Sistema de classificação CDU

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Sistema de classificação CDU por Mind Map: Sistema de classificação CDU

1. . Seleção dos conceitos

1.1. Relacionamento com os objetivos informacionais da instituição e do usuário

1.2. Relacionamento com os objetivos informacionais da instituição e do usuário

1.3. Tomada de decisão

2. Classes principais

2.1. 000- computadores, informação, referência geral

2.2. 100- filosofia, psicologia

2.3. 200- Religião

2.4. 300- Ciências sociais

2.5. 400- Línguas

2.6. 500- Ciência e matemática

2.7. 600- Tecnologia

2.8. 700- Arte e lazer

2.9. 800- Literatura

2.10. 900- História e geografia

3. Representação da informação

3.1. tradução do conhecimento

3.2. Análise conceitual

3.3. Recuperação da informação

3.4. Linguagem documentaria

3.4.1. linguagens verbais

3.4.1.1. vocabulário controlado

3.4.1.2. tesauro

3.4.1.3. Lista de cabeçalho de assunto

3.4.2. Linguagens notacionais

3.4.2.1. Tabela de classificação

3.4.2.2. Taxinomia

3.5. Tópicos a serem considerados na leitura para fins de representação da informação

3.5.1. Título, introdução e as primeiras frases de capítulos e parágrafos; ilustrações, tabelas, diagrama e suas explicações; conclusão; palavras ou grupos de palavras sublinhadas ou impressas com tipo diferente. Porém, adverte que os primeiros itens do texto apresentam, geralmente, as intenções do autor, enquanto que as partes finais comunicam o alcance dessas intenções. Por isso, não recomenda a indexação somente pelo título e/ou pelo resumo.

4. Indexação

4.1. Operação destinada a representar, através de uma linguagem documental ou natural, o resultado da análise de um documento visando a sua recuperação

4.2. conhecimento das necessidades informacionais dos usuários e da instituição

4.3. Etapas

4.3.1. Exame do documento, identificação do(s) assunto(s) e conceitos e expressão do(s) assunto(s) em palavras.

4.3.1.1. Identificação do(s) assunto(s) e isolamento de conceitos (traços descritivos portadores de inf. significativa)

4.3.1.2. Segmentação do texto (capítulo, parágrafo, frase)

4.3.2. Organização de descritores

4.3.2.1. elementos de dados

4.3.2.2. campo

4.3.3. Tradução para a linguagem de indexação

4.3.3.1. Especificidade: adotar o termo do tesauro que represente mais especificamente o conceito retirado do documento

4.3.3.2. Exaustividade : adotar todos os tópicos de interesse do usuário.

4.4. Linguagem de indexação

4.4.1. características

4.4.1.1. Controle da linguagem de indexação

4.4.1.2. Linguagem de indexação natural

4.4.1.3. Linguagem de indexação livre

4.5. Itens relacionados à qualidade da indexação

4.5.1. A imparcialidade do indexador

4.5.2. O conhecimento do indexador sobre o campo coberto pelos documentos a serem indexados

4.5.3. O contato direto com o usuário

4.5.4. Receptividade das linguagens de indexação para novos termos

4.6. Níveis de indexação

4.6.1. Categorização - representa o assunto que predomina

4.6.2. Superficial - representa os conceitos principais de forma geral

4.6.3. Profunda - representa todos os conceitos fundamentais

4.7. A metodologia da indexação (Tálamo -1987):

4.7.1. O processo de indexação consiste em identificar o tema de um documento por meio de um mecanismo de perguntas e respostas agrupadas por generalidades e que respondem a cada uma das seguintes questões fundamentais: Quem? (ser), O que? (tema), Como? (modo), Onde? (lugar) e Quando? (tempo).

5. Análise de assuntos

5.1. conceito

5.1.1. é a análise da informação significa derivar de um documento o conjunto de palavras que servem como uma representação condensada desse documento. Esta representação pode ser usada para identificar o documento, para prover pontos de acesso na busca, para indicar seu conteúdo, ou como substituto para o documento

5.1.2. A subjetividade uma complexidade do processo: Segundo Naves (2000), a análise de assunto envolve grande complexidade, pois, além do problema da terminologia, existe a influência direta das pessoas que a executam, conhecida como subjetividade, pela qual o indexador interpõe seus próprios valores em sua atuação de intermediário entre autores e usuários, ainda que a tarefa do indexador seja determinar, de forma precisa, o conteúdo.

5.2. Etapas

5.2.1. •Compreensão do conteúdo do documento; •Identificação dos conceitos que representam este conteúdo; • Seleção dos conceitos válidos para recuperação (FUGITA, 2003).

