado que abrangeria todas as informações publicadas no mundo.

1.2. Diferenças entre CDD e CDU

1.2.1. A CDD e CDU, se diferenciam primeiramente na notação, que facilita a localização dos assuntos nas tabelas de classificação. A CDD possui uma notação pura, utiliza apenas números arábicos, o ponto serve apenas para facilitar a leitura. Já na CDU, a notação é mista, pois utiliza sinais, símbolos, números decimais, sinais gráficos e letras. Outra diferença básica entre as duas classificações está na estrutura física, a CDD possui quatro volumes e um guia prático, enquanto a CDU possui apenas dois volumes, sendo um deles o índice sistemático.

1.3. Caracteristicas gerais

1.3.1. divisão

1.3.1.1. COORDENADA

1.3.1.2. SUBORDINADA

1.3.1.3. SUPERORDENADA

1.3.1.3.1. A extensão em que o sistema nos permite ser precisos ao especificarmos o assunto de um documento em que estejamos processando.

1.3.2. Estrutura decimal

1.3.2.1. Cada uma das 10 classes principais pode ser subdividida em 10 subclasses mais específicas.

1.4. Criadores

1.4.1. Paul Otlet nasceu em Bruxelas, na Bélgica, em 1868 e faleceu em 1944, considerado por muitos como o Pai da Documentação. Otlet foi empresário, advogado, ativista da paz e focou suas análises no campo da “documentação”.

1.4.1.1. Paul Otlet tinha o objetivo ( sonho) de oferecer um indice de assunto RBU que permitiria ir por assunto ás especificidade do conhecimento; tinha a ideia de que era importante para ele conhecer o outro ( seus direitos e diferenças, com o intuito de obter a paz mundial.

1.4.2. Henri de La Fontaine advogado, professor de direito internacional, ativista pela paz internacional, primeiro socialista a receber o Nobel da Paz (1913), autor de vários manuais sobre legislação.

1.5. Definição

1.5.1. È um sistema de classificação bibliografico

1.5.2. È um tipo de linguagem de indexação

1.5.3. Dividido por categorias epistemológicas

1.6. Estrutura fisica

1.6.1. Composta por 2 volumes

1.6.1.1. constituído pelo Índice;

1.6.1.1.1. Em geral o índice é relativo.

1.6.1.2. Tabelas Auxiliares e Tabela Principal.

1.6.1.2.1. As tabelas trazem informações que auxiliam e orientam a formação das notações

1.7. Responsável

1.7.1. IBCT ( A partir de 1997)

1.7.1.1. Em 2013 o prof. Sebastião de Souza (aposentado pelo IBICT) e especialista em classificação decimal foi convidado pelo Consórcio para atuar como consultor Internacional até 2014. O trabalho do prof. será apresentar sugestões de revisão de classes da CDU, propor colaboradores na revisão de áreas específicas, promover traduções, disseminar informações sobre a CDU, coletar bibliografias brasileiras e participar de projetos de pesquisa em CDU.

1.8. Principios

1.8.1. linguagem normalizada, linguagem artificial, linguagem pré-coordenada

1.9. Histórico

1.9.1. Criada por Paul Otlet e Henri La Fontaine, atualmente coordenada pelo IBCT, revisada e atualizada por Sebastiao de Souza. A versao mais recente do Brasil é de 2007 e está na segunda edição.

1.10. Tipos de edição

1.10.1. Edições

1.10.1.1. Médias

1.10.1.1.1. Inicia‐se sua preparação para servir de meio termo entre a desenvolvida e a abreviada; atualmente possui 3 edições (alemão, Frances e em Portugues).

1.10.1.2. Abreviadas

1.10.1.2.1. Oferecem o verdadeiro sentido universal da CDU; Traduzidas em quase todos os idiomas: em língua portuguesa: publicada em Portugal pelo Centro de Documentação Científica do Instituto de Alta Cultura e pelo Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD), hoje o IBICT.

