CDU

Plan your website and create the next important tasks for get your project rolling

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
CDU por Mind Map: CDU

1. Criadores

1.1. Paul Marie Gislain Otlet

1.2. Henri La Fontaine

2. Objetivo

2.1. Inicialmente, o objetivo da CDU foi o de compilar o Repertório Bibliográfico Universal, que pretendia criar um índice classificado que abrangeria todas as informações publicadas no mundo.

3. Metadados

3.1. "dados que descrevem os dados"

3.2. Informações úteis para identificar, localizar, compreender e gerenciar os dados

4. O que é CDU

4.1. Sistema de classificação bibliográfico

4.2. É um tipo de linguagem de indexação

4.3. Apresenta o conhecimento dividido por categorias epistemológicas

4.4. É enciclopédica: abarca todos os ramos do saber

5. Classificação bibliográfica

5.1. Se preocupa com a organização e a disposição física de documentos, visando com isso, a sua recuperação. Busca ordenar, para arquivar e ter acesso ao documento em estantes ou nos arquivos. “Todas as teorias da classificação bibliográfica buscam promover uma classificação sistemática, lógica que reflita crítica e sistematicamente sobre os elementos de ligação que servem para a reunião de conceitos” (ARAÚJO, 2006, p.122)

6. Classificação

6.1. Content

6.2. Personality

6.3. Positioning

7. Sonho de Otlet

7.1. Oferecer um índice de assuntos por meio do RBU que permitiria ir (por assunto) às especificidades do conhecimento;

7.2. TInha a idéia de que o acesso ao conhecimento por todos os povos levaria a uma maior compreensão da concepção de alteridade:

7.3. Conhecer o outro (seus direitos e diferenças), para obter a paz mundial.

8. Representação da informação

8.1. É a substituição de uma entidade lingüística longa e complexa - o texto de um documento - por sua descrição abreviada. Sua função é demonstrar a essência do documento. A representação da informação é um processo primeiro da transferência da informação e necessário para enfatizar o que é essencial no documento, considerando sua recuperação (NOVELLINO, 1998, p. 137)

9. Indexação

9.1. “Operação que consiste em escrever e caracterizar um documento, com o auxílio de representação dos conceitos nela contidos” (UNISIST)

9.2. Etapas

9.2.1. 1) Conhecimento do conteúdo do documento. (Leitura interpretativa das principais partes do documento (título, subtítulo, resumo, sumário, introdução, prefácio, entre outros), visando assimilar e compreender seu conteúdo temático, extraindo do mesmo os aspectos mais importantes.)

9.2.2. 2)Escolha dos conceitos (Tomada de decisão; Relacionamento com os objetivos informacionais da instituição e do usuário; Priorização dos assuntos (principais e secundários)

9.2.3. 3_Tradução dos conceitos escolhidos (Expressão dos assuntos por meio de descritores Especificidade: adotar o termo do tesauro que represente mais especificamente o conceito retirado do documento. Exaustividade : adotar todos os tópicos de interesse do usuário.)

9.2.4. 4) Incorporação dos elementos sintáticos

10. Análise de assunto

10.1. “análise de assunto pode ser entendida como um o processo, por meio do qual o “classificador, indexador ou catalogador identifica e determina de que assuntos tratam um documento e quais desses assuntos devem ser representados nos produtos, com responsabilidade do profissional” (DIAS; NAVES; MOURA, 2001, p. 206).

10.2. Etapas

10.2.1. 1)Leitura documentária pelos catalogadores de assunto

10.2.2. 2. Identificação dos conceitos pelos catalogadores de assunto

10.2.3. 3. Determinação da atinência (DIAS; NAVES, 2007) ou Seleção dos conceitos pelos catalogadores de assunto.

11. Linguagens de indexação

11.1. vocabulário controlado utilizado para a representação e registro dos assuntos dos documentos. É o instrumento que permite indexar e recuperar as informações armazenadas em um sistema de informação. São categorizadas por abrangência em universais ou especializadas. Pela forma de apresentação podem ser enquadradas em codificadas (CDD, CDU, LC) e alfabéticas (Cabeçalho de Assuntos e Tesauros). OD: Linguagem de Indexação.

12. Catalogação

12.1. A catalogação é o processo de descrição do documento para a criação de um catálogo.

13. Principais modificações em relação estrutura do Dewey

13.1. 1. corte dos zeros finais;

13.2. 2. Colocação de ponto após cada grupo de três algarismos;

13.3. 3. Uso de sinais gráficos na composição da notação.

14. Edições

14.1. Desenvolvidas: em vários idiomas, a única completa é a terceira edição em alemão. Tem dez edições sendo a nona edição traduzida para português;

14.2. Médias: em 1962 inicia-se sua preparação para servir de meio termo entre a desenvolvida e a abreviada. As edições médias têm 25% da desenvolvida. Atualmente há três edições médias: em alemão, em francês e em português, tradução feita pelo IBICT em 1972;

14.3. Abreviadas: atingem 10% das edições desenvolvidas, dando o verdadeiro sentido universal da CDU. Traduzidas em 16 línguas;

14.4. Condensadas: dão uma visão de conjunto da classificação. Traz 2,5% da edição desenvolvida.

14.5. Especiais: apresentam uma ou algumas classes relacionadas;

14.6. Parciais: extraída das desenvolvidas são como que separatas com ou sem acréscimo dos Projetos de extensões ou de assuntos afins.”(SANTOS, Marcelo)

15. Arquivo-mestre

15.1. Master Reference File. 2ª ed. publicada pelo Instituto Internacional de Bibliografia, em francês, recebeu o nome de "Classification Decimale Universelle”.

16. Edição mais completa

16.1. A edição mais completa é de 1934, 3ª ed., em alemão, "Dezimalklassifikation.

17. Características fundamentais

17.1. •Mono‐hierárquica

17.2. •Exaustiva e específica

17.3. •Sistema decimal

17.4. • Linguagem universal

17.5. •Analítico‐sintética

18. Principais Fundamentos

18.1. Linguagem artificial

18.2. Linguagem pré‐coordenada

18.3. Linguagem pré‐coordenada

18.4. Linguagem normalizada

19. Manutenção e atualização

19.1. A FID (Federação Internacional de Informação e Documentação), detentora dos Direitos Autorais da CDU até o fim do século XX foi responsável pelas extensões e correções das edições

20. No Brasil

20.1. o IBICT é responsável pela CDU, desde 1997, por intermédio do British Standards Institute, responsável pela geração do sistema.

20.1.1. 2ª Edição‐Padrão Internacional em Língua Portuguesa (mais recente). A seu conteúdo está atualizado com alterações e modificações feitas pelo Consórcio CDU no período de 1996 a 2004.

21. Melhor utilização

21.1. "É utilizada em vários tipos de unidades de informação (UI); Destacam-se as UI especializadas, devido a possibilidade de aplicar especificidade de assunto ao usar sinais que indicam relação entre eles, e também pelo uso das tabelas."