5.3. Concepções

5.3.1. Concepção simplista: considera os assuntos como entidades objetivas absolutas, que podem derivar de uma abstração linguística do documento ou de somas usando métodos estatísticos de indexação. De acordo com essa concepção a indexação pode ser totalmente automatizada;

5.3.2. Concepção orientada para o conteúdo: envolve uma interpretação do conteúdo do documento que vai além dos limites da estrutura superficial léxica e gramatical. A análise de assunto do conteúdo de documentos envolve identificação de tópicos ou assuntos que não estão explicitamente colocados na estrutura textual superficial do documento, mas que são facilmente percebidos por um indexador humano. Envolve, portanto, uma abstração indireta do documento.

5.3.3. Concepção orientada pela demanda: considera o assunto como instrumento para transferência de conhecimento, portanto, direcionado para uma finalidade pragmática de informação e conhecimento. Conforme esta concepção, documentos são criados para comunicação do conhecimento, e assuntos devem, portanto, ser ajustados para funcionar como instrumentos de mediação e transmissão desse conhecimento para qualquer pessoa interessada. Dessa forma, quando o indexador analisa um documento não concentra-se em representar ou resumir a informação explícita ou implícita, mas questiona-se: como eu poderia tornar esse conteúdo ou parte dele, visível para o usuário potencial? Que termos deverei utilizar para levar esse conhecimento até o leitor interessado?

6. catalogação

6.1. Catalogação é o estudo, preparação e organização de mensagens codificadas, com base em itens existentes ou passíveis de inclusão em um ou vários acervos, de forma a permitir intersecção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários.

7. Metadados

7.1. Conjunto de dados estruturados que identificam os dados de um determinado documento e que podem fornecer informação sobre o modo de descrição, administração, requisitos legais de utilização, funcionalidade técnica, uso e preservação. (TAYLOR, 1999 e DEMPSEY,1998)

8. CDU

8.1. OBJETIVO

8.1.1. objetivo é compilar o repertório bibliográfico Universal, que pretendia criar um índice classificado que abrangeria todas as informações publicadas no mundo . (introduzir ordem numa multiplicidade de conceitos, idéias, informações, organizando-as em classes ou em grupos de coisas que tem algo em comum.)

8.2. CONCEITO

8.2.1. é um sistema de classificação bibliográfico que apresenta o conhecimento dividido por categorias epistemológicas, abarca todos os ramos do saber. Possui estrutura mista, sistema enumerativo,assuntos divididos em classes e subclasses e representados por um símbolo numérico; e sistema facetado, uso de tabelas auxiliares que permite representar o sintético.

8.3. CRIADORES

8.3.1. Paul Otlet advogado, ativista pela paz internacional, reconhecido como elemento central da criação da Documentação, com seu livro “Tratado da Documentação” (Traité de documentation, 1934),

8.3.1.1. O sonho de Otlet era oferecer um índice de assuntos por meio do RBU que permitiria ir (por assunto) às especificidades do conhecimento; tinha também a idéia de que o acesso ao conhecimento por todos os povos levaria a uma maior compreensão da concepção de alteridade, conhecer o outro (seus direitos e diferenças), para obter a paz mundial.

8.3.2. Henri La Fontaine advogado, professor de direito internacional, senador belga, ativista pela paz internacional, primeiro socialista a receber o Nobel da Paz (1913), autor de vários manuais sobre legislação.

8.4. Edições CDU

8.4.1. Desenvolvidas: 2ª edição em francês, publicada pelo Instituto Nacional de Bibliografia, recebeu o nome de Classification Decimale Universalle e tornou-se arquivo mestre do sistema. Recebeu alterações e correções até 1993.

8.4.2. Abreviadas: atingem 10% das edições desenvolvidas, traduzida em quase todos os idiomas.Publicada pelo Centro de documentação Cientiifica do Instituto de Alta Cultura e pelo IBBD ( hoje IBICT)

8.4.3. Médias: Serviu de meio termo entre a desenvolvida e a abreviada em 1962. Atualmente há três edições: em alemão, francês e português, traduzida pelo IBICT.

8.4.4. Especiais; são indicadas para uso por unidades de informação especializadaos em distintas áreas, servindo de apoio ao desenvolvimento do conhecimento mundial.

8.4.5. Condensadas: oferecem uma visão de conjunto da classificação. Publicada em francês, ocupando somente 50 paginas em 1967

8.5. Caracteristicas

8.5.1. Mono‐hierárquica Unidimensional: um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar.

8.5.2. Exaustiva e específica a exaustividade é possibilitada à medida em que a CDU permite representar tanto os assuntos mais gerais quanto os mais específicos.

8.5.3. Sistema decimal permite representar os assuntos até o infinito, do GERAL para o ESPECÍFICO, cada dígito acrescido à direita representa um assunto mais específico

8.5.4. Linguagem universal notações numéricas: supralinguística; Enciclopédica: abarca, teoricamente, todo o conhecimento humano.