1.10.1.3. Condensadas

1.10.1.3.1. Oferecem uma visão de conjunto da classificação; edição condensada publicada em francês, ocupando somente 50 páginas.

1.10.1.4. Especiais

1.10.1.4.1. Apresentam uma ou algumas classes relacionadas; as edições especiais são indicadas para uso por unidades de informação especializados em distintas áreas, servindo de apoio ao desenvolvimento do conhecimento mundial.

1.10.1.5. Desenvolvidas

1.10.1.5.1. Outras edições Desenvolvidas foram publicadas em: Inglês: 4ª ed.; Francês: 5ª ed.; Japonês: 6ª ed.; Espanhol: 7ª ed.; Alemão: 8ª ed.; Português: 9ª ed.

1.11. Adaptação

1.11.1. È utilizada em varios tipos de unidade de informação, destacam-se as especializadas, devido a possibilidade de aplicar especificidade de assuntos e uso das tabelas.

1.12. Arquivo mestre

1.12.1. 2º edição de 1927 em Frances.

1.13. Caracteristicas incorporadas

1.13.1. Uso dos sinais auxiliares para indicar vários aspectos especiais de um assunto ou relações entre assuntos; corte dos zeros finais; colocação de ponto após cada grupo de três algarismos;

2. Descrição fisica:

2.1. Identificação de elementos que irão servir para identificar o documento

2.1.1. NBR

2.1.2. Metadados

2.1.3. Catalogação descritiva

3. Descrição temática ou indexação

3.1. Compreensão

3.1.1. Compreensão do conteúdo do documento como um todo

3.2. Identificação

3.2.1. identificação de conceitos que representam este conteúdo.

3.3. Seleção

3.3.1. seleção dos conceitos válidos para recuperação.

4. Indexação

4.1. Divide-se em duas etapas

4.1.1. Tradução

4.1.1.1. Envolve a conversão da analise conceitual de um documento num determinado conjunto de termos de indexação.

4.1.2. Analise conceitual

4.1.2.1. Implica em decidir do que trata o documento, isto é, qual o seu assunto

4.1.2.2. Precisão

4.1.2.2.1. È a relação entre os documentos relevantes recuperados e o total de documentos relevantes existentes na coleção.

4.1.2.3. Revocação

4.1.2.3.1. È relação entre os documentos relevantes recuperados e o número total de documentos relevantes sabidamente existentes na coleção.

4.1.2.4. Especificidade

4.1.2.5. Exaustividade

4.1.2.5.1. identificar todos os conceitos de um documento que teriam um valor potencial para os usuários.

4.2. Métodos

4.2.1. Extração

4.2.1.1. palavras ou expressões que realmente ocorrem num documento

4.2.2. Atribuição

4.2.2.1. atribuição de termos a um documento a partir de uma fonte que não é o próprio documento

5. Linguagens de indexação

5.1. Tesauros

5.1.1. Apresenta duas vertentes:

5.1.1.1. Unitermo

5.1.1.1.1. Abordagem alfabética, principalmente Cutter, mais pragmática

5.1.1.2. Classificação facetada

5.1.1.2.1. Linha de classificação bibliografica, pelo estudo analitico sintético de Ranganathan

5.1.2. Características

5.1.2.1. É uma linguagem especializada ; Normalizada ; Composta por elementos linguísticos; Pós-coordenada

5.2. Cabeçalhos de assunto

5.2.1. Entrada direta

5.2.1.1. feita diretamente sob um ou mais termos que correspondam mais especificamente o assunto do documento.

5.2.2. Entrada indireta

5.2.2.1. permite que se reúna no catálogo todos os documentos sobre o assunto mais genérico. Usada em catálogos sistemáticos.

5.2.3. Arranjo Sistemático

5.2.3.1. ordena os assuntos sistematicamente indicando as relações entre eles.

5.2.3.1.1. Ordenado por:

5.2.4. Arranjo Alfabético

5.2.4.1. Teve início em fins do séc. XIX, com Cutter.

5.2.4.2. composto por palavra ou grupo de palavras que expressam o conteúdo de um documento.

6. Sistemas de Classificação

6.1. Histórico

6.1.1. Classificação filosóficas

6.1.1.1. Francis Bacon

6.1.1.1.1. Divide as ciencias em: Memória, imaginação e razão

6.1.1.2. criadas por filósofos, com o intuito de dar ordem às ciências ou às coisas. (classificação dos seres)

6.1.2. Classificação bibliográficas

6.1.2.1. Ranganathan

6.1.2.1.1. Personalidade, Matéria, Energia, Espaço e Tempo (PMEST);

6.1.2.2. Divididas por classes:

6.1.2.2.1. Subordinadas

6.1.2.2.2. Subordinantes

6.1.2.2.3. Coordenadas

6.1.2.3. Tipologia

6.1.2.3.1. Enumerativo

6.1.2.3.2. Semi‐enumerativo

6.1.2.3.3. Analítico‐sintético

6.1.2.4. Abrangencia

6.1.2.4.1. Classificação geral

6.1.2.4.2. Classificação especializada

6.1.2.5. Conceito

6.1.2.5.1. Linguagem estruturada, que possui uma divisão por classes, que são divididas em subclasses, e assim, sucessivamente, até chegar ao termo mais específico. Linguagem documentária, sistema verbal‐simbólico, artificialmente construído, a partir de signos normatizados, que, geralmente, buscam cobrir todos os campos do conhecimento.

6.1.2.6. Objetivo

6.1.2.6.1. Sistematizar documentos segundo os assuntos de que tratam ou a sua natureza para ordenar os documentos nas estantes ou arquivos a partir de diferentes princípios para ordenar as referências nas bibliografias ou nas fichas dos catálogos.

6.1.2.7. Principais classificações

6.1.2.7.1. - Classificação do Congresso Americano - LC, Classificação Bibliográfica de Bliss, - Classificação de Dois Pontos, - Classificação de Cutter, - Classificação de Ranganathan, - Classificação Decimal de Dewey–(CDD), - Classificação Decimal Universal –(CDU) entre outras.

6.2. Conceito

6.2.1. “Entendida como processo mental de agrupamento de elementos portadores de características comuns capazes de ser reconhecidos como uma entidade ou conceito, constitui uma das fases fundamentais do pensar humano.

7. Sistemas de recuperação da informação

7.1. Entrada

7.2. Processamento

7.2.1. Descrição da forma

7.2.2. Descrição do conteudo

7.2.3. Arranjo sequencial

7.3. Saida

7.3.1. a) tipos de saída: resultados do processamento; b) exploração do sistema (estratégia de busca)

8. Representação da informação

8.1. Conceito

8.1.1. Representação temática que é um dos maiores desafios da area da organização da informação

8.2. Representação temática

8.2.1. Resumo

8.2.1.1. representa a condensação das informações de um documento e tem como função mais classica a seleção.

8.2.2. Indice

8.2.2.1. indexação, pista do conteúdo, com denominação diferenciadas para a operação, de acordo com o sistema de conversçao utilizado para representar o conteudo.

9. Catalogação

9.1. AACR

9.1.1. AACR (Anglo-American Cataloging Rules ) Código da Catalogação Anglo Americano

9.2. AACR2

9.2.1. AACR2 segunda edição, publicado em 1978, utilizou dois conjuntos de regras a inglesa e a americana

9.3. MARC 21

9.3.1. MARC 21( Machine Readable Cataloging ). O principal objetivo é servir como formato padrão para o intercâmbio de registros bibliográficos e catalográficos.

9.4. RDA

9.4.1. RDA (Resource Description and Access) forma de catalogação baseada numa estrutura teórica projetada para o ambiente virtual.

10. Metadados

10.1. Utilizado para descrever conjunto de dados. Informação Descritiva sobre o contexto, qualidade, condição ou características de um recurso, dado ou objeto .

10.1.1. Dublin Core

10.1.2. Marc Standart

10.1.3. FDA

10.1.4. Vira Core

10.1.5. FITS