8.5.5. Analítico‐sintética A CDU é semi‐facetada; permite decompor a análise de em determinado assunto em suas várias dimensões, principalmente, com o uso das tabelas auxiliares

8.5.6. A CDU é composta por tabelas principais e auxiliares

8.6. Arquivo mestre

8.6.1. 2ª edição de 1927 publicada em francês.

8.7. Edição mais completa

8.7.1. 3ª edição de 1934 publicada em alemão

8.8. Responsável no Brasil

8.8.1. o IBICT é o responsável pela CDU no Brasil, esta Licença foi concedida pelo Consórcio CDU, por intermédio do British Standards Institute, responsável pela geração do sistema, desde 1997.

8.9. Versão recente

8.9.1. 2ª Edição‐Padrão Internacional em Língua Portuguesa de 2007

8.10. Tipo de uso

8.10.1. A CDU é utilizada em vários tipos de unidades de informação ; se adapta melhor as unidades de informação especializadas, devido a possibilidade de aplicar especificidade de assunto ao usar sinais que indicam relação entre eles, e também pelo uso das tabelas.

8.11. Principios

8.11.1. Linguagem pré‐coordenada: notações prontas para assuntos compostos.

8.11.2. Linguagem pré‐coordenada: Tabelas Auxiliares: Auxiliar de lugar

8.11.3. Linguagem normalizada: Sempre preocupada em estar de acordo com as instruções de organismos de normalização nacionais e internacionais

8.12. CDD X CDU

8.12.1. Na CDD delimita mais o modo de como os assuntos de cada documento e/ou obra podem ser estabelecidos enquanto que na CDU isto é mais flexível. A CDD surgiu como uma classificação para a organização de bibliotecas e a CDU como uma classificação para uso bibliográfico. A semelham-se nos conceitos fundamentais de classificação e no tipo de linguagem utilizada.

8.13. Caractéristicas Gerais

8.13.1. Mono-hierárquica

8.13.2. Exaustiva e específica

8.13.3. Sistema decimal

8.13.4. Linguagem universal

8.13.5. Classificação para uso bibliográfico

8.13.6. Analítico-sintética

8.14. Principios Fundamentais

8.14.1. Linguagem pré-coordenada

8.14.2. Linguagem pré-coordenada

8.14.3. Linguagem normalizada

8.15. Responsabilidade manutenção e atualização da CDU

8.15.1. 1992 Consórcio CDU

8.15.2. FID detentora dos Direitos Autorais da CDU até o fim do século XX.

8.15.3. O IBICT é o responsável pela CDU no Brasil, esta Licença foi concedida pelo Consórcio CDU, por intermédio do British Standards Institute, responsável pela geração do sistema, desde 1997.

8.16. Classes da CDU

8.16.1. 0 -Generalidades, ciência e conhecimento, organização, informação

8.16.2. 1- Filosofia, psicologia

8.16.3. 2- Religião, teologia

8.16.4. 3- Ciências sociais, direito, economia, política, assistencia social, educação

8.16.5. 4- vaga

8.16.6. 5- Matematica e ciências naturais

8.16.7. 6- Ciências aplicadas, medicina, tecnologia

8.16.8. 7- Arte, belas artes, recreação, diversões, desportos,

8.16.9. 8- Linguagem, lingustica, literatura

8.16.10. 9- Geografia, biografia, história

9. Classificação Bibliográfica

9.1. Classificação bibliográfica pode ser: subordinadas, subordinantes ou coordenadas: sua estrutura pode ser enumerativa, semi-enumerativa e analítico-sintetico

9.2. OBJETIVO

9.2.1. Sistematizar documentos segundo os assuntos de que tratam ou a sua natureza.

9.3. Tipos básicos de classificação bibliográfica:

9.3.1. analítico-sintéticas

9.3.2. semi-enumerativas

9.3.3. enumerativas

10. Sistema de DEWEY

10.1. corte dos zeros finais

10.2. colocação de ponto após cada grupo de três algarismos

10.3. uso de sinais gráficos na composição da notação

11. CDD

11.1. Sistema de classificação de Dewey é o mais antigo e provavelmente o de uso mais difundido dentre os denominados sistemas modernos

11.2. É um sistema de classificação , é um mapa completo das areas do conhecimento, mostrando todos os seus conceitos e suas relações.

11.3. É um sistema hierarquico em que as ideisas e os conceitos são representados em suas multiplas relações de coordenação, de subordinação, e de superordenação.

11.4. É um sistema de classificação decimal adota como principio fundamental a divisibilidade do todo que é o conhecimento em 10 partes.

11.5. É um sistema de classificação estruturado abrangendo as seguintes partes: Conjunto de 10 classes principais. , conjunto de 7 classes menores, Notação e índice

11.6. A inteligencia da CDD esta na escolha de números decimais para sua categoria

11.7. Utiliza alguns mecanismos da classificação facetada